| BIOGRAFIA DOS COMANHEIROS DE JESUS | ||||||||||||||||||||||||||
| Jo�o, o Batista, foi quem iniciou prega��es antes do Messias Prometido para preparar-lhe o caminho, de acordo com as profecias antigas, e conforme o pr�prio Jesus. Primo de Jesus, nascendo seis meses antes, filho na velhice de Zacarias e Isabel. Tornou-se profeta na Jud�ia, alimentando-se de gafanhotos e mel silvestres e vestindo-se de peles. Pregava no deserto a eminente vinda do Messias prometido e incitava o povo ao arrependimento dos erros e � convers�o para uma nova vida, que era iniciada por um ritual de mergulho nas �guas do rio Jord�o, que ficou conhecido como batismo pelas �guas. Foi com o batismo de Jo�o, e com o reconhecimento deste de que Jesus era o Messias Prometido, que o Mestre come�ou a sua vida p�blica de 3 anos at� a sua crucifica��o. Jo�o foi preso por Herodes �ntipas, rei da Galil�ia, a quem havia criticado por se casar de forma il�cita com a pr�pria cunhada, Herod�ades. O rei mandou decapit�-lo para agradar a enteada, filha de Herod�ades, chamada Salom�. Jesus, ap�s a transfigura��o, descendo do monte Tabor, fala sobre Jo�o Batista em Mateus, Cap. 17, vers�culos 10 a 13: "Os disc�pulos de Jesus lhe perguntaram: O que querem dizer os doutores da Lei, quando falam que Elias deve vir antes do Messias?". Jesus respondeu: "Elias vem para colocar tudo em ordem. Mas eu vos digo: Elias j� veio, e eles n�o o reconheceram. Fizeram com ele tudo o que quiseram. E o Filho do Homem ser� maltratado por eles do mesmo modo. Ent�o os disc�pulos compreenderam que Jesus falava de Jo�o Batista". Esta passagem, transcrita literalmente das escrituras sagradas, prova de um modo incontest�vel que Jo�o Batista era a reencarna��o do profeta Elias, que tinha vivido 900 anos antes. Os Ap�stolos Diferen�a entre ap�stolo e disc�pulo: - Ap�stolo: palavra derivada do grego que significa enviado. Jesus escolheu doze ap�stolos e os enviou para diversos lugares para pregarem a chegada da "Boa Nova". - Disc�pulo: palavra derivada do latim que significa aluno. Jesus tinha em uma �poca de sua vida 70 disc�pulos, al�m dos doze ap�stolos para ajud�-lo. Pedro Irm�o do Ap�stolo Andr�, era um pescador no mar da Galil�ia, mais precisamente da cidade de Cafarnaun. Seu nome era Sim�o, mas recebeu de Jesus o sobrenome de Pedro ou Cefas, que significa pedra em grego e hebraico, respectivamente. Junto com os irm�os Tiago e Jo�o Evangelista, fez parte do c�rculo �ntimo de Jesus entre os doze, participando dos mais importante milagres do Mestre sobre a terra. Existe uma passagem peculiar nos Evangelhos, em que Pedro nega por tr�s vezes que seria Ap�stolo de Jesus. Quando, como Jesus predissera, o galo cantou depois da terceira negativa, Pedro verteu-se em l�grimas. � tido como fundador da Igreja Crist� em Roma, considerado pela Igreja Cat�lica como o primeiro Papa. Depois da morte de Jesus, despontou-se como l�der dos doze Ap�stolos, aparecendo em destaque em todas as narrativas evang�licas. Exerceu autoridade na rec�m-nascida comunidade Crist�, apoiou a iniciativa de Paulo de Tarso de incluir os n�o judeus na f� crist�, sem obrig�-los a participarem dos rituais de inicia��o judaica. Foi morto em Roma no ano de 64 D.C., na persegui��o feita por Nero aos crist�os, crucificado de cabe�a para baixo, conforme a sua vontade, pois n�o se achava digno de morrer como Jesus. Seu t�mulo se encontra sob a catedral de S. Pedro, no Vaticano, e � autenticado por muitos historiadores, sendo validado pelo Papa no ano de 1968. Andr� Foi o primeiro dos doze a ser chamado por Jesus. Era irm�o de Pedro e tamb�m pescador. Antes de seguir o Mestre, era disc�pulo de Jo�o Batista, que o mandou junto com um outro n�o identificado (talvez Jo�o Evangelista), para segui-lo. As tradi��es indicam que ele tenha ido a lugares distantes para pregar o Evangelho, e que tenha morrido em uma cruz em forma de X na Gr�cia, de onde o seu corpo foi levado para Constantinopla, tornando-se padroeiro desta cidade. Jo�o