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A
Estrada dos prazeres
Somos um casal de nisseis, que, apesar
de um pouco tímidos, gostamos de sexo em toda a sua plenitude.
Temos
muito tesão e sempre buscamos inovar no nosso relacionamento
sexual.
A historia que passamos a contar aconteceu
durante uma de nossas viagens que costumamos fazer nos finais de semana
para o interior de São Paulo. Foi numa tarde quente, abafada.
0 calor era tanto que estava provocando sonolência em meu marido,
Kazuo, que estava dirigindo. Foi ai que ele teve uma de suas muitas
idéias maravilhosas. "Que tal você tirar a blusa e provocar
os caminhoneiros, sugeriu.
Adorei a idéia e, apesar de um pouco
envergonhada, livrei-me da blusa. Afinal, era bom para mim, já
que a temperatura estava muito elevada, e bom também para meu
marido, que tinha com que distrair para afugentar o sono.
Kazuo reduzia propositadamente a velocidade
quando a gente cruzava com algum caminhão. Mas o primeiro momento
de tesão aconteceu quando ultrapassamos um deles e meu marido
pôs o pé no freio para que ficássemos emparelhados
com ele. 0 motorista do caminhão, claramente excitado, pisava
no acelerador para desfrutar daquela visão por mais tempo. 0
fim da pista dupla levou meu marido a ultrapassa-lo e seguir em frente
em busca de novas e deliciosas aventuras. Decidi tirar também
o short e ficar apenas de sutiã e
calcinha.
Os motoristas, sem distinção,
piscavam os faróis, nos ultrapassavam, reduziam a velocidade
para que os ultrapassássemos. Sempre em busca do melhor e mais
duradouro ângulo de visão. Pareciam uns loucos ao volante,
de tesão, naturalmente.
A esta altura nosso tesão também
estava a mil, o pau do Kazuo estufava a calça de tão duro
e minha boceta ficou todinha molhada. Nossa vontade era parar o carro.
Mas temíamos o que poderia acontecer, porque havia pelo menos
quatro caminhões tentando nos acompanhar. Na dúvida, aceleramos
o carro e pegamos outra estrada, menos movimentada, para brincar apenas
com um caminhoneiro.
Não demorou muito avistamos um caminhão
enorme, do tipo cabine dupla. Alinhamo-nos com ele e permanecemos bom
tempo ao lado dele, curtindo a reação do motorista, que,
desesperado, dividia a atenção comigo e com a estrada.
Kazuo disse que, se eu quisesse, pararia o carro. Concordei dando-1he
um gostoso beijo na boca.
Aceleramos e paramos no acostamento, logo adiante.
0 motorista do caminhão também diminuiu a velocidade e
parou a nossa frente. Mas ficou na dele, fazendo de conta que examinava
o estado dos pneus. A falta de iniciativa do motorista, que a esta altura
nem sequer olhava em nossa direçäo, deixou meu marido indeciso
por algum momento. Kazuo decidiu agir e perguntou se eu queria conhecê-lo.
Já que havíamos parado o carro para isso mesmo, disse-lhe,
toda excitada, que não haveria mal nenhum em conversar com ele
e quem sabe...
Meu marido desceu do carro e o chamou com um
gesto de mão. 0 motorista aproximou-se de nós e parou
ao lado da janela onde eu estava. Os olhos dele brilhavam de desejo.
Paulo, o motorista, se mostrava tímido,
mesmo depois das apresentações, talvez não acreditando
que tudo aquilo estivesse acontecendo com ele. Conversou um pouco com
meu marido e debruçou-se na janela para me admirar. Sem nada
dizer, esticou a mão e passou a me acariciar no braço.
Fiquei toda arrepiada. As mãos
dele, fortes e calejadas, avançaram para meus seios e desceram
para tocar a boceta. Os dedos ficaram todo melados com o suco vaginal.
Minha excitação era tanta que eu estava completamente
molhadinha.
Sentindo que eu também estava no limite
do tesão, Paulo sugeriu que fossemos até um posto, mais
tranqüilo e seguro do que a beira de uma estrada. Desci do carro
e me acomodei no caminhão, ao lado dele, e Kazuo nos seguiu a
uma distância razoável.
O caminhão, um cabine dupla, era dotado
de uma confortável cama atrás do banco do motorista. Quando
ele deu a partida, acomodei-me na cama, onde me sentei e passei a acaricia-lo,
por trás. Passei a mão nos peitos peludos dele, nas coxas.
