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Alopécia
Androgênica (Calvície)
A alopécia androgênica
ou calvície masculina é uma manifestação fisiológica
que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, não
sendo considerada uma doença. A herança genética
pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação
dos folículos pilosos por hormônios masculinos, que começam
a ser produzidos na adolescência.
Sob a ação
de uma enzima, a 5-alfa-redutase, a testosterona transforma-se em diidrotestosterona
(DHT), hormônio responsável pelo afinamento dos cabelos e
diminuição progressiva dos folículos, que tem seu
ciclo de vida normal encurtado. O resultado final é a calvície.
Manifestações
clínicas
O
resultado destes fenômenos é a queda continuada dos cabelos
levando à rarefação e ao afastamento da linha
de implantação para trás. A progressão
do quadro leva à calvície, caracterizada pela ausência
de cabelo na parte superior e frontal da cabeça, poupando as
áreas laterais e posterior. Produção aumentada
de oleosidade e descamação no couro cabeludo (caspa)
também podem estar presentes.
Tratamento
O tratamento visa o prolongamento da vida útil dos folículos
pilosos retardando o processo de queda dos cabelos. Pode ser feito
através do uso de substâncias aplicadas diretamente no
couro cabeludo ou com medicamentos via oral. Também é
importante melhorar as condições do couro cabeludo,
controlando a dermatite seborréica que, às vezes, acompanha
o quadro.
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Cisto Epidérmico,
Triquilemal e Milium ("cistos sebáceos")
Conhecidos popularmente
por "cistos sebáceos", os cistos encontrados com maior
frequência são os epidérmicos e os triquilemais. O
conteúdo de ambos não é sebo e sim queratina, a substância
que forma a camada mais superficial da pele.Os cistos epidérmicos
são os mais frequentes e resultam da proliferação
de células da epiderme dentro da derme, o que pode ser devido a
uma tendência genética. O milium é um micro cisto
epidérmico, de localização mais superficial.
Os cistos triquilemais
ou cistos pilares são menos frequentes e se originam da bainha
externa do folículo piloso, ocorrendo principalmente no couro cabeludo.
Antigamente eram chamados de cistos sebáceos.
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Manifestações
clínica
As lesões são esféricas, geralmente móveis,
indolores, de consistência elástica ou endurecida.
Podem variar de pequenos cistos (menores de 1cm) até lesões
com vários centímetros de tamanho. A cabeça,
pescoço e tronco são as regiões mais afetadas.
Pode haver um ponto central, escuro, da abertura de um folículo
piloso.
Os cistos
são assintomáticos mas, se localizados sobre extremidades
ósseas do tronco ou no couro cabeludo, podem causar incômodo
ao deitar ou se encostar. Em caso de inflamação
secundária por ruptura da cápsula e/ou infecção,
o cisto torna-se avermelhado, quente e doloroso.
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Milium: são
pequeninas lesões amareladas ou esbranquiçadas, superficiais,
localizadas frequentemente na face e, principalmente, ao redor dos olhos.Tratamento
O tratamento dos
cistos é cirúrgico. Dependendo do tamanho, tipo e localização
da lesão, o procedimento poder ser apenas a incisão, drenagem
do conteúdo do cisto e destruição da cápsula
com cáusticos.
O mais recomendado
é a retirada completa do cisto incluindo a sua cápsula
(excisão e sutura). A permanência da cápsula, ou
de um fragmento desta, pode ser responsável pelo retorno da lesão.
Deve-se evitar
espremer os cistos, pois isso pode provocar a ruptura de sua cápsula
e eliminação de seu conteúdo dentro da pele, o
que causa inflamação intensa no local. Cistos inflamados
devem ser tratados com anti-inflamatórios e antibióticos,
de acordo com cada caso. Retornar
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