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XTZ 750-SUPERT�N�R� - MANUTEN��O E DICAS

revis�o 4 -  19/Junho 2003.

...Em breve, mais informacoes sobre substituicao: dessa vez serah o pinhao e os diafragmas..

Veja abaixo um relato sobre manuten��o preventiva dos 50.000km, as fotos do antes e depois da manuten��o, dicas e macetes.

BREVE RELATO

          Comprei a Super com 4.000 km em fevereiro de 1998. Fiz v�rias viagens  e aprendi um pouquinho sobre ela.
Como a legi�o de f�s da Super no Brasil � grande, vou colocar na medida do poss�vel as observa��es colecionadas ao longo da quilometragem e do tempo de uso, al�m da manuten��o completa que foi realizada logo ap�s a viagem � Ushuaia. Quando resolvi fazer a �ltima manuten��o geral a moto contava com 52.000 km. As modifica��es que fiz nela tamb�m ser�o disponibilizadas em relato e fotos.
Acredito que a socializa��o das informa��es � fundamental, afinal da mesma forma que se adquire o conhecimento ele deve ser repassado.
Acompanhe o n�mero da revis�o (acima) para ter a certeza de estar com as �ltimas  informa��es desta  p�gina.

 

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FOTOS

FOTO 1 - F�bio (F�BIO MOTORACING) trabalhando na desmontagem.

 

FOTO 2 - Vista lateral esquerda da moto (desmontada).

 

FOTO 3 - Close do motor sem a tampa do cabe�ote.

 

FOTO 4 - Vista anterior da moto (desmontada).

 

FOTO 5 - Vista lateral direita da moto (desmontada).

 

FOTO 6 - Vista das v�lvulas. V�lvulas de um cilindro j� limpo (e base esmerilhada) e o outro do jeito que estava.

 

FOTO 7 - Montada e pronta. Vista de frente e lateral direita.

 

FOTO 8 - Montada e pronta. Lateral direita.

 

FOTO 9 - Montada e pronta. Vista de tr�s e lateral direita.

 

FOTO 10 - Vista do mata-cachorro e do dispositivo de i�amento da parte dianteira da moto.

 

FOTO 10.1 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.2 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.3 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.4 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.5 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.6 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.7 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 10.8 - Vista do mata-cachorro em detalhes.

 

FOTO 11 - Vista do dispositivo de i�amento da parte traseira da moto.

 

FOTO 12 - vista em destaque do acelerador auxiliar, tamb�m Chamado piloto autom�tico...



ITENS DO QUE FOI FEITO E/OU TROCADO

� necess�rio fazer algumas considera��es:                                                                Gosto de fazer adapta��es, principalmente, para fugir do alto custo das pe�as originais. Logo no in�cio da compra da moto, ca� e a pintura ficou bastante arranhada. Quando vi os pre�os dos decalques, quase ca� de costas = R$ 900,00. Resultado: fiz uma pintura personalizada e gastei R$ 400,00. O resto tomei de cacha�a em homenagem a quem torce o nariz para quem foge do padr�o de originalidade da moto...

1 - Trocado raios da roda dianteira. Estavam enferrujados. 

2 - Substitu�do vela.

3 - Substitu�do agulhas e difusores dos carburadores. A moto que fez 12km/litro durante a viagem � Ushuaia, depois da substitui��o das agulhas e difusores passou a fazer 18.7 km/l. Fiz as contas e teria economizado R$ 1.000,00 se tivesse trocado antes da viagem. 
Aten��o: Tenho recebido muito e-mail por conta dessa substitui��o.  O que fiz foi trocar o conjunto de agulhas e difusores antigos por novos, todos originais Yamaha. A troca � necess�ria ap�s a �ltima regulagem (s�o 3 "tracinhos" na cabe�a da agulha) ter sido atingida.N�o alterei gicleur's. Com o passar do tempo a agulha afina e o difusor ovaliza, nesse instante o mecanico muda a posi��o da regulagem na agulha. Quando chegar na �ltima regulagem n�o basta s� trocar as agulhas �  o conjunto de agulhas e difusores que tem que serem trocados. Depois disso � s� uma boa limpeza e uma equaliza��o. 

4 - Substitu�do as 6 pastilhas de  freio. Como o par da original � caro, comprei pastilhas de autom�vel e adaptei-as. Enquanto o par custa R$ 40,00, fiz as 6 pe�as por R$ 40,00. E estou rodando sem nenhum problema!

5 - Substitu�do �leo hidr�ulico do freio. Dianteiro e traseiro.

6 - Desmontada e lubrificada balan�a traseira. Tamb�m foi pintada. Existe uma r�tula (olho de boi) que apresentou folga. Essa r�tula s� tinha no Jap�o (procurei na f�brica em S�o Paulo e nada). Remontei-a , mesmo com pequena folga, mas comprei um rolamento de agulhas e guardei. Na pr�xima manuten��o mandarei a r�tula para o espa�o. Mesmo porque existem v�rias motos que usam esse tipo de rolamento no lugar da r�tula. 

