| Carnaval
96
Meu
nome é Junior, e o que vou contar é verídico. Conheci
Laura no carnaval de 96, e começamos a namorar sério.
Laura, uma morena escultural de 18 anos
de idade, coxas grossas, seios fartos, e uma bunda que me hipnotizava
sempre.
Num certo domingo de maio, como
sempre, fui a casa dela, e como sempre ela me recebia com todo carinho
que eu merecia, sempre vestida com um shortinho cavado que realçava
sua bucetona carnuda e enterrado no "rabinho". Que nada, RABÃO.
Nunca usava sutiã, pois depois que seus pais e suas irmã
recolhiam-se, ficávamos a sós e podiamos ficar a vontade
literalmente.
Nessa noite começamos a agarração
como de costume, ela já sem camisa e eu a chupar seus seios com
vontade, quando para nossa surpresa o pai dela sai do quarto em direção
ao banheiro - Ufa, para nossa sorte não viu absolutamente nada
do que se passava na sala. Fomos até o portão e demos
um tempo. Logo que entramos, ela me levou até seu quarto pois
disse que a noite não
podia acabar daquele jeito.
Chegando lá, ela tirou a
sua roupa e a minha,
e rapidamente nos deitamos na cama dela. Como já tinha chupado
seus peitos antes, parti para a bucetinha rosada. Ela pedia para eu
enfiar um dedo dentro de sua boceta já encharcada e acabei colocando
dois de uma vez, tirava e colocava sem tirar a língua de seu
clitóris.
Quando ela gozou pela segunda vez
naquela noite. Não aguentando mais, ela me pediu que deitasse
na cama, e veio por cima.
Quando entrou tudo, começou a cavalgar deliciosamente no meu
pau, mas como sua cama era velha, começou a fazer muito barulho
e pedi que parasse para irmos para o chão. Ela concordou e logo
estávamos atracados no chão de seu quarto.
Chupei novamente sua bucetona gostosa
e ela gozou pela terceira vez na noite. Ela desceu novamente pelo meu
cacete que não amolecia nunca e iniciou um sobe e desce alucinante.
Gozou novamente, mas ela estava insatisfeita pois eu ainda não
tinha gozado.
Laura ficou de quatro no chão
e disse bem baixinho: Vem meu macho, me come bem gostoso, quero que
você goze dentro de mim, lá no fundo, bem gostoso.
Posicionei a cabeça do meu
pau na entrada de sua buceta e fui enfiando lentamente. Ela jogou seu
quadril para traz , e eu a segurei com força e metia e tirava
bem devagar. Ela não sabia o que fazer, se gritava, se empurrava
de novo seu quadril ou se segurava o grito com uma das mãos.
Disse a ela: segura o grito, gostosa e aumentei o ritmo das pombadas
em sua buceta carnuda até que não aguentei e gozei abundantemente
dentro de sua buceta.
Abracei-a do jeito que estávamos
e senti meu pau amolecer até sair de sua buceta encharcada. Me
sentei na cama e quando ela se levantou, pude ver meu leite escorrendo
pelas suas pernas. Ainda nus, ela sentou no meu colo e me deu um longo
beijo, enquanto meu gozo escorria e ela espalhava pela sua perna, boceta
e ânus.
Depois dizendo o quanto tinha adorado
a transa, me garantiu que sempre faríamos isso enquanto estivéssemos
juntos. Nisso, ela abaixou-se entre minhas pernas e chupou meu pau como
se fosse o último do mundo e em poucos minutos gozei novamente
em sua boca carnuda. Nos vestimos e fui para minha casa, cansado,
mas feliz da vida.
Junior
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