Você escolheu e/ou foi designado para acompanhar,
junto com o seu Grupo de Sub-Sistema do Projeto TRIVIG, o desenvolvimento
incremental de um Protótipo de Sistema ou de Sub-Sistema de Software de
Aplicação para o Projeto TRIVIG, como parte dos Requisitos da Matéria CES-32 ou
CE-230 QUALIDADE, CONFIABILIDADE e SEGURANÇA DE SOFTWARE, para mais tarde,
avaliá-lo quanto à qualidade, confiabilidade e segurança.
Questão 1 – a) Enuncie o
Problema designado para o seu Grupo de Sub-Sistema do Projeto TRIVIG resolver; b)
Enuncie a Solução escolhida; c) Dê um título ao seu Sub-Sistema; e d)
Especifique apenas 5 + ou – 2 Requisitos a serem conformados pelo seu Protótipo
de Sistema de Software de Aplicação.
R: a) O Subsistema COMU-VIG é derivado do
sistema Vigilante, que tem como
objetivo no âmbito geral, ajudar controlar o TRIPHIBIUS por solo. O Vigilante é
o sistema que fica hospedado na estação de controle aérea, é composto por 3
subgrupos SEG, CTRL e o CNS. O COMU-VIG pertence ao subgrupo CNS (Controle,
Navegação e Vigilância). A principal função deste subsistema é fazer a
comunicação do sistema Vigilante com a aeronave TRIPHIBIUS. b) Será
construído o subsistema COMU-VIG usando o RUP (Rational Unified Process) e as
ferramentas da Rational devido ao padrão de qualidade desejado.c) Grupo de
Subsistema de Comunicação da Estação Vigilante,
sigla COMU-VIG. d) Este subsistema terá que atender os requisitos
básicos de: 1-Obter informações da aeronave TRIPHIBIOS para a estação de controle
VIGILANTE, como exemplo GPS, sensores do TRIPHIBIUS. 2- Remeter informação de
Rota e orientações de percurso para o TRIPHIBIUS. 3 – Manter uma ótima
segurança (Security), disponibilizando controle de usuários. 4 – Manter a
confiabilidade do sistema (segurança safety) e previsão de falhas de outros
subsistemas. Um exemplo perda de comunicação com o sistema de rota será ativado
o piloto automático. 5 – Criar um protocolo de comunicação para facilitar a
comunicação com o TRIPHIBIUS, dispersar a tecnologia para outras estações de
controle e manter a integridade da comunicação.
Questão 2 – Quando o seu Protótipo de
Sistema de Software de Aplicação estiver pronto, por que ele deverá
possuir: a) Qualidade; b) Confiabilidade; c) Segurança
(Security); d) Segurança (Safety) ? Justifique e exemplifique cada
resposta.
R: a) Por que a qualidade se faz necessária no
projeto como COMU-VIG . Bem, uma ótima qualidade só é atingida quando definimos
padrões de software no qual já obtiveram sucesso, ou seja, tem conformidade com
os requisitos implícitos e explícitos. Definindo padrões ampliamos a nossa
visão sobre o software como produto e serviço, podemos aplicar melhorias e
quantificarmos a sua qualidade. Mas o objetivo mais importante de se manter um
ótimo padrão de qualidade no COMU-VIG é a palavra CONTROLE. Todo software que
tem qualidade o desenvolvedor tem um ótimo controle do mesmo. b) Por que
o software COMU-VIG tem que ter confiabilidade? É simples, já imaginou o que um
avião desgovernado pode fazer. c) O sistema tem que ter uma segurança SECURITY bem acirrada com
sistema de criptografia (exemplo PGP com chave privadas de 1024 bits), controle
de acesso de usuário para dificultar o máximo a invasão do sistema pois caso
haja podemos perder o controle do TRIPHIBIUS.d) Segurança (Safety)
manter a integridade dos dados é primordial para se gerar ótimas informações,
assim garantido precisão e melhorando as tomadas de decisões. Um exemplo seria
a escolha da melhor rota.
Questão 3
- Ao ser desenvolvido, o seu Protótipo de Sistema
Software de Aplicação poderá conter diversas anomalias e suas manifestações.
Apresente exemplos e justificativas para cada uma das seguintes anomalias
possíveis de serem nele encontradas: a) Defeitos; b) Erros;
e c) Falhas.
R:
Defeito
|
Erros |
Falhas |
|
Consistência na comunicação |
Protocolo de comunicação não
funciona |
Falha na comunicação |
|
Tempo de resposta retardado |
Sincronismo afetado |
Atraso na comunicação de Rotas |
|
Rotas e Pesos iguais |
Indecisão |
Falha no controle de Rota |
Questão 4 - O seu Protótipo de Sistema
de Software de Aplicação, poderá ser visto de pelo menos 03 (três) formas
diferentes. Apresente possíveis exemplos e justificativas dele como: a)
Processo; b) Produto; e c) Serviço.
R: a) A visão como processo é originada pelo RUP (Rational
unified Process) que é o método que será usado para o desenvolvimento. Este
método segue várias normas relativas a processos, exemplos ISO 9000, ISO 12207
– Ciclo de Vida do Software. b) Para garantirmos a qualidade de
softwares aplicaremos a norma ISO 9126 que define algumas características do
software como produtos assim tentando atingir alta performance em todos os
quesitos da norma: Funcionalidade, Confiabilidade, Usabilidade, Eficiência,
Manutenibilidade e Portabilidade e as técnicas de avaliação da norma ISO 14598
.c) Na fase de teste Beta e
implantação será aplicado suporte aos usuários que usarão o sistema como todo
para vigilância da florestas.
