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Na madrugada

      Eu me chamo claudia tenho 20 anos, 1.69m, 58kg, cabelos longos, olhos pretos, tenho seios e bunda fartos.... Minha história começou quando viajávamos eu minha mãe e minha tia. Estávamos indo de ônibus de Brasília para BH, à noite, pra visitar minha avó que tava doente. No ônibus sentaram minha mãe e minha tia juntas e eu duas cadeiras atrás delas.
      Eu estava sozinha no assento, mas do outro lado, também havia um rapaz que também estava sentado sozinho e não tirava os olhos de mim, trocamos olhares por um bom tempo, até que la por volta das 1:00h da madrugada, o ônibus fez uma parada e ambos saimos para fazer um lanche, e trocamos um longo olhar, quando voltamos ao ônibus, ele me convidou para sentar ao lado dele e eu retribui o convite, pedindo que ele sentasse ao meu lado. Ele veio, era um moreno, alto, mais ou menos 1.75m, olhos verdes e um corpo bem saradinho. Quando ele se sentou ao meu lado só deu tempo de perguntar seu nome: MAX!!
      Ele começou a me beijar...nos beijávamos como dois loucos, eu estava usando uma blusa de mangas que fechava por um ziper, ele abriu minha blusa e começou a chupar meus seios, eu abri a calça dele e começei a bater uma punheta maravilhosa, ele também tirou minha calça e já estávamos nos masturbando, e depois eu comecei a fazer um boquete nele, ele gozou a primeira vez, aí não aguentamos e fomos para as últimas cadeiras do ônibus, lá fizemos um 69 e quando dei por mim ele já estava comendo o meu cu, nós transávamos e ele metia o pau dele com toda força, minha vontade era hurrar de tanto prazer, mas não podia nem gemer porque o ônibus inteiro dormia (inclusive minha mãe e minha tia), transamos em todas as posições que conseguimos, nós nos chupávamos, nos lambiamos... transávamos...eu nunca senti tanto prazer em toda a minha vida, o difícil era disfarçar quando alguém ia no banheiro, eu sentava em cima do pau dele e fingíamos estar dormindo...foi a maior loucura da minha vida, infelizmente o dia já estava amanhecendo, lá por volta das 3:45,....tivemos que parar (embora não quizessemos que isso acabasse) porque algumas pessoas já acordavam...voltamos para os nossos lugares e ali ficamos como se não nos conhecessemos, mas nossos corpos jamais esqueceriam essa experiência...mesmo porque eu fiquei com uma marca roxa nos meus seios e na minha piriquita. Minha mãe nem desconfiu de nada, e nunca mais tornei a vê-lo, mas desse dia em diante, semre que posso, faço esse trajeto na esperança de encontrá-lo...ou pelo menos encontrar alguém parecido com ele...que me leve nas nuvens novamente....

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