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Um cavalo
para a madame
"Aqui no sítio onde trabalho, o tempo passa devagar, com mil
fantasias na cabeça. As moças que têm por aqui são
muito tímidas e novinhas, não entendem nada de sexo. Gozado
que aí na cidade fariam o maior sucesso...
Os dias iam passando sem muitas novidades até que surgiu uma,
e das boas. O dono da propriedade vizinha resolveu deixá-la aos
cuidados da filha mais velha, antes de viajar de vez para a Europa.
A mulher era uma baita potranca, fêmea para mil peões na
seca. Tipo aquela Jasmin Saint Claire.
Toda educada, ela veio me procurar para se queixar de que alguns animais
estavam aproveitando um furo na cerca para invadir o terreno dela. Como
gostaria de fazer o mesmo... Eram os cavalos do meu patrão que,
sempre ariscos, não sossegavam no curral. ‘Vou vigiá-los
melhor’, prometi, um olho na professorinha que passava e outro no decote
da madame.
Dona Clara, como se chamava, pareceu notar, e saiu rebolando aquele
bundão para lá e para cá. Meu caralhão virou
pedra na hora, quase furando a calça e se machucando no arame
farpado. Parado ali, dava para ver a calcinha por baixo do vestido,
marcando as formas generosas da vizinha. Corri para dentro e, passando
pelo curral, bati uma punheta enquanto alisava a nossa melhor égua.
O cavalo, ou melhor, o macho da égua, ficou olhando tudo, puto
da vida. Jorrei o gozo em cima das palhas e saí decidido a comer
Clara.
Peguei as ferramentas e levei para consertar a cerca. Como estava calor,
ela me atendeu com pouquíssima roupa, recém saída
de um banho. ‘Aqui faz muito calor’, comentou. Caminhávamos lado
a lado em direção à cerca e, ao sentir aquele perfume
tão próximo, acordei de novo meu pinto.
‘Lá está a cerca’, apontou. Me abaixei para começar
o serviço e meus olhos ficaram bem na direção daquela
xoxotinha inchada e marcada sob o short. Dali podia sentir o cheiro
dela. Quase não consegui trabalhar direito. ‘Você é
bom nisso mesmo’, elogiou. ‘Meu ex-marido era um fracasso em tudo. Não
sei como agradecer-lhe.’
Aquilo estava me cheirando cada vez mais a sexo. Pelo visto ela estava
no cio e sem macho para cobri-la há muito tempo. Quando chegamos
à casa, me convidou para entrar, queria me oferecer um suco de
abacaxi. ‘Faço rapidinho’, avisou. Sentei na rede da varanda
e esperei.
Dez minutos depois de eu pensar em mil sacanagens, Clara voltou com
o suco, de saia e cabelos molhados, reclamando do calor. ‘Aqui, tomo
uns seis banhos por dia’, tratou de explicar com uma voz mais macia
do que nas outras ocasiões. Ela me estendeu o copo e, pela contraluz,
pude ver os contornos daquelas coxas maravilhosas. E, é lógico,
estava sem calcinha. Nuinha como veio ao mundo e cheia de amor para
dar.
‘O suco está gostoso? Foi feito com carinho.’ Quase engasguei
na rede, o pau mais duro que o do cavalo. Acabei deixando cair um pouco
do suco na calça e Clara logo tratou de me limpar. Primeiro com
a mão, sem cerimônia. Depois, com a barra da saia. Aí
foi demais. Agarrei-a nos braços com toda força, olhos
nos olhos, caça e caçador. Os dela faiscavam pedindo pica,
uma surra de pica.
Beijando, ela não tirava a mão do meu caralho, apertando-o
como se fosse uma bola de borracha de criança. Depois, abriu
minha calça ofegante, querendo encaixar os lábios na cabeça
já lubrificada. À medida que mamava, a rede balançava,
embalando meu tesão. Os dentes dela quase me rasgavam, mas valia
muito a pena. Segurava a cabeleira dela como se firma uma égua
enlouquecida.
Antes que eu gozasse, coloquei ela dentro da rede, beijando-a sem parar,
língua com língua. A racha molhadinha facilitava os trabalhos
da piroca. Clara por cima, subindo e descendo, tirando a camiseta para
que eu visse melhor aqueles melões de pontas durinhas e
boas colheitas. Queria alcançá-las com a boca, mas a posição
não ajudava. Só quando Clara se aproximou para beijar
meus peitos, pude fazer o mesmo.
A mulher tremia em cima da minha vara. ‘Isso é ótimo’,
repetia, não se importando mais com o calor daquela tarde. Em
determinado momento, deu uma levantadinha e ficou de costas para mim,
na mesma posição. Ver aquela bunda indo e vindo em cima
do meu pau antecipou um violento gozo. Parecia petróleo branco
lubrificando a gruta profunda no subsolo do prazer.
Ficamos abraçados na rede por mais alguns minutos, esquecemos
de tudo, as pernas meladas de gozo. Só levantamos para tomar
suco de abacaxi. ‘Quero que você venha consertar a cerca todos
os dias’, brincou a danada. ‘Prefiro furá-la’, respondi, já
jogando Clara no sofá da sala, com as bocas nos melões
e a mão no figo em flor. Desde então, sou o garanhão
eleito pela vizinha do meu patrão.”
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