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Elevador
Moro
num prédio classe média alta da zona sul do Rio. Como
todo prédio, o contato com os vizinhos é sempre apressado
e superficial. Uma lástima aliás, pois há muito
tempo nutria uma enorme atração pela Marta, uma gatíssima
do andar inferior ao meu.
Sempre que via aquele avião
indo para a praia cedo em seu minúsculo biquíni entrava
em devaneios, e com o tempo percebi que o interesse era recíproco,
mas nada de maiores contatos. Uma noite, após uma festa, retornei
para casa às 2:00 da manhã, e após deixar o carro
fui para o elevador, quando vi a porta da garagem se abrir novamente
para a entrada da minha musa.
Ela estava retornando de uma festa
também, e resolvi esperá-la. Ela chegou toda sorridente,
me deu dois beijinhos no rosto e perguntou o que eu estava fazendo perdido
na garagem aquela hora.
Percebi que ela estava meio de pilequinho,
pois estava mais solta que o normal. Entramos no elevador e apertamos
os dois andares. Ela estava absolutamente linda num vestido solto e
leve, e descaradamente fiquei admirando seu corpo enquanto o papo rolava.
Quando o elevador parou no seu andar, não resisti e a segurei
pelo braço. A porta se fechou novamente enquanto eu tascava um
beijo na boca daquela potranca que se derretia toda.
Como aquela hora não havia
movimento no prédio, nos atracamos ali mesmo. Virei Marta de
costas para mim, segurei seus seios e ataquei sua nuca. Ela delirava
e dizia que ia ter um troço. Levantei
seu vestido e puxei sua calcinha para baixo. Marta pôs alguma
resistência, mas era só charme. Realizei meu sonho de segurar
naquela bunda carnuda e muito mais.
Coloquei meu pau na entrada da sua
grutinha e deslizei paraíso à dentro. Foi uma estocada
e tanto, Marta quase sobe no teto do elevador, e admirada dizia que
eu tinha uma coisa enorme, pedindo para meter com mais força.
Senti suas pernas estremecerem e
tapei sua boca para não dar um escândalo com seu orgasmo.
Ela desencaixou, virou-se de frente para mim e disse que tinha que se
sentar pois suas pernas estavam falhando. Como todos em casa dormiam,
abri a porta de casa (estávamos no meu andar), e fomos para o
sofá da sala. Marta se animou e acabamos ficando nus numa grande
chupação.
Coloquei-a na posição
de franga no sofá, apoiei seus pés no meu peito e meti
por cima, jogando todo meu peso. Ela afundava no sofá com essa
entubação e tinha o rosto transtornado de prazer. Como
sempre demoro para gozar, ela já tinha dado umas seis quando
a virei de bruços, com o corpo sobre o sofá e os
joelhos no tapete. Ela sentiu meu pau penetrar na sua bundinha, tentou
resistir dizendo que nunca tinha deixado ninguém fazer isso,
mas não tinha mais forças para impedir a penetração.
Eu abria sua bunda com força e dava fortes estocadas no seu cuzinho
apertado, até que dessa vez gozamos juntos.
Caímos no sono, e só
acordamos com o barulho na cozinha, provavelmente minha mãe que
acorda super cedo. Ela se vestiu rápido e em silêncio,
e saiu sorrateiramente pela porta da frente, me dando um rápido
beijo na boca. Fechei a porta e fingi que estava entrando em casa aquela
hora, passei pela cozinha e dei bom dia para minha mãe.
Ela, que é muito esperta,
me sorriu de forma marota, e quando eu iá para meu quarto me
deu um beijinho e disse: "que cena, hein? Toma cuidado pois ela é
uma boa garota". A danada tinha visto a gente dormindo enroscado no
tapete. Quanto a Marta, o namoro vai muito bem, e o elevador igualmente
tem sido usado com freqüência. Se
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