Paulo não sabia se dirigia ou me retribuía os carinhos.
Ao chegar ao posto, ele fechou a cortina da cabine e pulou para a parte
de trás para tirar o que restava de minha roupa.
Foi uma loucura. Sua boca, sua língua
fazia mil carinhos nos meus seios, pescoço. Eu tremia de tesão
e, com a mão pousada na virilha dele, senti o volume do pau forçando
a calça. Ajudei-o a tirar a roupa, fazendo despontar um majestoso
cacete, lindo, grosso, enorme. Não resisti ao desejo de chupá-lo
e cai de boca, lambendo-o todinho, com força. De tão grande,
o caralho mal cabia na minha boca.
Paulo gemia, suspirava, dizia que não
resistia mais ao prazer e estava a ponto de gozar, coisa que não
queria, pois desejava me penetrar.
Interrompi a chupeta nele porque não
via a hora também de sentir todo aquele pau dentro de mim. Mas,
antes, Paulo abriu minhas pernas para lamber o clitóris delicadamente.
Fui as nuvens!
Precavido, ele colocou a camisinha e encostou
a cabeça do pau na entrada da boceta. Enfiou tudo numa só
estocada, o que me deixou quase sem fôlego, pois, apesar
de estar bastante lubrificada, o pau era bem grosso. "Que delicia de
boceta, aahh... mexe assim, isso... que bom!... Assim... Sempre quis
foder uma japonesinha... Que delicia..."
Delirei ao sentir o cacete todinho dentro de
mim, as estocadas vigorosas que ele conduzia me levavam a loucura. Gozei
gemendo alto, agarrada ao corpo de Paulo, que também gozou, urrando.
Permanecemos abraçados até
que alguns toques na porta nos fizeram lembrar da presença de
Kazuo, meu marido.
O espaço na cabine não era tão amplo para três
pessoas, mas mesmo assim nos acomodamos de tal forma para que meu marido
também participasse daquela festa.
Kazuo entrou, beijou-me na boca com tesão,
colocou minha mão sobre o pau dele. Enfiei a mão por dentro
da calça e senti que o liquido seminal havia melado a cueca.
Inclinei a cabeça e abocanhei o pinto
do meu marido para chupá-lo com vontade. Kazuo, no entanto, tirou
o pau da minha boca e, colocando-me de joelhos, meteu o cacete na boceta,
que acabara de ser fodida por Paulo. Gozei mais uma vez, antes mesmo
do meu marido, que, aos urros, explodiu pouco depois num monumental
gozo.
Calados, ficamos nos acariciando ternamente,
curtindo o momento, pois nem eu nem meu marido pareciamos acreditar
na felicidade que sentíamos, no prazer que tínhamos desfrutado
naquele momento mágico. Mas o melhor ainda estava para acontecer.
Paulo, que havia assistido a minha foda com
Kazuo, estava novamente excitado e não me deu sôssego.
Passou
a fazer carinho no meu corpo, principalmente no pescoço, onde
sou extremamente sensível. A língua dele desceu pelas
minhas costas até chegar a bunda, roçando meu reguinho.
Adivinhei qual era a intenção
dele e empinei mais ainda minha bunda. Mais uma vez, Paulo colocou a
camisinha e passou a cutucar meu cuzinho. Com toda a experiência
que tinha, iniciou uma penetração lenta, entre avanços
e recuos, para não me machucar.
Delirei quando o caralho, vencida a resistência
inicial, deslizou dentro do meu rabo. "Me fode, me arromba o cuzinho.
Ai que bom, que motorista gostoso...", eu disse, acrescentando: "Ai,
meu amor, veja como ele esta comendo meu rabinho. Esta muito gostoso,
aahh!, vou gozar!..."
Kazuo trouxe o cacete novamente duro próximo da minha boca, para
que eu o chupasse. Mamei a pica do meu marido com gosto enquanto Paulo
fodia meu cuzinho com estocadas firmes e cadenciadas. Tive vários
orgasmos seguidos. Paulo segurou meus quadris com força e passou
a acelerar as bombadas para chegar a um gozo avassalador. Kazuo também
gozou esporrando na minha boca.
Satisfeitos, nos despedimos daquele motorista,
que seguiu viagem tão satisfeito quanto nós. Antes, Paulo
quis saber quando nos encontraria novamente. Mas achamos melhor deixar
para o acaso. Quem sabe algum dia, numa
estrada qualquer...
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