CONTOS - 3
Era dois
anos mais velha do que eu, e naturalmente mais rodada, ensinou-me
muito, tinha muito mais liberdade que a maioria das raparigas
com que eu já tinha namorado, e levava-me para sua casa
onde tinha uma arrecadação no quintal em que os
pais não entravam. Aí nesse refúgio com ela
fiz tudo o que a nossa juventude nos ditava, foi ela a bem dizer
que me desvirginou, e que me tirou a vergonha do corpo.
A primeira vez que estivemos sós apenas
nos beijámos apaixonados mas eu apercebi-me que ela me
deixava ir até onde eu quisesse e eu pedi-lhe para termos
relações, confessando-lhe que era virgem com raparigas.
Ela foi compreensiva e mandou-me ir ter com ela a sua casa. Quando,
no dia seguinte lá cheguei ela levou-me para a sua arrecadação
e beijou-me, eu deixei que ela fizesse tudo, despiu-me e despiu-se
também e levou-me para a cama onde me deitou e se satisfez
montada em mim levando-me às nuvens por três vezes
nesse dia.
O resto do nosso namoro foi um acumular de experiências
sexuais e de tardes passadas no seu refúgio, mas dentro
de mim continuava a crescer, sem eu me aperceber, a necessidade
de ter algo mais, e houve um dia em que dei por mim a vestir a
roupa dela e a usar o seu guarda roupa enquanto ela me observava,
excitava-me imenso sentir que era uma rapariga desejada por outra.
Ela estava sempre aberta a estas novas experiências e não
se fazia rogada, não sei como ela lá percebeu as
minhas tendências e quando eu a possuía vestido com
as suas roupas ela ia metendo os seus dedos no meu anus levando-me
ainda mais ao auge do prazer, até que um dia ela perguntou-me
se eu queria que ela me penetrasse com o seu vibrador e acedi,
nesse dia apenas fizemos sexo anal e eu acabei também por
a possuir pelo seu anus.
Tinha chegado o dia da revelação
em que eu me apercebi de que aquilo que mais gostava era de ser
uma menina e de ser possuída por trás. Fui franco
com ela e expliquei-lhe os meus desejos e fantasias, ela
escutou-me e creio que foi compreensiva comigo, propôs-me
convidar algum amigo para fazermos uma experiência e eu
acedi, mas não foi necessário esperar muito, os
acontecimentos dos dias seguintes iriam precipitar as minhas opções.
Numa sexta feira, estavam os meus pais em Milão,
numa viagem de trabalho, ligaram-me, a meio da tarde, o meu pai
muito aflito porque se tinha esquecido de colocar no correio uns
documentos importantes para o chefe dele. Como o chefe (Valter)
morava perto de nossa casa, pediu-me para ir lá a casa
entregar-lhos pessoalmente. Assim fiz. Peguei na pasta e fui a
casa do Valter.
É uma vivenda com um jardim grande e com
uma zona nas traseiras muito bonita, com piscina. Cheguei a casa
dele e toquei á campainha do portão uma série
de vezes. Como ninguém me respondia e o portão está
só encostado, resolvi entrar e procurar outra entrada nas
traseiras. Ao circundar a casa, vi á distância duas
pessoas junto á piscina. Aproximei-me mais um pouco e vi
o Valter deitado numa espreguiçadeira e uma loira completamente
nua, para aí com 30 anos ajoelhada ao lado dele a chupar-lhe
o pénis. O corpo do Valter é quase perfeito. Musculoso
e moreno. A loira continuava a chupar com todo o empenho e ele
estava a gostar. De repente, o Valter tirou-o da boca dela, virou-a
de costas para ele, ela colocou-se de gatas e ele montou-a, espetando
com muito vigor.
Eu nunca tinha visto um casal a ter relações
ao vivo e fiquei, por isso, completamente hipnotizado. Para mais
percebi que a mulher tinha um pénis erecto e fiquei completamente
espantado, nunca tinha visto um transexual. Recuei mais um bocadinho,
com medo que eles me vissem e fiquei á espreita a ver tudo.