7 - Substitu�do �leo das bengalas dianteiras. Passei a usar Motul de competi��o. Tamb�m foram pintadas, bem como os suportes das bengalas.

8 - Substitu�do �leo e filtro de �leo do motor. Uso o �leo mineral 20w50 Mobil. Para o filtro pode-se usar o mesmo filtro da XT600. 

9 - Desmontado guid�o e lubrificado mesa e coluna de dire��o e rolamento.

10 - Desmontada as rodas dianteira e traseira. Pintado o cubo da roda dianteira, bem como os discos de freio. Trocado os 2 rolamentos dianteiros, os dois traseiros e o da coroa. Tudo lubrificado e remontado.

11 - Substitu�do a bomba d�gua. Quando comprei a moto ela estava com 4.000km. Desde essa �poca que a bomba d�gua apresentava um vazamento. Conversando com mec�nicos, me disseram que era um dos dois retentores que tinha estourado. E a bomba nova custava R$ 700,00. Rodei com a bomba at� estourar o segundo retentor. Mandei vir de S�o Paulo uma semi-nova e paguei R$400,00.
Como tem moto roubada em S�o Paulo...eheheh!!!

12  -  Substitui��o das juntas do cabe�ote e do cilindro do motor. Foi feito o trabalho de check da v�lvulas. E tivemos que esmerilh�-las bem como os cal�os dos tuchos. Esse servi�o � normal e � recomendado pelo manual aos 42.000 km. Fiz aos 51.000km. Anotei as medidas que estavam e como ficaram depois do esmerilhamento. Se algu�m quiser saber como foi feito � s� me passar um e-mail. Cada cal�o custa R$ 15,00 e s�o 10 cal�os. O esmerilhamento � indicado quando as aberturas das v�lvulas (admiss�o e escape) est�o diferentes das aberturas tabeladas. Economizei (sem nenhum risco) R$150,00. 

13 - Substitu�do cabo do acelerador. Tinha um fio de a�o partido. Apesar de ter um acelerador auxiliar, n�o quis dar sorte para o azar.

14 - Verifica��o e limpeza do filtro de ar. Estava em bom estado.

15 - Pintura (tinta 600� )da descarga. 

16 - Substitu�do fluido refrigerante do radiador. Uso meio a meio com radicol.


DICAS PARA A SUPERT�N�R�

Pretendo disponibilizar, neste espa�o, tudo que considero descoberta, macete e inova��o. Sempre lembrando que n�o me importo com originalidade. N�o ganho nada da Yamaha para sustentar a originalidade.
Como consumidores, n�s dever�amos ganhar para ostentar os nomes dos fabricantes!
Tenho um amigo que tem muito orgulho de ostentar o nome da Yamaha. Eu digo para ele, que � burrice fazer marketing para fabricante e n�o ganhar nadinha. Ele acha que usar esse nome d� status. Coitado dele, n�o percebe a invers�o de valores que o consumismo faz...Claro que n�o � o seu caso!!
Fa�o quest�o de ter uma moto com as caracter�sticas da Super em excelente estado mec�nico, el�trico e de apar�ncia. Quero ser levado por uma excelente m�quina para onde "me der na telha". Vou e volto sem problemas. N�o significa que tenha que morrer nas m�os da Yamaha na quest�o da originalidade. 

1 - Pneus : no inicio s� usava Pirelli. O pneu traseiro (140x17) gastava com 7.000km rodados e o dianteiro com 12.000km. Passei a usar Michellin (150x17): o traseiro passou a rodar 20.000Km. A viagem fiz com o Michellin. N�o tive nenhum problema de seguran�a e o custo do pneu � praticamente o mesmo. Pirelli nunca mais!!!

2 - Far�is: os originais eram fracos. Passei a usar 2 l�mpadas biodo de 65 w (cada). Nesse caso � preciso estar atento ao n�vel de �gua da bateria e �s inspe��es no soquete (que ficam pr�ximos � bateria) pois o cabo de for�a costuma esquentar e derreter o soquete. Retirei o cabo de for�a do soquete e passei-o por fora, tendo o cuidado de fazer um bom isolamento. H� casos de perda da bateria. Em viagens, com os far�is (de maior potencia) acesos, o aquecimento do cabo de for�a � maior. Ent�o fique atento, pois a mudan�a vale a pena pela maior ilumina��o. � noite a diferen�a � muito grande.

