Escola Municipal 09.18.075 

Ministro Alcides Carneiro

FutSal

Futebol de salão

 

Professora Herizete


As regras abaixo foram resumidas e adaptadas aos interesses dos alunos, pois existe uma série de detalhes que são complexos e, os especialistas (árbitros e jogadores profissionais) é que têm o dever de saber.

1- A QUADRA

Dimensões

A quadra de jogo deverá ser um retângulo com o comprimento máximo de 42 m e mínimo de 25 m e com largura máxima de 22 m e mínima de 15 m . Para partidas oficiais, a quadra deverá ter, no mínimo, 30 m x 17 m .

Marcação da quadra

Todas as linhas demarcatórias da quadra devem ser visíveis, tendo 8 cm de espessura (não podendo ser sulcos cavados).
As linhas demarcatórias de maior comprimento são chamadas de linhas laterais, e as de menor comprimento, de linhas de fundo.
Na metade da quadra, é traçada uma linha divisória, de uma extremidade a outra das linhas laterais, eqüidistantes às linhas de fundo.
O centro da quadra é demarcado por um pequeno círculo com 10 cm de diâmetro. Ao redor do pequeno círculo, é fixado o círculo central da quadra, com um raio de 3 m .

Área de meta

Nas quadras com largura igual ou superior a 17 m , em cada extremidade da quadra, a 6 m de distância de cada poste de meta, há um semicírculo perpendicular à linha de fundo, que se estende ao interior da quadra com um raio de 6 m . A parte superior desse semicírculo é uma linha reta de 3 m , paralela à linha de fundo, entre os postes. A superfície dentro desse semicírculo é chamada de área de meta. Nas quadras com largura inferior a 17 m , o semicírculo tem um raio de 4 m .

Penalidade máxima

À distância de 6 m do ponto central de cada meta são marcados os respectivos sinais de penalidade máxima. De onde são cobrados os “PÊNALTIS”.

Tiro livre sem barreira

À distância de 10 m do ponto central de cada meta são marcados os respectivos sinais, de onde são cobrados os tiros livres sem barreira, nas hipóteses previstas nessas regras.

Zona de substituições

Sobre a linha lateral, do lado onde se encontram os bancos de reservas, duas linhas de 80 cm cada devem ser traçadas, ficando 40 cm para dentro da quadra e 40 cm para fora. Essas zonas devem medir 3 m da linha demarcatória do meio da quadra. Cada equipe deve utilizar o banco localizado ao lado de sua defesa.

Metas

No meio de cada área e sobre a linha de fundo são colocadas as metas formadas por dois postes verticais separados em 3 m e unidos por um travessão horizontal cuja medida livre interior deve estar a 2 m do solo. A largura e a espessura dos postes e do travessão devem ser de 8 cm e, quando roliços, ter o diâmetro de 8 cm . São colocadas redes por trás das metas, obrigatoriamente presas aos postes, ao travessão e ao solo. As redes devem estar convenientemente sustentadas e colocadas de modo a não perturbar ou dificultar a ação do goleiro.

Local para os atletas, reservas e comissão técnica

As quadras devem dispor de dois locais privativos e adequados, situados à margem das linhas laterais ou de fundo, onde ficarão sentados os atletas reservas, o técnico ou treinador, o massagista, o médico e o preparador físico das equipes.

Arremesso de meta e do goleiro

O arremesso de meta deve ser executado exclusivamente pelo goleiro e com as mãos. A bola é considerada em jogo quando sai da área de meta. Para que a jogada tenha seqüência normal, é necessário que a bola toque o piso na meia quadra do goleiro executante ou em qualquer atleta de sua quadra de jogo, respeitada a lei da vantagem.

O goleiro não pode demorar mais do que quatro segundos para executar um arremesso de meta. Quando o goleiro realiza uma defesa ou recebe a bola legalmente de um companheiro, pode lançá-la diretamente ao gol adversário, podendo ultrapassar a linha divisória do meio da quadra. Se o arremesso do goleiro, feito com as mãos, resultar tento, ele não será válido.