Quando parecia que ele ia ter um orgasmo, inclinou-se, agarrou-a
pelos cabelos e puxou-a para trás, mexendo-se com toda
a força, começou a arfar e explodiu num orgasmo
que se deve ter ouvido em toda a vizinhança.
Assustado, fui-me embora para casa, não
conseguia parar de pensar no que vira. Nessa noite mal preguei
olho, pensava naqueles corpos que se amavam à beira da
piscina, sem preconceitos e sem vergonha, um homem que possuía
um transexual e ambos tendo um prazer imenso, seria o que me estava
destinado a acontecer? O certo é que nessa noite não
pude deixar de experimentar a quase totalidade do guarda roupa
da minha mãe e de me masturbar por várias vezes
com essas imagens na mente, adormeci vestido de menina e com uma
banana espetada no meu anus.
Na manhã seguinte, quando acordei, excitado,
tive que me acalmar e preparar-me para ir novamente a casa do
Valter para entregar os documentos, o meu pai dissera que era
importante que ele os recebesse ainda naquele fim-de-semana. Mais
uma vez fui pelas traseiras, desta vez com medo (ou curiosidade)
a pensar no que poderia encontrar. Podem imaginar o meu alivio
quando vi o Valter sozinho. Estava sentado numa das mesas, com
um roupão branco, a ler o Expresso e a tomar o pequeno
almoço. "Bom dia Dr. Valter!", disse eu, "Está
bom? O meu pai pediu-me para lhe entregar estes documentos",
"sim, ele falou-me", disse ele. E quanto ele me cumprimentava,
só conseguia pensar na cena da noite anterior.
"Por favor, sente-se e beba um café
comigo, enquanto analiso os documentos..."
"Tenho mesmo que ir, desculpe..." comecei
eu a dizer, mas ele interrompeu-me "por favor, insisto..."
Não tive outro remédio senão
aceitar, e sentei-me em frente dele a beber um café. Quando
ele se sentou e pegou nos documentos, o seu roupão abriu
um pouco e ficou a ver-se o seu pénis, que estava ligeiramente
dilatado. Nunca tinha visto um tão grande e tão
bonito. Tentei virar a cara e controlar os meus instintos, mas
só me conseguia lembrar da noite passada. Estava a sentir
uma "comichão" características no meio
das pernas e estive uma eternidade a olhar directamente para o
seu pénis, não ouvindo nada do que ele dizia.
De repente ele levantou-se, deixando cair o cinto
do seu roupão, que ficou entreaberto. Quase me engasgava
ao ver o que ele estava a fazer, mas fiquei imóvel a olhar
para ele. Deu um passo em frente e o seu membro ficou a um palmo
da minha cara. Pegou nele e levou-o aos meus lábios. Esfregou-o
nos meus lábios e depois recuou.
"Vá lá, não dói
nada...", disse ele enquanto o esfregava mais uma vez nos
meus lábios. Eu, lentamente, levei a minha mão ao
seu pénis e abri os meus lábios deixando-o introduzi-lo
na minha boca. Senti-lo na minha boca era inebriante, por alguma
razão não conseguia resistir ao Valter. Ele colocou
ambas as mãos na minha cabeça e começou um
vai vem constante.
Tinha que admitir a mim mesmo que não
só ia deixar este homem possuir-me como o queria ardentemente.
O meu corpo parecia que estava a arder à medida que ele
ia e vinha dentro da minha boca, como se tratasse da vagina de
uma mulher. Eu estava maravilhado com a sensação
da pele sedosa e das veias do seu membro. Passado pouco tempo,
o corpo do Valter ficou tenso e o seu pénis começou
a disparar jactos de esperma directamente na minha boca. O meu
corpo tremeu e tive o primeiro orgasmo da minha vida que foi não
provocado pelo contacto físico com o meu pénis.
Depois de eu lamber o seu membro até á última
gota, ele levantou-me e sem dizer uma palavra, deu-me um beijo
na minha boca ainda cheia de esperma. Nuca um beijo me soube tão
bem. Enquanto me beijava, desapertou-me a camisa.
"ohh não!" disse eu, enquanto
ele me deitava numa cama da piscina e me metia a mão pelos
calções e cuecas, começando e empurrá-los
para baixo.
