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Este relatos são em parte ficção, mas têm muito da realidade. Passaram-se há cerca de 20/24 anos. Desde essa altura, a minha vida mudou bastante.
Eu tinha cerca de 16 anos. Os meus pais eram impecáveis, tomavam conta de mim tanto emocional como financeiramente e por isso nunca me tinha passado pela cabeça enganá-los. No entanto, a minha promiscuidade começou quase por si só, sem nenhuma acção premeditada da minha parte. Antes de avançar mais, deixem-me falar-vos um pouco sobre mim.
Actualmente chamo-me Elia, tenho 40 anos e vivo em Alenquer. Tenho 1,75 de altura e peso 69 kg. Tenho cabelos aloirados, olhos castanho esverdeados claros e pode-se dizer que tenho um corpo muito bem feito, á custa de muito exercício. Os meus pais eram Directores de Marketing de uma multinacional. Eu tenho uma Licenciatura em Design e Publicidade, mas como os meus pais ganham muito bem e preferem que eu não trabalhe, eu não me importo muito, ainda comecei a dar aulas, mas depressa desisti da ideia.
Como eu disse, há cerca de vinte e quatro anos deram-se os eventos que iriam mudar a minha vida por completo, nessa altura morava com os meus pais em Cascais.
O MEU PROF.
Eu tinha eu uns 16 anos e estava curioso, não sabia ainda o que decidir quanto à minha sexualidade, por um lado as raparigas atraiam-me de uma forma animal, mas sentia que não era tudo e que havia mais para além delas.
Quando era mais novo tinha aprendido que a masturbação me dava algum prazer e não sei como comecei a vestir-me secretamente como uma rapariga, usando algumas peças de roupa da minha mãe e quando o fazia não conseguia de deixar de me masturbar continuamente.
Na escola entre colegas ouviam-se alguns rumores quanto a um professor novo que nós tínhamos, e foi então que eu me decidi. Pedi ao meu prof. que me desse algumas explicações.
Depois de muito insistir finalmente ele aceitou ir a minha casa. Chegada a 4ª feira lá estava ele a bater à porta. Abri eu porque os meus pais tinham saído. Tinham ido ao Teatro e só deveriam voltar ao fim da noite.
De imediato, para minha surpresa, vi que o meu prof. parecia muito mais novo sem o seu fatinho e gravata, fiquei um pouco surpreso sem conseguir disfarçar.
Ele viu que eu estava surpreso e disse-me que também gostava de se vestir mais desportivamente.
Disse-lhe que ele estava muito melhor assim com esta roupa e que até então eu nunca tinha reparado que ele era um homem tão atraente, fiquei um pouco corado quando lhe disse isso, mas ele não se atrapalhou e também me gabou.
Eu tinha vestido, eram só uns jeans velhos e um pouco rotos e uma t-shirt que deixavam ver as minhas fracas formas que começavam a despontar.
Decidimos começar a aula, mas eu reparei que ele não tirava os olhos de cima de mim, eu devo ter começado a ficar um pouco vermelho e senti-me quente. De repente, levantei-me e pedindo desculpa, fui á cozinha beber um pouco de água,
Quando dei por mim o meu prof. tinha vindo atras de mim e estava na porta da cozinha novamente a olhar para mim.
Perguntou-me se eu só tinha mesmo 16 anos.
Eu disse que sim depois ele atreveu-se e perguntou-me se eu tinha alguma namorada.
Eu respondi que não, tinham-se-me varrido da memória todas as pretendentes, ele disse-me para eu lhe dar também um pouco de água e ficou a ver-me subir a uma cadeira para tirar um copo e depois quando fui ao frigorífico.
Estava eu a servir a água quando ele apanhou a minha mão que lhe estendia o copo e a acariciou levemente.
Eu surpreso e excitado não reagi e deixei a minha mão ficar na dele, ele conduziu-me pela mão para a sala e em vez de nos sentarmos à mesa de trabalho levou-me para o sofá e sentou-me ao seu lado.
Eu não sabia o que fazer, ele acariciou-me o cabelo e perguntou se me podia beijar, eu não consegui dizer nada, mas os meus olhos devem ter falado por mim, e de imediato senti o calor dos seus lábios procurar a minha boca.
Fechei os olhos e deixei-me levar num beijo profundo, sentia o meu coração descompassado e mais forte que nunca, pela primeira vez estava com um adulto do mesmo sexo, nada que se comparasse às pequenas investidas com alguns dos meus colegas e ou mesmo de algumas raparigas que já tinha beijado.
Abri os olhos e afastei-o levemente fitei os seus olhos de um azul profundo e senti o desejo que o percorria, ele também deve ter lido o mesmo nos meus olhos e senti a sua mão a percorrer-me as pernas.
Depois tudo se passou como num filme que ainda hoje me parece difícil de esquecer e de deixar de recordar, ele perguntou-me se eu era virgem e eu respondi que sim, disse-me que era melhor irmos para o meu quarto, e quando entrei ele ficou a mirar tudo e perguntou-me se eu não tinha nenhuma roupa mais feminina, eu não sabia o que lhe dizer, como teria ele adivinhado que eu escondia algumas peças de roupa interior e vestidos que tinha conseguido roubar às minhas vizinhas?
Não me desfiz e pedi-lhe que esperasse à porta do quarto, corri a abrir os meus locais secretos e rapidamente vesti um vestido, apanhei o cabelo com uma fita, pintei-me, compus o peito com um pouco de papel e em menos de 5 minutos tinha mudado por completo o meu aspecto.
Quando abri a porta do quarto, lá estava ele à minha espera, disse-lhe entra amor, na minha voz mais feminina possível e estendi-lhe a mão.
Ele entrou e de imediato tomou-me nos braços e apertando-me beijou-me novamente, conduziu-me para a cama e deitou-me, estendendo-se ao meu lado.
Eu então comecei a despir a roupa que ele trazia, tirei-lhe a camisa e comecei a desapertar o cinto e calças, para minha surpresa ele trazia umas cuequinhas bem mais femininas que as minhas, de um rosa suave e estava totalmente rapado.
O seu desejo era tanto que o seu sexo estava de fora das cuequinhas, era bonito de se ver, e eu ainda fiquei mais excitado.
Senti as suas mãos a procurarem o meu sexo por baixo do vestido e também o meu sexo já estava de fora das minhas cuequinhas, enquanto sentia as suas mãos a percorrerem o interior do meu vestido, não consegui resistir ao seu pénis e tomei-o na minha boca sofregamente, era a primeira vez que eu tentava chupar um, e ele de imediato puxando-me para cima dele também começou a chupar no meu.
Que loucura que eu senti ao sentir aquele membro grande na minha boca enquanto ele mais experiente começava a chupar fortemente o meu sexo o nosso desejo era tanto que em dois minutos não pudemos evitar virmo-nos na boca um do outro.
Depois mais calmamente beijamo-nos e passamos a tarde toda a acariciarmo-nos e dar prazer um ao outro.
Nesse dia apenas fizemos sexo oral, e pode-se dizer que continuei virgem, mas a nossa amizade começava a tornar-se forte. Passados dias quando nos encontra-mos novamente, desta vez, em casa dele, descobri muito mais sobre relações orais e sobre o prazer, mas com ele apenas aprendi que dois homens podem satisfazer-se mutuamente com a boca.
Infelizmente descobri mais tarde que o meu prof. me traía com algumas colegas e afastei-me magoado sem sabe o que pensar.
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