2- A BOLA

A bola é esférica. Nas categorias principal e juvenil, as bolas devem ter de circunferência, no máximo, 64 cm e, no mínimo, 61 cm . Seu peso deve ser, no máximo, 430 g e, no mínimo, 390 g . Nas categorias infantil e feminino, as bolas devem ter de circunferência, no máximo, 59 cm e, no mínimo, 55 cm . Seu peso deve ser 380 g (ou, no mínimo, 350 g ). Nas categorias com faixa de idade inferior ao infantil, as bolas devem ter de circunferência, no máximo, 55 cm e, no mínimo, 50 cm . Seu peso deve ter, no máximo, 330 g e, no mínimo, 300 g . Nas categorias de base, as bolas devem ter de circunferência, no máximo, 43 cm e, no mínimo, 40 cm . Seu peso deve ter, no máximo, 280 g e, no mínimo, 250 g . Além das exigências dos itens anteriores, a bola, atirada de uma altura de 2 m , não pode, em seu primeiro salto, ultrapassar 65 cm de altura nem saltar mais do que três vezes consecutivas.


3 – NÚMERO DE ATLETAS E SUBSTITUIÇÃO

A partida é disputada entre duas equipes compostas, cada uma, por no máximo cinco atletas, um dos quais, obrigatoriamente, é o goleiro. É vedado o início de uma partida sem que as equipes contenham um mínimo de cinco atletas, assim como não é permitida sua continuação ou prosseguimento se uma das equipes, ou ambas, ficar reduzida a menos de três atletas. O número máximo de atletas reservas, para substituições, é sete.

É permitido um número indeterminado de substituições "volantes", a qualquer tempo do jogo, sem necessidade de paralisação do cronômetro, exceção feita ao goleiro, que somente pode ser substituído com a bola fora de jogo. Um atleta que tenha sido substituído pode voltar à partida em substituição a outro. A substituição volante realiza-se quando a bola está em jogo e deve ser subordinada às seguintes condições: o atleta que sai da quadra de jogo deve fazê-lo pela linha lateral, nos 3 m correspondentes ao lado onde está o banco de reservas de sua equipe (zona de substituição), mas nunca antes de o atleta substituído transpor completamente a linha lateral; o atleta que entra na quadra de jogo deve fazê-lo pela mesmo local, no setor chamado zona de substituições; é vedada a substituição do goleiro por ocasião da cobrança de tiro livre direto ou indireto (exceto na cobrança de penalidade máxima, em caso de contusão grave por ele sofrida, comprovada pelo árbitro e confirmada pelo médico ou, na ausência deste, pelo massagista, ou em caso de expulsão). Qualquer atleta substituto está submetido à autoridade e jurisdição dos árbitros, seja ou não chamado a participar da partida. A substituição completa-se quando o substituto entra na quadra de jogo e o substituído a deixa totalmente. A troca de posição entre o goleiro e os demais atletas participantes da partida pode ser feita; entretanto, deve ser previamente autorizada por um dos árbitros e no momento em que o jogo está paralisado.

É vedada a substituição do goleiro por ocasião da cobrança de tiros livres direto ou indireto (exceção na cobrança de penalidade máxima), salvo em caso de contusão grave por ele sofrida, comprovada pelo árbitro e confirmada pelo médico ou, na ausência deste, pelo massagista, ou em caso de expulsão.

A substituição completa-se quando o jogador deixa a quadra de jogo e o outro entra no jogo em seu lugar.

As posições dos jogadores em quadra são as seguintes:

·          Goleiro

·          Fixo

·          Alas (direito e Esquerdo)

·          Pivô

O goleiro defende a meta e, com a exceção dos sistemas em que ele atua fora da área, deve ser posicionado na meia-quadra defensiva junto à meta. 

O fixo deve ser posicionado na meia-quadra de defesa. Se o sistema exigir, além de este ser posicionado na defesa, ele deve estar no centro da quadra. 

Os alas devem ser posicionados nas laterais da quadra, seja na meia-quadra de ataque ou de defesa. 

O pivô deve ser posicionado na meia-quadra de ataque.


4 - EQUIPAMENTOS

É vedado ao atleta o uso de qualquer objeto reputado pelo árbitro como perigoso ou nocivo à prática do esporte. O equipamento dos atletas é composto de camisa de manga curta ou comprida, calção curto, meias de cano longo, caneleiras e tênis (confeccionados com lona, pelica ou couro macio, com solado e revestimento lateral de borracha ou material similar). É terminantemente proibido o uso de camisa sem manga e de sapatos com solado de couro ou pneu ou que contenham travas. As caneleiras devem estar completamente cobertas pelas meias e ser confeccionadas em material apropriado que ofereça proteção ao atleta. O goleiro deve usar uniforme com camisa de cor diferente dos demais atletas e é permitido a ele, com exclusividade para fins de proteção, o uso de calça de agasalho. O atleta que não se apresenta devidamente equipado, desatendendo, assim, às exigências dessa regra, é retirado da quadra de jogo temporariamente e só pode retornar à disputa da partida com a autorização do árbitro, no momento em que a bola está fora do jogo e quando é verificada a regularidade do equipamento.


