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Minha inesquecível
Di
Ainda
hoje tenho ótimas lembranças do tempo em que morava em
Sertanópolis, no Paraná, onde meu pai tinha uma fazenda
em que criava gado e produzia café. Entre as várias famílias
que trabalhavam na propriedade, havia uma especial, pelo menos para
mim. É que o casal tinha uma filha muito bonita, a Di.
Ela
era uma moça alta, muito bem feita de corpo: bunda grande, cintura
fina, seios suculentos, olhos castanhos, cabelos crespos e coxas grossas
e longas.
A
convivência entre nossa família e as de empregados, especialmente
com a de Di, sempre foi muito boa. Um dia, lá pelo início
da década de 70, demos carona para a família dela, da
cidade a fazenda. Era um fim de tarde bastante frio de junho. Na cabine
simples da caminhonete só foi meu pai e a mãe de Di, os
demais - eu, meu irmão, Di e o resto da família dela -
se acomodaram todos na carroceria aberta. Viajamos todos acocorados
perto da cabina porque o frio estava mesmo insuportável. Foi
a oportunidade que tive para ficar juntinho daquele monumento de mulher,
que exalava um perfume natural do campo e para mim parecia o próprio
cheiro do sexo. Um perfume inebriante, sedutor e mágico!
Di
sentou-se no chão, de frente para mim, com os joelhos dobrados
e o queixo apoiado neles. A posição em que estava deixava
não apenas a mostra, como também ao alcance de minhas
mãos as deliciosas pernas. Olhei fixamente para os olhos dela
e ela reagiu com um sorriso convidativo. Esperei a chegada da noite,
já que a escuridão era a oportunidade que tinha para chegar
nela. Dei um tempo, estiquei a mão e, com toda a cautela, alisei
as coxas quentes e carnudas, sem que ela esboçasse nenhuma reação.
A
indiferença dela me estimulou a avançar lentamente nas
carícias. Passei a mão sobre sua calcinha na altura da
xoxota, que estava quente e molhada, a ponto de umedecer meus dedos.
Excitadíssimo, afastei a calcinha com a ajuda de outra mão
e acariciei o montinho raro, coberto por pentelhos duros. Di fazia de
tudo para permanecer indiferente, mas notei que sua respiração
se acelerava, estava quase ofegante, acentuado até pelo frio
que fazia. Enfiei um dedo na boceta e fiquei roçando também
o grelo.
Com
os dedos de uma das mãos afastei os grandes lábios da
xoxota e iniciei um vaivém. Ninguém desconfiou de nada,
nem mesmo dos suspiros dela, porque a escuridão era total a esta
hora.
Meus
dedos permaneceram tateando a gruta do amor até atingir os pequenos
lábios e o botäozinho do clitóris, tão duro
como o caroço de uma azeitona. Mesmo desajeitadamente, Di fez
alguns movimentos de vaivém, para fortalecer o contato do grelo
em meus dedos, e gozou gemendo abafado.
Meus
dedos ficaram melados com os sucos daquela deusa do sexo e meu pau parecia
explodir de tão duro. Mas eu não podia fazer nada além
daquilo naquele momento. Minhas bolas doíam tanto que, ao chegar
a fazenda, tive de bater uma deliciosa punheta, cheirando meus dedos
impregnados com o odor da xoxota de Di para fantasiar que trepava com
ela.
Em
outra oportunidade em que estivemos sozinhos, alguns meses depois, mamei
os seios dela, enquanto Di gemia de prazer. Mas não cheguei a
penetrá-la, pois, embora tivesse 19 anos, ela se dizia virgem.
Eu não tinha por que desconfiar disso, afinal ela era muito
ingênua, e também não queria nenhuma encrenca para
o meu lado, pois pretendia mudar-me para uma cidade grande e continuar
os estudos.
Não
tive a felicidade e o prazer de tirar o cabaço daquela potranca.
Mas,
ainda assim, Di nunca mais saiu de meu pensamento e de minhas fantasias
sexuais. Já perdi a conta de quantas punhetas dediquei a ela.
A experiência que tive com ela naquela tarde friorenta na carroceria
da caminhonete foi marcante demais. Mais que isso, reforçou em
mim a idéia de que as mulheres que você não come
são as que mais mexem com o lado fantasioso da sexualidade e
ficam parecendo mais gostosas do que realmente são.
Hoje,
muitas bocetas e anos depois, a experiência que tive com Di continua
como uma das melhores de minha vida. Ainda agora, na casa dos 40 anos,
de vez em quando sacramento uma solitária e insípida punheta
em homenagem a ela.
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