LISTEX 06 – CE230

 

3. Especificação de Requisitos da ListEx 6 - A ListEx 6 possui 03 (três) partes a serem realizadas por 02 (dois) Grupos de Alunos. Um Grupo deverá endereçar os Sub-Sistemas do Veículo THIPHIBIUS e o outro os Sub-Sistemas da Estação VIGILANTE, correspondendo ao 2º Nível de Integração do Projeto TRIVIG. Dessa forma, cada Grupo deverá:

 

1) Elaborar um Artefato Plano de Testes para o 2º Nível de Integração;

 

Plano de Testes do SubSistema COMU_VIG

 

2) Realizar e apresentar os resultados de 5 + ou – 2 Testes previstos no Artefato Plano de Teste s elaborado na 1ª Parte; e

 

Teste de Instalação: Instalar o sistema em várias máquinas diferentes, com configurações diferentes, para verificar toda a instalação, até eliminar todos os erros de instalação.

 

 

Teste de Desempenho: Ferramenta: Rational Quantify

 

 

Utilização do Quantify para análise de desempenho, facilitando a detecção de “gargalos” que impedem a melhor performance da aplicação.

 

 

 

 

Teste de Cobertura de Perfil:

 

 

Cobertura do código, adequação e conformidade.

 

Indicadores:

 

 

 

3) Pesquisar, aplicar e justificar a aplicação de uma das Técnicas de FTA, FMEA ou FMECA no 2º Nível de Integração.

FMEA (inglês Failure Mode and Effect Analysis)

Definição

A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta que busca, em princípio, evitar, por meio da análise das falhas potenciais e propostas de ações de melhoria, que ocorram falhas no projeto do produto ou do processo. Este é o objetivo básico desta técnica, ou seja, detectar falhas antes que se produza uma peça e/ou produto. Pode-se dizer que, com sua utilização, se está diminuindo as chances do produto ou processo falhar, ou seja, estamos buscando aumentar sua confiabilidade.

Funcionamento Básico

O princípio da metodologia é o mesmo independente do tipo de FMEA e a aplicação, ou seja, se é FMEA de produto, processo ou procedimento  e se é aplicado para produtos/processos novos ou já em operação. A análise consiste basicamente na formação de um grupo de pessoas que identificam para o produto/processo em questão suas funções, os tipos de falhas que podem ocorrer, os efeitos e as possíveis causas desta falha. Em seguida são avaliados os riscos das causas de falha por meio de índices e, com base nesta avaliação, são tomadas ações necessárias para diminuir estes riscos, aumentando a confiabilidade do produto/processo.

 

Defeito

Erros

Falhas

Inconsistência na comunicação

Protocolo de comunicação não funciona

Falha na comunicação

Tempo de resposta retardado

Sincronismo afetado

Atraso na comunicação de Rotas

Rotas e Pesos iguais

Indecisão

Falha no controle de Rota

 

1

função(ções) e característica(s) do produto/processo

2

tipo(s) de falha(s) potencial(is) para cada função

3

efeito(s) do tipo de falha

4

causa(s) possível(eis) da falha

5

controles atuais

 

COMU-VIG

1

2

3

4

5

Comunicação

Falha na comunicação

Perda do Controle da Aeronave

Interferência

Crítico

Transmissão da Rota

Atraso na comunicação de Rotas

Retardo nas Decisões

Consulta Demorada

Crítico

Controle de Rota

Falha no controle de Rota

Indecisão

Falha na Entrada de Dados

Razoável

 

Avaliação dos Riscos

Nesta fase são definidos os índices de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D) para cada causa de falha, de acordo com critérios previamente definidos (um exemplo de critérios que podem ser utilizados é apresentado nas tabelas abaixo). Depois são calculados os coeficientes de prioridade de risco (R), por meio da multiplicação dos outros três índices. 

SEVERIDADE

 

Índice

Severidade

Critério

1

Mínima

O cliente mal percebe que a falha ocorre


3

Pequena

Ligeira deterioração no desempenho com leve descontentamento do cliente



6

Moderada

Deterioração significativa no desempenho de um sistema com descontentamento do cliente


8

Alta

Sistema deixa de funcionar e grande descontentamento do cliente


10

Muito Alta

Idem ao anterior, porém  afeta a segurança.

 

COMU-VIG

  Falhas

Severidade

Falha na comunicação

10

Atraso na comunicação de Rotas

9

Falha no controle de Rota

6

 

OCORRÊNCIA

 

Índice

Ocorrência

Proporção

Cpk

1

Remota

1:1.000.000

Cpk > 1,67


3

Pequena

1:20.000 
1:4.000

Cpk > 1,00



6

Moderada

1:1000 
1:400 
1:80

Cpk <1,00


8

Alta

1:40 
1:20

 


10

Muito Alta

1:8 
1:2

 

 

 

COMU-VIG

FALHAS

OCORRÊNCIA

Falha na comunicação

8

Atraso na comunicação de Rotas

9

Falha no controle de Rota

2

 

DETECÇÃO

 

Índice

Detecção

Critério


2

Muito grande

Certamente será detectado


4

Grande

Grande probabilidade de ser detectado


6

Moderada

Provavelmente será detectado


8

Pequena

Provavelmente não será detectado


10

Muito pequena

Certamente não será detectado

 

 

COMU-VIG

  Falhas

Detecção

Falha na comunicação

1

Atraso na comunicação de Rotas

5

Falha no controle de Rota

6

 

 

OBS: Foi escolhido o FMEA por ser facilmente mensurável devido a trabalhar com índices.

 

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