5 - DURAÇÃO DA PARTIDA

1- Iniciação I:
(Chupetinha) Crianças com 6 anos, ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 8 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 8 minutos será dividido em 2 períodos de 4 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.

2- Iniciação II:
(Mamadeira) Crianças com 7 anos, ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.

3- Fraldinha:
Crianças com 8 e 9 anos ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.

4- Pré Mirim:
Crianças com 10 e 11 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.

5- Mirim:
Crianças com 12 e 13 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 12 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 12 minutos será dividido em 2 períodos de 6 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.

6- Infantil:
Atletas com 14 e 15 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 15 minutos.

7- Infanto JUVENIL:
Atletas com 16 e 17 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 15 minutos.

6 - FALTAS (INFRAÇÕES)

* FALTAS TÉCNICAS

Considera-se falta técnica aquela em que o atleta comete, intencionalmente, uma das seguintes infrações:

Ø       Dar ou tentar dar pontapé no adversário;

Ø       Calçar o adversário, isto é, derrubar ou tentar fazê-lo usando as pernas, agachando-se na frente ou por trás dele;

Ø       Pular ou atirar-se sobre o adversário;

Ø       Trancar o adversário de maneira violenta e perigosa;

Ø       Trancar o adversário por trás, a menos que por ele esteja sendo obstruída a jogada;

Ø       Bater ou tentar bater em adversário ou lançar-lhe uma cusparada;

Ø       Segurar um adversário com as mãos ou impedi-lo de ação com qualquer parte do braço;

Ø       Empurrar o adversário com o auxílio das mãos ou dos pés;

Ø       Trancar o adversário com o ombro;

Ø       Projetar-se ao solo, deliberadamente, e com o uso dos pés tentar tirar que esteja sendo jogada ou de posse do adversário;

Ø       O atleta segurar ou desviar a bola intencionalmente carregá-la, ou batê-la ou impulsioná-la com a mão ou braço, excetuando-se o goleiro dentro de sua área de meta.

PUNIÇÃO

Será punido com a cobrança de um tiro livre direto a ser executado pela equipe adversária no local onde ocorreu a infração, se cometida fora da área de meta do infrator.

Na hipótese dessa ocorrência ser dentro da área de meta, uma penalidade máxima será cobrada pela equipe adversária. Uma penalidade máxima deverá ser assinalada qualquer que seja a posição da bola no momento que a falta é praticada dentro da área de meta do infrator e que a bola esteja em jogo.

* FALTAS PESSOAIS

Pratica falta pessoal um atleta que comete intencionalmente uma das seguintes infrações:

Ø       Jogar perigosamente, inclusive tocando no goleiro, ao tentar tirar a bola das mãos deste após a mesma ter sido agarrada e estar retida em suas mãos;

Ø       Quando, sem a posse ou domínio da bola obstruir, intencionalmente, um adversário correndo entre a bola e o mesmo de maneira a formar um obstáculo às pretensões do adversário em relação à bola;

Ø       Trancar o goleiro, salvo se este se encontra fora de sua área de meta;

Ø       Sendo o goleiro:

o         Arremessando a bola com as mãos ou movimentando-a com os pés, dentro de sua área de meta, não poderá ultrapassar a linha demarcatória central da quadra sem antes bater no solo (excluída sua área de meta) ou em qualquer atleta colocado na própria meia quadra do goleiro aqui classificado, salvo se, ultrapassando a referida linha divisória central, ficar de posse do atleta da equipe adversária. Se esta situação não for obedecida, a equipe do goleiro infrator será punida com um tiro livre em favor da equipe adversária, ordenando o árbitro a imediata reposição da bola em jogo e colocada em qualquer ponto da linha demarcatória do meio da quadra.

o         Toca ou controla a bola com suas mãos depois que um seu companheiro a tenha passado deliberadamente com o pé.

o         Toca ou controla a bola com suas mãos depois de um arremesso lateral efetuado por um seu companheiro, passando-lhe diretamente.

o         Toca ou controla a bola com suas mãos ou com os pés por mais de 4(quatro) segundos, em qualquer parte da quadra de jogo.

o          Após haver soltado a bola ou arremessado-a com as mãos ou movimentado a mesma com os pés volta a recebê-la de um companheiro de equipe sem que a bola tenha antes ultrapassado a linha demarcatória do meio da quadra ou tenha sido jogada ou tocada por um adversário.

