CONTO I
Tinha 19 anos, época de fim de aulas, e estava todo
contente de entrar em férias. Tinha recebido um telefonema
de duas amigas que tinham ido de comboio para a Alemanha, e que
me incitavam a ir ter com elas. Como estava sem dinheiro, o avião
estava fora de hipótese e se fosse de comboio gastava o
dinheiro todo na viagem, o que não me apetecia nada.
Em conversa com um amigo, ele tinha-me contado que já tinha
viajado à boleia em camiões TIR que faziam transportes
na Europa. Bastava ir de madrugada a um bar onde os motoristas
costumavam tomar o pequeno almoço, e tentar convencer um
deles a levar-me.
Ainda era de noite, meti-me no autocarro, com a mochila na mão,
e aí fui eu tentar a minha sorte. Cheguei ao local e de
facto estava apinhado de motoristas que conversavam com grande
ruído.
Como tinha o cabelo alourado e bastante comprido e levava calções
por causa do calor, senti os olhares convergiram logo todos para
mim. Dirigi-me ao balcão e perguntei ao empregado como
fazer para saber quem ia para a Alemanha. Ele indicou-me um grupo
que conversava numa mesa. Perguntei a um deles:
- Desculpe, algum dos senhores vai para a Alemanha?
Um deles olhou fixamente para mim, e disse:
- Eu vou só até Barcelona, mas a partir daí
será fácil arranjares outra boleia. Vamos embora
que eu já estava de partida.
Levantou-se, pagou a conta e dirigiu-se para a porta. Eu seguia-o
um pouco nervoso.
Entrámos para o camião e começámos
a rodar. A minha T-shirt teimava em colar-se ao corpo, realçando
as minhas formas, e os calções deixavam ver quase
totalmente as minhas pernas. Ele olhava para mim de vez em quando,
apreciando o que via.
- Como te chamas? perguntou
- Didi.
- Eu sou o Alfredo.
Não estavamos a andar há mais de meia hora quando
ele parou o camião na berma da estrada. Virou-se para mim
e começou a acariciar-me as pernas.
- Olhe, não pense que eu sou uma rapariga porque não
sou. Disse eu com a voz trémula.
- Eu não penso nada mas não me digas que não
podemos brincar um bocadinho.
E continuou a afagar-me as pernas até chegar às
virilhas. Eu comecei a sentir-me excitado e não consegui
esbocar qualquer tentativa de o rejeitar.
- Vamos ali para trás. Disse ele, apontando a cama por
detrás do banco.
Obedeci e comecei a despir-me, mas ele estava com tanta pressa
quem nem me deixou tirar a T~shirt. Saltou para cima de mim e
encostou-me o pénis à barriga esfregando-o energicamente.
A relação não durou muito pois ele estava
tão excitado que ejaculou passados um ou dois minutos.
Levantou-se, puxou as calças e sentou-se novamente ao volante,
retomando de novo a marcha.
Eu sentei-me também, compus a roupa e fingi ver a paisagem.
Ficámos em silencio durante algum tempo. Eu sentia o esperma
dele escorrer-me pela barriga e pedi-lhe algo para limpar, ele
estendeu-me os lenços e nada disse o resto do dia.
Ao fim da tarde quando começou a escurecer parámos
para comer qualquer coisa. Jantámos num pequeno restaurante
à beira da estrada e voltámos para a cabine do camião.
- Agora vais fazer-me uma mamada. Disse ele sem pudor, enquanto
tirava o pénis para fora.
Eu ajoelhei-me e comecei a chupar-lhe o membro. Nunca tinha feito
isto antes, mas não quis mostrar nervosismo e tentei fazer
o melhor que podia. Não desgostei de sentir aquela pele
macia e quente, e de sentir o pénis quase estalar com a
erecção. Ele começou a gemer e agarrou-me
com força pelo cabelo. Percebi que estava quase a ter o
orgasmo, e pouco depois senti um jorro quente na minha boca. Continuei
a chupar até ele cair para o lado e largar a minha cabeça.
Fiquei com o esperma na boca, sem saber o que fazer. Ele, ao aperceber-se
do meu problema, disse:
- Ou engoles ou vais lá fora cuspir. Mas não me
sujes o camião.
Como estava um pouco descomposto e tive vergonha de sair, resolvi
engolir o liquido. A sua textura gelatinosa deixou-me uma certa
impressão na boca, mas não me deixei descair e fingi
que estava tudo bem.
De seguida ele tomou-me de quatro e agora já satisfeito
deixou-me ser eu a comandar os movimentos, era o que eu queria,
finalmente podia satisfazer a minha curiosidade no seu membro
duro e calejado.