"Estás pronto", perguntou ele
enquanto guiava o meu pénis para a sua boca, e o lambia
limpando a porcaria que eu tinha acabado de fazer, de seguida
foi a vez de ele me levar ao infinito e de eu ejacular na sua
boca.
Deitámo-nos os dois na mesma cama da piscina
e ficámos abraçados enquanto os nossos lábios
se cruzavam, talvez por uma longa meia hora sentimos o nosso desejo
crescer novamente, então o Valter levantou-me e levou-me
ao colo para dentro de sua casa, directamente para o seu quarto,
e deitou-me na sua cama. Despiu-se por completo e eu também,
foi então que ele virou-se para mim e perguntou-me se eu
não queria ser a sua menina especial.
Eu respondi-lhe que sim e ele indicou-me o guarda
roupa, que eu sem grande surpresa vi que estava carregado de apetrechos
de toda a ordem desde lingerie feminina até alguns vestidos
bem decotados e femininos, passando por vibradores e outros apetrechos.
Com ajuda do Valter transformei-me e depressa
fiquei na sua menina, quando ele me tomou novamente nos braços
eu sentia-me a sua menina e, foi nesse dia que ele me baptizou
de Elia, dizendo-me palavras doces levou-me novamente para a cama
onde me começou a beijar e explorar o corpo com as suas
grandes mãos.
"Por favor Valter, não devíamos..."
murmurei eu, enquanto o meu anus ia á procura do seu membro.
Pensei na minha namorada e sabia que era tarde de mais. Estava
tão excitado que o meu pénis estava literalmente
a rebentar e parecia que o meu anus tinha um íman para
o membro do Valter. Ele dificilmente entrou em mim e com impaciência
teve de lubrificar o meu anus e o seu membro, mas depois de uma
só investida enfiou metade do seu enorme sexo.
"Ohhhhhhhh, ai!" gritei enquanto tinha
uma espécie de convulsões. Nunca tinha sentido um
membro dentro de mim e este que era tão grande e tão
grosso, maior que o vibrador da minha namorada, e ainda só
tinha enfiado metade. Na sua próxima investida, enterrou-o
por inteiro e tive o maior orgasmo da minha vida "Ohhhhh,
Meu Deus Valter, estou-me a vir...ai!!!!".
Ele inclinou-se e deu-me um beijo. Eu não
queria acreditar no que estava a acontecer. Após ser completamente
fiel à minha namorada, aqui estava eu deitado, a deixar
que o patrão do meu pai (e logo o patrão!), enterrasse
o seu sexo no meu buraco esfomeado.
"Foda-se! És uma menina muito quente!"
á medida que me penetrava cada vez mais depressa, "o
teu homem vai ser um homem de sorte".
Possuiu-me com força durante mais uns
minutos e depois veio-se mais uma vez, desta vez dentro do meu
anus. Era como se eu fosse o seu escravo sexual. Passei o resto
do dia em sua casa. Ele teve-me de todas as maneiras e feitios.
Vestiu-me todas as roupas e adereços do seu guarda roupa
e fez-me desfilar só para ele.
Quando a noite chegou, eu era dele completamente.
Eu sabia que faria o que ele quisesse, desde que ele me satisfizesse
com o seu pénis maravilhoso. Só cheguei a casa por
volta das 5 da manhã de domingo e passei o dia inteiro
no sofá a pensar no dia anterior.
Não fiquei muito surpreendido quando o
meu pai telefonou no fim desse dia a dizer que tinham aparecido
mais uns problemas e que teria de continuar em Milão mais
duas semanas. Disse-me ainda que sem saber porquê, o Valter
o tinha promovida a Director de Marketing para os assuntos internacionais
e que por isso iria ter que viajar mais vezes. Porque será?...
As minhas aventuras começaram aqui, estive
mais umas quantas vezes com o Valter mas é melhor não
contar por agora...
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Se
tens alguma aventura para contar e pensas que não tens
jeito, ou me quiseres contar algumas das tuas experiências,
não te envergonhes
Escreve-me para [email protected]