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O gozo suado da professora 
 
      A academia de ginástica estava quase vazia. Àquela altura, só dois alunos continuavam nos aparelhos, pingando suor. O dia tinha sido muito cansativo e eu estava louca para me distrair, sair, dar uns beijos na boca. Estava com tanta pressa que dispensei os funcionários. Quanto menos gente por perto, melhor. 

      Logo depois, os dois alunos foram para a ducha e, em pouco tempo, eu estaria livre para voar. Tudo ia bem até que faltou luz no quarteirão da academia. Soltei um palavrão e logo lembrei dos alunos.

      Teria que ir até o vestiário ligar a luz de reserva. Eles não saberiam encontrar o botão. Mas se eles estivessem pelados ainda? Resolvi apostar, não estava mais querendo esperar. 

      Peguei uma lanterna na gaveta e parti para o desafio. Só ouvia a água cair no banheiro, nenhuma voz. Ainda pensei: será que eles eram daqueles marombeiros que vêm aqui mais para manjar rola no banheiro do que pelo esporte? Não tinha nada a perder. Queria era me livrar deles logo. 

      ‘Estou entrando, rapazes. Vim acender o gerador’, avisei. Os boxes estavam trancados e um dos garotos falou um ‘tudo bem, tia’. Fico puta quando me chamam assim. Respirei fundo e segui.

      Quando subi no banco de cimento para alcançar o botão da lâmpada, levei um susto. Uma mão forte me pegava pela cintura, enquanto uma boca me tascava um chupão no pescoço. A lanterna caiu no chão. Ia gritar mas apareceu outra boca e quase engoliu a minha língua. 

      Era só o que me faltava: ser estuprada por dois babacas. Já ia acertar um joelhaço no pau de um deles, quando ouvi uma voz deliciosa dizendo que só queriam brincar, fazer eu relaxar: ‘Você está precisando muito disso, nós notamos você o tempo todo.’ 

      Como não era mentira, relaxei. Até que uma aventurazinha não cairia mal àquela altura dos acontecimentos. Em vez do joelho, passei a mão no primeiro pau que alcancei. Era uma lança grossa e comprida, cheia de veias. A outra pica forçava minha bunda, melando o meu shortinho. 

      Resolvi organizar a suruba. Subi no banco de cimento, chupando um pau e deixando o corpo livre para brincarem por trás. Não demorou para eles entenderem. Era estranho — e inédito — ter uma rola na boca e outra cutucando minha bocetinha. Os caras tinham pensado em tudo e eu caí direitinho na brincadeira. 

      Podem me chamar de vadia, mas adorei a experiência. Seria injusto apontar quem se saiu melhor.Os dois mexiam muito bem. Os exercícios da academia estavam aprovados! O de trás me fisgava sem dó, enquanto o da frente segurava meus cabelos e mal me deixava respirar. Gozei mais de três vezes. 

      Com o tempo, fui me acostumando ao escuro e vendo melhor o que acontecia. O de trás me dava uns tapinhas na bunda e o outro completava a história me falando mil sacanagens. Dizia que íamos passar a noite inteira ali, que gozaria na minha boca, que depois trocariam as posições e fariam tudo
de novo etc, etc.  
      Por mim, ótimo. Como disse, estava adorando. O que eu não esperava era a chegada de um terceiro elemento. Demorei a descobrir mas, pelas mãos grossas e o corpo menos forte, saquei que era um dos empregados. Tinha mandado ele ir para casa e o danado preferiu ficar ali, para a festinha a quatro. 

      Já que era assim, que estava tudo combinado, resolvi dar uma lição naqueles moleques. Acelerei os movimentos e fiz os dois primeiros quase gozarem simultaneamente. Com uma mão, peguei o empregado e ordenei que colocasse o mastruço na minha boquinha. Antes, perguntei: ‘E aí, ninguém vai comer meu cuzinho?’

      Foi engraçado notar o embaraço dos dois marombeiros de pau murcho. Repeti a pergunta e nada. O esperto do empregado não perdeu mais tempo e foi lá para trás, enquanto eu trazia para a boca os dois pirulitos melados. Rapidinho eles ficaram bons.
      Lá pelas tantas, meu corpo estava todo suado e gozado. Ora era um que espalhava leite pelas minhas costas, ora era outro que gozava nos meus cabelos. Uma loucura digna de Baco! Estava toda aberta, totalmente entregue àqueles machos famintos, transpirando sexo e tara.
      Disse que queria mais e tive. Fiquei deitada, com as pernas escancaradas, para que um chupasse o meu grelinho e outro mamasse as tetas. O funcionário da academia tinha voltado para o boquete. Eu gozava e gritava ao mesmo tempo, chorando de prazer.
      O gozo foi tanto que acabei desmaiando ali, no banheiro masculino. Quando acordei, o dia já estava claro. Ninguém por perto. Os três tinham ido embora. Por sorte, era domingo. Tomei um banho e fui para casa pensando em tudo que tinha acontecido. Na secretária eletrônica, um convite para um churrasco: ‘Ah, não esqueça de trazer aquela lingüiça bem grossa!’ Ri da coincidência, sem poder ver uma lingüiça pela frente tão cedo.

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