Ø       Obstruir a jogada, prender a bola com os pés ou evitar com o corpo sua movimentação, estando o atleta caído, exceto se for o goleiro, dentro de sua área de meta;

Ø       Tocar na bola, em jogo, um atleta que não esteja devidamente equipado;

Ø        Usar expressão verbal ou vocal para enganar atleta adversário, fingindo ser seu companheiro de equipe e tirado vantagens do lance;

Ø       Ficar parado na frente do goleiro adversário com o propósito de obstruir sua visão e dificultar a sua ação ou movimentos;

Ø       Permanecer a bola mais de 04 segundos dentro da própria área de meta e estando a mesma em condições de jogo ou de ser jogada. A falta pessoal incidirá sobre o último atleta que tenha tocado na bola quando da caracterização desta infração;

Ø       Persistir os atletas, quando de posse de bola, na troca de passes com o deliberado propósito de ganhar tempo ou retardar o andamento da partida, estejam colocados dentro ou fora da respectiva área de meta;

Ø       Imobilizar a bola, dentro ou fora de sua área de meta, com o domínio dos pés, por mais de 04 segundos, estando a mesma em condições de ser jogada;

Ø       Levantar os pés para chutar para trás (bicicleta) ou chutar com o calcanhar e, mesmo sem intenção, atingir o adversário próximo à jogada ou tentar atingi-lo perigosamente;

Ø       Praticar qualquer jogada, sem visar o adversário mas, involuntariamente, atingi-lo ou tentar atingi-lo perigosamente.

PUNIÇÃO

Será punida a equipe infratora, com a cobrança de um tiro livre indireto a ser executado, pelo adversário, no local onde ocorreu a infração, se cometida fora da área de meta do infrator. Se cometida dentro da área de meta do infrator, o tiro livre indireto deverá ser executado sobre a linha de (seis) metros da área de meta e o mais próximo do local onde ocorreu a infração.

* FALTAS DISCIPLINARES

Consideram-se faltas disciplinares, com a cobrança dos atletas, técnicos ou treinadores, massagistas, médicos e preparadores físicos, qualquer das seguintes infrações:

Ø       Entrar na quadra de jogo para recompor sua equipe antes de transcorridos os 2 (dois) minutos de expulsão temporária ou de sua equipe ter sofrido um tento;

Ø       Infringir, persistentemente as regras de jogo;

Ø       Demonstrar por palavras ou atos divergências das decisões tomadas pelo árbitro;

Ø       Ser responsável por indisciplina cometida;

Ø       Trocar o seu número de camisa sem avisar o anotador é o árbitro;

Ø       Dirigir-se na quadra de jogo, durante a partida, ao árbitro principal, ao árbitro auxiliar, ao anotador e ao cronometrista para deles reclamar ou discordar ou, para discutir com o público;

Ø       Numa interrupção da partida, estando a bola junto ou indo em direção do atleta e este afastar-se, propositadamente, deixando a bola passar para retardar o reinício da partida.

PUNIÇÃO

Se a partida for interrompida para aplicação de pena disciplinar prevista nesta regra, o reinício da mesma dar-se-á com a cobrança de um tiro livre indireto no local onde se encontrava a bola no momento da paralisação, salvo se esta se encontrava dentro da área de meta adversária quando a bola deverá ser colocada sobre a linha de (seis) metros da área de meta e no local mais próximo de onde ocorreu a paralisação. A interrupção da partida em hipótese alguma poderá beneficiar a equipe infratora, devendo o árbitro deixar prosseguir a jogada e, na conclusão do lance, adotar as medidas disciplinares necessárias, salvo se a bola, quando da infração, estiver de posse de atleta da equipe infratora. Se na ocorrência da infração a partida estiver paralisada, o árbitro aplicará, ao infrator, a pena disciplinar de advertência.

 


Se você quiser saber mais, visite alguns destes links:

http://www.pedagogiadofutsal.com.br

http://alepereira.vilabol.uol.com.br/regras.htm  

http://www.futsal.com.br/perg_resp4.asp

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