Evangelista Filho de Zebedeu e irm�o de Tiago, o Maior, que junto com este e mais Pedro participaram do c�rculo mais �ntimo junto a Jesus. Autor do quarto evangelho, de tr�s cartas aos crist�os em geral e do Livro do Apocalipse. O seu evangelho difere dos outros tr�s que s�o chamados sin�ticos ou semelhantes, sendo que a narrativa de Jo�o enfoca mais o aspecto espiritual de Jesus. � considerado "o disc�pulo amado". Era muito jovem na �poca da vida do Mestre, e na crucifica��o foi designado por Jesus a tomar conta de Maria, demonstrando a� o quanto este confiava em Jo�o. Jo�o viveu o resto de sua vida em �feso, juntamente com Maria, onde teria escrito o Evangelho e as cartas. Durante o governo de Domiciano, foi exilado na ilha de Patmos, onde escreveu o Apocalipse. Morreu em �feso, em idade muito avan�ada, tomando conta da igreja que estava nesta cidade. Tiago, o Maior Pescador, irm�o de Jo�o, o Evangelista, filho de Zebedeu, fazia parte do c�rculo mais �ntimo de Jesus. Ap�s a morte deste, permaneceu em Jerusal�m, junto a Pedro, sendo executado em 43 D.C., por ordem do rei Herodes Agripa, logo depois da morte de Est�v�o, di�cono grego e exaltado pregador crist�o. Tiago, o Menor Filho de Alfeu, conhecido tamb�m como Zebeu, tornou-se um membro altamente respeitado da rec�m-nascida comunidade crist� em Jerusal�m. Foi um observador da normas judaicas, defendendo que estas normas deveriam fazer parte do Cristianismo. Com isso, tornou-se advers�rio de Paulo de Tarso nesta quest�o, mas tamb�m foi conciliador e um pregador fervoroso do ensino de Jesus. Foi atacado por se recusar a denunciar os crist�os, sendo apedrejado at� a morte, por ordem do sumo sacerdote Ananias. Mateus Tamb�m chamado de Levi, filho de Alfeu. Era publicano, ou cobrador de impostos, classe muito odiada na �poca de Jesus, por cobrarem impostos dos judeus para serem entregues �s autoridade romanas. Escreveu o primeiro evangelho, onde d� mais �nfase ao aspecto humano e geneal�gico de Jesus. Pregou no norte da �frica depois da morte do Mestre, prosseguindo at� a Eti�pia, onde foi morto. Felipe Aparece rapidamente nos Evangelhos, n�o nos deixando muitas informa��es sobre ele. Diz-se que evangelizou na Itur�ia, reunindo-se a Andr�, no mar Negro, sendo morto na Fr�gia, para onde seguira. Tom� Tamb�m chamado D�dimo ou G�meo, era o terceiro ap�stolo em idade depois de Pedro. Ficou famoso pelo fato de ter duvidado que Jesus tinha ressuscitado, e disse que s� vendo acreditaria. Ent�o, Jesus apareceu para ele e respondeu que muitos n�o iriam ver e acreditariam. Depois da crucifica��o, passou a pregar na P�rsia e na �ndia, mas seus restos mortais s�o venerados na S�ria. Judas Iscariotes Judas de Kerioth, localidade da Jud�ia. Dizem as tradi��es que este ap�stolo era designado para cuidar do dinheiro comum, por ser um dos poucos instru�dos. Foi enganado pelos sacerdotes que o induziram a mostrar onde estava Jesus a troco de 30 moedas de prata, prometendo que s� o prenderiam durante as festividades da P�scoa Judaica. Depois que viu a crucifica��o de Jesus, Judas, amargamente arrependido, jogou as 30 moedas aos p�s dos sacerdotes, indo se enforcar. Estes pegaram o dinheiro e compraram um terreno para servir de cemit�rio aos estrangeiros, sendo posteriormente chamado de Campo do Sangue. Judas Tadeu Tamb�m chamado Lebeu Tadeu, � um dos doze citados nominalmente por Mateus e Marcos. Contam as tradi��es que trabalhou na Mesopot�mia e na P�rsia. Bartolomeu Tamb�m chamado de Natanael no Evangelho de Jo�o, evangelizou na Arm�nia, junto ao Mar Negro, onde, segundo uma lenda posterior, foi esfolado vivo, vindo a morrer. Sim�o, o zelote Era chamado assim porque pertencia a uma seita chamada de "Os Zelotes, ou zeladores", que lutava para a liberta��o de Israel dos Romanos. Seita ultranacionalista e n�o religiosa. Sim�o permaneceu na Palestina pregando o Evangelho. Copyright by Grupo Esp�rita Ap�stolo Paulo �ltma revis�o: 21/11/2002 |
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