Questão 5
- Por que o seu Protótipo de Sistema de Software de
Aplicação deve fazer parte de um Sistema de Qualidade de Software ? Justifique
e exemplifique.
R: Pois um Sistema de Qualidade de Softwares proporciona o
aumento da produtividade e a redução de custo um exemplo seria a previsão DEF
(defeito, erro, Falha). Quando ocorre um DEF onera gasto para a correção do
código. Outra vantagem é melhora da visão sobre todo o processo assim
facilitando aplicações de técnicas mais eficientes. O Sistema de Qualidade resulta em um melhor controle
desenvolvimento, facilita guiar o produto ao sucesso.
Questão 6 – Ao produzir ou acompanhar o
desenvolvimento do seu Protótipo de Sistema de Software de Aplicação,
como integrante de uma Empresa de Desenvolvimento de Software tradicionalmente
procedural, que passos mínimos, necessários e suficientes você recomendaria
para serem adotados numa Metodologia para um Programa de Qualidade?
Exemplifique uma de suas ações concretas para cada passo.
R: Recomendo a norma ISO 12207. O processo
fundamentais e composto de 5 item.
Aquisição
- Aquisição
de ferramentas e serviços para produção do softwares. Procurando verificar
sempre se o software a ser adquirido atende aos requisitos.
Fornecimento
- a
preparação de uma proposta, a assinatura de contrato, a determinação dos
recursos necessários, os planos de projeto e a entrega do software.
Desenvolvimento
- a análise
de requisitos, o projeto, a codificação, a integração, os testes, a instalação
e a aceitação do software.
Operação
- operação
do software e o seu suporte operacional aos usuários.
Manutenção
– Tempo de
reparo, eficácia da manutenção etc.
Questão 7 – A Diretoria da sua Empresa
tradicional decidiu implementar um Programa de Qualidade Empresarial composto
por: um Programa Cultural e por um Programa Técnico de Qualidade de
Software. Você foi solicitado a participar da elaboração do Programa
Técnico de Qualidade de Software, propondo e complementando a adoção de novos
modelos e métodos com mais outros 03 (três) mecanismos que possam ser
utilizados durante o desenvolvimento do seu Protótipo de Software de Aplicação.
Apresente cada um deles com suas respectivas justificativas de utilização.
R: Para a produção COMU-VIG, o processo de desenvolvimento
usado se o RUP (small Project ) que
utiliza apenas 4 fase de processo: Iniciação, Elaboração, Construção e
Transição. Este método foi adotado, devido ao software está ser de caráter
científico o que inicialmente não tem objetivos comerciais, por isso não
necessita algumas disciplina do processo RUP padrão como Modelagem de Negócio.
Isso trás uma um grande adianto em relação ao tempo de desenvolvimento.
Avaliação da qualidade do Processo será utilizada o Capability Maturity Model
(CMM). E Certificação ISO 9126, para
comprovarmos a qualidade do software como produto.
Questão 8
– O que é Certificação de Software? Por que o seu Protótipo
de Sistema de Software de Aplicação, quando estivesse totalmente pronto,
precisaria ser certificado ? Apresente pelo menos 03 (três) justificativas.
R:
A Certificação é a confirmação de que o Softwares atende todas as normas,
padrões e procedimentos especificados pelo órgão de padronização. 1-
Inicialmente este projeto é científico, mais posteriormente será
disponibilizado ao mercado. Uma Certificação aumenta a aceitação do software no
mercado. 2- Comprova que o processo utilizado foi eficaz. 3- Aumenta o potência
do software em relação ao concorrente.
Questão 9 – Um Programa de Métricas e
Medidas de Software deve fazer parte de um Programa de Qualidade
Empresarial. Cite um exemplo de Métrica e outro de Medida tanto para a
Qualidade, quanto para a Confiabilidade de Software, que poderiam vir a ser
propostos para adoção durante o desenvolvimento do seu Protótipo de Aplicativo
de Software, justificando cada um dos 04 (quatro) exemplos.
R:
Qualidade
|
|||
Métrica
|
Objetivo
|
Medida |
Objetivo
|
|
Qualidade |
Planejamento
de iteração |
Densidade de defeitos |
Nível de
Qualidade do software |
Confiabilidade
|
|||
Métrica
|
Objetivo
|
Medida |
Objetivo
|
|
Estabilidade |
Convergência |
Número e
tipo de mudanças (erro versus melhoria; interface versus implementação) |
Quantificar
a precisão dos Desenvolvedores |
Questão 10 – Um Programa de Qualidade dos “5
Ss” pode ser aplicado ao desenvolvimento de Sistemas Computadorizados e
integrado a um Programa de Qualidade Empresarial. Neste Programa dos “5 Ss”,
o que significa cada um dos “Ss” ? Apresente um exemplo de aplicação de
cada um dos “Ss” dentro do desenvolvimento do seu Protótipo de Software
de Aplicação.
R:
Seiri ->
Seleção: Seleção das ferramentas e requisitos necessárias para a construção
do COMU-VIG.
Seiton ->
Ordenação: Manter cada parte do projeto com seu objetivo, sem aplicar
redundância do código. Assim facilitando a interação com as outras partes do
projeto. Organização de artefatos também ajudará a reduzir tempo de procura dos
mesmo.
Seiso ->
Limpeza: Evitar comentários desnecessários no código e coloca-los bem
explícitos. Assim atingindo uma boa visualização do código.
Sheiketsu ->
Higiene: Manter a qualidade do peopleware
Shitsuke ->
Autodisciplina: respeito às Normas, Padrões, Processos,
Modelos,
Ferramentas
e Procedimentos adotados pela projeto. (primordial)