Aplicação de Métricas no Subsistema Comu-Vig

 

 

 

            O objetivo deste documento é demonstrar e quantificar a eficiência do processo de desenvolvimento do Subsistema Comu-Vig e exibir o plano de correção dos tópicos deficientes, no qual foram metrificados. A avaliação foi feita através da ferramenta CASE  Borland Together Control Center.

            As métricas aplicadas foram: CC - Cyclomatic Complexity, DOIH - Depth Of Inheritance Hierarchy, NOCC - Number Of Child Classe, NOC - Number Of Classes, CR - Comment Ratio. 

           

 

Justificativa de uso das métricas sitadas

 

 

CC - Cyclomatic Complexity :  Esta métrica tem como função quantificar o número de desvios (If, while, Case)  de um algoritmo.  Esta métrica demonstra as possibilidades de caminhos que o algoritmo fornece. Tendo essa visão se pode fazer um analise de onde pode conter defeitos que não se demonstraram como erro.

 

Exemplo:

 

if (x>0) {

       x++;

   } else {

       x--;

   }

CC = L - N + 2P = 4 - 4 + 2*1 = 2

 

 

DOIH - Depth Of Inheritance Hierarchy: Esta métrica contas o baixo nível  de hierarquia de herança de uma classe ou interface é declarada. Valores altos implicam que uma classe está bastante especializada.

 

 

NOCC - Number Of Child Classe: Contas o número de classes que herdam de uma classe particular, demonstra o número de classes na árvore de herança de uma classe particular. E interessante para se ter visão da reusabilidade do software.

 

CR - Comment Ratio: Quantifica  o número de comentários, um código bem comentado facilita a interoperabilidade dos programadores.

 

NOC - Number Of Classes:  Conta o número de classes e a descriminação de complexidade do código.

 

 

 

 

 

 

 

Aplicação das métricas no código fonte

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Foi encontrado defeitos no processo de desenvolvimento em relação a métrica CR - Comment Ratio ( em azul no quadro acima ). Essa falha afeta a leitura do código por outro programador.

 

 

 

Plano para Correção dos Possíveis DEFeitos

 

 

          

Finalidade

·                    Iniciar as ações corretivas apropriadas para problemas e exceções que surgem no projeto

Passos

·                    Avaliar exceções e problemas

·                    Determinar as ações corretivas apropriadas

·                    Emitir Solicitações de Mudança e/ou Ordens de Trabalho

 

 

Avaliar Exceções e Problemas

O primeiro passo é avaliar cada um dos problemas identificados na Avaliação de Status e na Lista de Problemas. A maioria dos projetos realiza uma "Reunião de Problemas" freqüente (geralmente semanal) com essa finalidade, com a participação do gerente de projeto, do arquiteto de software e dos chefes de equipe. Para cada problema, é necessário identificar a causa e o impacto correspondente no projeto, bem como determinar quais são as opções para resolvê-lo. Você também deverá determinar se a equipe do projeto tem autoridade para implementar as possíveis soluções.

 

Determinar as Ações Corretivas Apropriadas

Para cada problema/exceção, selecione a abordagem desejada para a resolução correspondente e determine os passos necessários para implementá-la. Se essa abordagem exigir uma mudança no Plano de Desenvolvimento de Software ou nos requisitos ou design do produto, você precisará criar uma Solicitação de Mudança e implementar a mudança após o Plano de Gerenciamento de Configuração do projeto. Se a abordagem não alterar um dos planos que servem como baseline, a solução poderá ser implementada pelo gerente de projeto através da emissão de uma nova Ordem de Trabalho. Em qualquer um desses casos, se a solução escolhida estiver além da autoridade da equipe do projeto, o problema deverá ser levado à Autoridade para Revisão de Projetos de modo que seja resolvido. Por exemplo, se o Gerente de Projeto determinou que, sem a ação corretiva, a iteração atual não cumprirá a data de término planejada, a melhor ação é redefinir o escopo da iteração: se isso impactar algo que será liberado para o cliente no final da iteração, não deverá ser feito unilateralmente pela equipe do projeto.

Emitir Solicitações de Mudança e/ou Ordens de Trabalho

Após a definição da ação corretiva para cada problema ou exceção e das aprovações necessárias, o gerente de projeto documenta o trabalho envolvido e efetua Solicitações de Mudança e/ou Ordens de Trabalho para iniciar o trabalho. Em geral, ele pode retirar problemas da Lista de Problemas nessa etapa, pois o fechamento será rastreado de outra forma.

 

 

Artefatos Informados:

  • Avaliação de Status
  • Plano de Resolução de    Problemas
  • Plano de Gerenciamento de Configuração
  • Lista de Problemas

Artefatos Resultantes:

  • Solicitação de Mudança
  • Ordem de Trabalho
  • Lista de Problemas

 

 

 

Relatório Sintético

 

Atráves desta listex 5 estamos implementando técnicas importante para expressar Qualidade e quantificar o trabalho realizado.

Baseado-se neste relatório serão criadas novas ideias que melhorarão cada vez mais o software desenvolvido.

 

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