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Misteriosa
de Guarapari
Foi no verão deste ano, eu tinha viajado para Guarapari com um
grupo de amigos. Tudo corria muito bem, saíamos a noite, íamos
à praia de dia... Até que eu conheci a vizinha do andar
de baixo, era uma deusa, cabelo curto, uns 1,70m, com um corpo indescritível.
Eu
a conheci quando estava chegando de madrugada no apartamento onde estávamos,
ela estava subindo a escada (no prédio não tem elevador),
estava com uma sainha que deixava tudo à mostra, principalmente
do lugar onde eu estava (subindo a escada logo atrás dela). Eu
não conseguia tirar os olhos daquela bundinha linda. Como ela
não é cega, é lógico que ela me notou, mas,
não disse nada, apenas deu uma olhadinha pra trás e deu
um sorriso, mas parou por aí.
No outro dia, eu tinha ficado no
apartamento, pois estava de ressaca, lá pelo meio-dia, bateram
na porta, era ela... ela queria um pouco de sal emprestado (aquela velha
desculpa...) eu, mais do que prontamente a chamei para a cozinha e ela
entrou, quando fechei a porta, ela se virou e tirou toda a roupa, eu
fiquei meio sem graça, espantado e ao mesmo tempo excitado.
Ela me disse que desde o outro dia,
que ela não deixou de pensar no jeito que eu fiquei observando-a
na escada, antes de eu começar a falar, ela me deu um beijo,
um beijo como eu nunca tinha ganho antes... Então eu entrei na
dela... Ela começou a tirar minha roupa e meteu a mão
no meu pau, que já estava mais do que duro.
Nossa! Você está tenso...
Deixa eu te acalmar...Disse ela. Então ela começou a chupar
meu pau num vai e vém delicioso (Eu ainda estava de pé
na frente da porta), até que gozei na sua boca.
Pronto... agora vamos fazer com
mais calma.... do jeito que eu gosto. Disse ela novamente com um jeito
bem maroto. Ela agarrou minhas orelhas e me puxou até sua gruta,
comecei a lamber e a chupar seu grelinho violentamente, ela gritava
e gemia. Ela gritava:
Vai! Mete! Me entala com essa rola
gostosa! Mete! Eu estou mandando!
Então meti minha vara com
toda a minha força naquela potranca, sua bucetinha era apertada,
como se nunca tivesse feito sexo com alguém, foi uma luta, ela
gritava e soluçava, até que minha vara entrou todinha,
começei a fodê-la, eu lambia seu peitos um a um, ela tem
os peitos mais lindos que já vi... Foi quando eu parei e disse
que iria fodê-la por trás, ela relutou um pouco, dizendo
que nunca tinha dado o cu antes, mas fingi que não escutei, peguei-a
pelos ombros e a virei de bruços, botei-a de quatro e comecei
a enfiar meu pau naquela bundinha gostosa... comecei a entrar num vai
e vém ela começou a hurrar de dor e prazer.. gozamos juntos...
deitei-me no chão mais que exausto, ela simplesmente se levantou
vestiu-se ia embora, eu disse:
Peraí! Depois disso você
apenas se vira e vai embora? - É apenas demosntração....
Disse ela. Não entendi por que que ela tinha agido desta forma,
mas eu estava muito cansado para ir atrás dela.
No outro dia, me disseram que ela
tinha ido embora de manhã para Vitória, eu nem sabia o
nome dela, fiquei meio chateado com a situação, mas deixei
pra lá, pois as férias estava apenas no começo.
Contei para meus amigos a minha
aventura, nenhum acreditou, disseram: - Ahah, duvido! Aquela menina
nunca fica com ninguém, ela nem fala com o pessoal do prédio!
Ah......se eles soubessem...
Quando as férias terminaram,
peguei um ônibus de volta pra casa (meus amigos tinham ficado),
na parada de Vitória, adivinha quem entra no ônibus? Ela
mesma. Ela me viu, e deu um sorriso, sentou-se exatamente atrás
de mim, lá pelas tantas (de madrugada), ela me chamou por trás
e disse se eu não poderia dar um pouco de sal pra ela, eu disse
claro, foi então que ela se levantou e foi para o banheiro, eu
fui atrás, lá dentro eu perguntei seu nome, ela disse:
Quem se importa? E começou
a beijar e a mexer no meu pau, peguei-a com força e arranquei
a sainha (a mesma da escada) e a calcinha dela, comecei o comê-la
com fúria, chupava sua orelha e acariciava seus peitos, ela começou
a soluçar tomando conta para que não fosse muito alto
para os outros não escutar. Meti, meti, até que gozamos,
juntos novamente. Voltamos aos nossos lugares como se nada tivesse acontecido.
Nunca mais a vi, mas ela deixou
um bilhete na minha calça que iria voltar pra Guarapari ano que
vem, mais do que certeza que eu vou né?
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