3 - Fiz um mata-cachorro maci�o em a�o inox. Copiei a id�ia de um amigo (Alexandre) e melhorei-a. Essa pe�a tem 3 finalidades: proteger a pintura da lateral da moto em caso de queda; descanso para as pernas em viagens prolongadas e serve como base para levantar a dianteira da moto, usando-se um outro dispositivo - veja a foto n� 10 (acima). Para quem quiser copiar, sugiro usar a�o inox vazado em vez do maci�o.

4 - Coloquei um acelerador auxiliar (muitos chamam pomposamente de piloto autom�tico) pr�ximo � manopla da m�o esquerda. Quando a m�o direita cansa o acelerador auxiliar entra em a��o. Usei demais, principalmente quando o frio era intenso e a m�o come�ava a congelar,ent�o trocava de m�o. Passava a sustentar a acelera��o com o acelerador auxiliar. Existem v�rios tipos de acelerador e o que eu fiz foi adaptar um - veja a foto n� 12 (acima) utilizando o sistema de passar marcha de bicicleta. A alavanca de passar marcha � fixada no guid�o e o cabo de a�o � conectado � borboleta do carburador. 

5 - Existe uma pe�a que fica no cubo da roda dianteira que serve para acionar o contador de quil�metros. � composta de uma engrenagem e o cabo do veloc�metro. Junto com a engrenagem existe uma "arruela grande" . Essa arruela tem 2 ressaltos que servem para trava-la na engrenagem. � comum os ressaltos ficarem ovalizados e o veloc�metro deixa de funcionar. A arruela isolada n�o est� dispon�vel para compra. Somente o conjunto completo e custa uma nota! Coisas da Yamaha...
Observando o funcionamento do sistema, conclui que se a arruela fosse fixada por dois pingos de solda inox resolveria o problema. E efetivamente nunca mais tive problemas com o veloc�metro. T� funcionando muito bem.  

6 - Substitui todos os parafusos da carenagem por parafusos allen inox. Precisei de um parafuso original da carenagem e cotei o pre�o : R$ 4,50!!! absurdo!!! Por isso substitui todos os parafusos por allen inox a um custo de R$ 0,40 cada!!!                                  Se voc� acha que por conta da originalidade da moto deve pagar por um parafuso dez vezes mais, problema seu!!! Eu n�o pago!!!

7 - Desenvolvi um dispositivo para i�amento da moto. Conv�m lembrar que a moto de tanque cheio pesa 230 kg e n�o tem descanso central. Ent�o para resolver o problema de i�amento da moto desenvolvi um dispositivo muito simples: um tubo com uma rosca na extremidade e um parafuso que perpassa esse tubo, acrescido de uma pequena base (10x10cm). Levo esse dispositivo na mala de ferramenta. Para levantar o pneu dianteiro, com a moto carregada, sem o dispositivo, no meio de uma estrada deserta, � "ro�a".Veja as fotos n� 10 e 11.

8 - Pr�ximo ao final do banco existe uma tampa que cobre a pequena caixa de ferramentas da Super. Essa tampa tem uma fechadura que costuma abrir e, com a moto em movimento, a tampa cai e se perde. O valor dessa tampa � de R$ 190,00 reais. Pois bem, perdi a tampa e para n�o morrer em R$ 190,00 nas m�os da Yamaha, fiz o seguinte: fiz o molde da tampa em papel�o e pedi para o pessoal que mexe com fibra de vidro, fazer uma tampa igual ao molde. Tamb�m forneci a espessura. � importante a espessura para que a nova tampa fique "arestada" com o quadro da caixa. Pintei a nova tampa (em fibra de vidro) de preto e fixei-a na caixa com um parafuso cabe�a chata, do tipo usado em marcenaria. N�o queria que a cabe�a do parafuso ficasse vis�vel. A parte do fundo da caixa � furada para que possa passar o parafuso. E por baixo do paralama, usei arruela de press�o e porca. � importante que o parafuso seja exato com a face da porca. Uma ponta grande al�m da porca, pode provocar danos no pneu, quando a suspens�o traseira, ao passar por um buraco for acionada.   

9 - Gente, � normal o quadro da Super trincar e seccionar!!!. Essa foi uma das principais raz�es da descontinuidade da Super.  A quebra do quadro acontece basicamente em tr�s situa��es:
a - o piloto � pesad�o e esmerilha a moto (por acha-la que venceu o Paris-Dacar) por trilhas e buraqueiras, isso ocasiona uma trinca no quadro na altura da bateria (um lado e outro) e o banco "se separa do tanque".
b - o piloto coloca muito peso no bauleto e parte o quadro pr�ximo do n�mero do chassi. O peso excessivo no bauleto+buraqueiras+esmeril  funciona como "princ�pio de alavanca" tamb�m ocasiona a trinca.
c - a folga do parafuso de fixa��o do motor (esse parafuso precisa ser rotineiramente "torqueado"). O parafuso folga e transmite vibra��o ao quadro, que se parte.
Uma quebra no quadro n�o deve ser encarado como "coisa do outro mundo", nada que um bom soldador n�o resolva...ihihih. Depois do servi�o pronto, d� uma olhada no rastro que a Super deixa. Se houver 2 rastros, a simetria, quando da solda, n�o foi observada e o servi�o n�o ficou bem feito...ihihih. Quebre o quadro de novo e mande refazer o servi�o...ahahahaha!!!! 

