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Um corno manso em Miami

      "Sou um profissional liberal e viajo muito para Miami, onde tenho uma empresa. Numa dessas viagens, embarquei em São Paulo e, na escala no Rio, vi entrar uma gata linda, com um corpo escultural. Mas, para meu azar, ela foi para a frente do avião e eu estava na traseira, na área de fumantes. 

      Durante a viagem, ela foi fumar em pé. Como a aeromoça disse que isso era proibido, ela avistou um lugar vago ao meu lado e veio na minha direção. Perguntou se podia sentar ali e explicou que comprara por engano uma passagem para não fumantes. 

      Logo começamos a conversar sobre tudo. Ela dizia que encontraria o marido em Miami, onde participava de um congresso e ficaria por mais uma semana. Disse também, na maior intimidade, que o marido era bem mais velho e liberal, deixando-a à vontade para se satisfazer desde que não houvesse envolvimento emocional. 

      Fiquei espantado com a desenvoltura da moça. Aquele era um recado claro. Aproveitei para dizer que era filho de americanos e que conhecia bem a Flórida, me oferecendo para ciceroneá-los. Em seguida, passei meu telefone e a viagem prosseguiu sem sentirmos o tempo passar. 

      No aeroporto, como sou cidadão americano, não tive problemas e passei direto. Acabei me desencontrando dela e fiquei chateado, pois queria me apresentar o marido no aeroporto. A solução seria esperar um telefonema. 

      Assim que cheguei em casa, o telefone tocou. Era ela, lamentando o desencontro e convidando para um almoço com eles, no hotel onde estavam hospedados. ‘Sim, vou com o maior prazer.’ 

      Chegando ao hotel, fui informado de que o casal me aguardava à beira da piscina. Mais à vontade, ela estava linda — louras são o meu fraco... Muito simpático, o maridão também foi logo entregando o jogo. Sabia das dificuldades de relacionamento com a esposa e, por gostar muito dela, a deixava matar a sede de prazer com outros homens. ‘Gosto até de vê-la em ação’, emendou para meu espanto. ‘Quero que você jante conosco também e nos acompanhe por uma semana.’ É para já, pensei. 

      Saímos à noite e nos divertimos muito em bares latinos. De volta ao hotel, ela começou a me beijar no elevador, sem se constranger com a presença do marido. Era só o começo. Fui enfiando a mão embaixo da minissaia e tive a grata surpresa de constatar que não usava calcinha. 

      Mal entramos no quarto, ela começou a tirar as minhas roupas. Nos atiramos na cama com beijos e abraços. Ela logo procurou o meu pau para uma chupada. Não resisti de tanto tesão e esporrei tudo nos lábios dela. Do lado, o marido se masturbava na cadeira. 

      Convidei para que se juntasse a nós, para participar da segunda parte. Passei a chupá-la, enquanto ele alisava os peitinhos dela. ‘Olha como ele me chupa gostoso, corninho’, gritava. Ele também parecia vibrar. 

      Dei uma chupada nela por mais de vinte minutos. Contei uns cinco orgasmos intensos, quase desfalecendo de tanto prazer. Com a ajuda do marido, coloquei meu pau duro naquela bocetinha. Ela aumentou o volume dos gritos e fiquei preocupado com os outros hóspedes. Por sorte ela não demorou a gozar e eu aproveitei o embalo para fazer o mesmo. 

      Caímos na cama e só acordamos no dia seguinte, prontos para repetir mais uma jornada de prazer. Nos outros dias, a história também se repetiu e, no fim da viagem, fui convidado a ser o amante oficial da louraça, em Miami e no Brasil.”

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