10 - Rolamentos das rodas dianteira e traseira - J� fiz duas trocas do conjunto de 5 rolamentos (2 na dianteira e 3 na traseira, incluido o da coroa)e para variar, quando fui na concession�ria, me pediram R$ 90,00 pela unidade de cada rolamento...um absurdo...Fui ent�o a uma loja de rolamentos SKF e de posse dos 5 rolamentos, isso porque a Yamaha "raspa" a referencia dos rolamentos, para termos que "morrer" na grana absurda, solicitei-os ao vendedor que prontamente me deu os equivalentes SKF aos meus originais. Cada rolamento, pasmem, fica entre 6 a 30 reais, isso porque as medidas dos rolamentos da traseira e dianteira s�o diferentes e os pre�os tamb�m. A durabilidade dos rolamentos � equivalente aos originais!!!

11 - Cuidado com o descanso da Super. Com o tempo ele costuma trincar na base (proximo ao parafuso de acionamento) e a moto "cai". E necessario sempre inspecionar, e, ao sentir que a moto come�a a ficar mais "arriada" que o normal significa que a base esta se abrindo. Retire o descanso e fa�a um refor�o com solda. Ja imaginou uma Super "se arriando" em cima de uma crian�a? Cuidado!!!

 


    ESPECIFICA��O T�CNICA
SUPER T�N�R� - XTZ 750 - ano 1994

Dimens�es                     M�trico
Comprimento                   2355 mm
Largura                              815 mm
Altura total                           1355 mm
Distancia entre eixos              1505 mm
Altura do assento                     865 mm
Distancia entre eixos                 1505 mm 
Distancia m�nima p/ solo             240 mm
Peso c/tanque cheio+�leo motor    226 kg 
Quadro
tipo ber�o duplo, dianteira-garfo telesc�pico, traseira-bra�o oscilante (monocross)
Motor
Resfriamento a �gua, 4 tempos, DOHC (Double Over Head Camshaft), 
Arranjo dos cilindros 2 cilindros paralelos e inclinados a frente
Di�metro e curso                     87x63 mm
Cilindrada                                 749 cc
Taxa Compress�o                     9.5 : 1
Press�o de compress�o             135 psi (9,5 kg/cm2)
Sistema de lubrifica��o c�rter s�co
Capac.de �leo do motor             4 litros (4.1 com troca de filtro)
Duplo comando de v�lvulas no cabe�ote acionado por corrente
Sistema Lubrifica��o for�ado por press�o e carter s�co
Combust�vel requerido gasolina comum
Capacidade do tanque                 26 litros (5 de reserva)
Filtra��o ar elemento de papel
Vela (NGK) DPR 8EA-9
Folga do eletrodo         0,8~0,9 mm
Folga V�lvula (fria)
admiss�o                     0.15~0,20 mm
exaust�o                         0,25~0,30 mm
Obs.: o ajuste das v�lvulas e pastilhas dever� ser feito a cada 42.000km Transmiss�o
Redu��o prim�ria 67/39; 1a. 37/13; 2a. 37/20; 3a. 30/21; 4a. 27/23; 5a. 28/27
Chassis, suspens�o e rodagem
Ber�o duplo
Angulo de c�ster     26,5� ( Trail 101mm)
Pneu
Dianteiro (21 psi)         90/90-21 54H Bridgestone 
Traseiro (28 psi)             140/80-17 69H Bridgestone
Obs.: eu uso          90/90-21 e 150/80-17
Michellin
Capacidade de �leo (garfos dianteiros)     669 cc  cada
Freio a disco dianteiro(duplo) e traseiro
Carburador
Mikuni BDST 38x2
gigleur principal              #147,5, #140              
gigleur piloto                     #42,5, #35  
gigleur de ar                         #60
gigleur de baixa                     #60
Marcha lenta                             1100~1200 r/min
Press�o de v�cuo (macha lenta)      240~260 mmHg
Embreagem
�mida, disco m�ltiplo banhado a �leo
Transmiss�o 5-velocidades, engrenamento constante
Eletrico
Sistema El�trico de Partida 
Igni��o         T.C.I. (digital)
Gerador A.C. gerador de magneto
Ponto de Igni��o (BTDC) 10 � a 1150 rpm
Avan�o Igni��o (BTDC)   43� a 6000 rpm

Obs.: disponho de outros dados t�cnicos da Super.

 

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