Ele estava por cima da mim e eu de costas para ele, podia acariciar-me
e fui-me estimulando enquanto ele me acariciava o peito, logo
começei a sentir que me estava a vir e pedi-lhe que me
tomase de frente, ele virou-me no ar e empurrou-me as pernas para
traz, enfiando todo o seu membro por mim a dentro, e então
sim gostei do meu primeiro camionista.
No dia seguinte, continuámos a viagem, e quase a chegar
a Barcelona ele virou-se para mim e exclamou:
- Bem, estamos quase a chegar. Eu vou-te deixar aqui num bar onde
costumam parar muitos camionistas, tenho a certeza que arranjas
boleia num instante.
- Ah, obrigado.
- Mas antes, temos de dar mais uma para a despedida.
E pára o camião na berma, e faz-me sinal para passar
para trás do banco. Baixei as cuecas e ele pôs-se
em cima de mim. Como estava mais aliviado demorou bastante mais
tempo, o que me permitiu também eu ter um orgasmo.
Passado pouco tempo chegámos ao tal sitio que ele tinha
dito, e despedimo-nos.
Eu entrei e repeti a minha estratégia. Fui falar com um
dos empregados. A cena repetiu-se quase a papel químico.
Pouco depois estava a sair com um dos camionistas, desta vez um
espanhol. Chamava-se Angel.
Tal como eu já previa, tinhamos feito poucos quilómetros
quando ele pára o camião e começa a apalpar-me.
Puxou-me a T-shirt para cima e desatou a lamber-me o peito. Continuou
a despir-me e a lamber todo o meu corpo. Seguiu-se o costume:
fomos para o beliche atrás do banco e ele montou-me. Durou
poucos minutos até ele se vir.
Vestimo-nos e retomámos a viagem.
Como não tinha tido hipótese de tomar duche, o meu
buraquinho estava cheia de esperma que escorria para as cuecas.
Começava a incomodar-me um pouco, embora ao mesmo tempo
gostasse da sensação.
Disse-lhe que estava sujo e que precisava de me lavar, ele parou
numa estação de serviço e mandou-me tomar
banho nos lavabos, quando já estava quase pronto ele apareceu
e estendeu-me um saco, dizendo: Toma roupa nova.
Dentro do saco estavam: uma blusa florida, umas calcinhas vermelhas
de senhora umas sapatilhas rosa e um pano, sem mais nada para
vestir, tinha deixado a mochila no camião, arranjei-me
como pude e quando saí dos lavabos o Angel passou-me a
mão pelo corpo e disse-me: Agora sim és uma autêntica
menina, anda vou-te apresentar a alguns amigos.
Enquanto estavamos a comer, alguns motoristas vieram falar com
o Angel e ao mesmo tempo olhavam-me com um ar guloso.
Quando voltámos para o camião um deles seguiu-nos.
Subi para o camião, mas para meu espanto quem entrou para
o outro lado foi um dos amigos do Angel. Começou a apalpar-me
mas eu tentava afastá-lo.
- Tranquila, tranquila. Dizia ele tentando acalmar-me.
A certa altura mostra-me uma nota de 2 000 pesetas. Como estava
quase sem dinheiro pensei - porque não, quem já
fornicou com dois homens tambem pode ir com mais um.
E agarrei na nota. Fomos para o beliche e ele pediu-me que chupasse
o seu pénis. Passado poco tempo penetrou-me no anus e ejaculou
quase de imediato. Tinha sido a cópula mais rápida
da minha vida.
Ele saiu e entrou o Angel. Deitou-se e, sem me dirigir a palavra,
começou a dormir. De manhã, acordo a sentir uma
mão nas minhas coxas e a acariciar-me o traseiro. Era o
Angel, que com uma cara sorridente se preparava para me montar
outra vez. Começámos o dia com mais uma cópula,
mas desta vez demorou o suficiente para eu também me poder
mastrubar e virmo-nos ao mesmo tempo.
Continuámos viagem, e ao fim da tarde ele chamou-me a atenção
para uma placa que indicava que faltavam apenas 25 quilometros
para Estugarda, o meu destino.
Tal como eu já previa, tambem o Angel quis despedir-se
com mais uma sessão de sexo. Parámos num local sossegado
e fomos de novo para trás do banco. Ele montou-me mais
uma vez, e fornicámos energicamente. Consegui ter vários
orgasmos até ele se vir.
Despedimo-nos e eu segui o meu caminho, com um papel na mão
com a morada onde estavam as minhas amigas à minha espera.
Mas antes tive de parar numa casa de banho de um café,
para me lavar, pois o esperma era tanto que escorria-me pelas
pernas abaixo, claro que também mudei de roupa.
Se as minhas amigas soubessem a viagem que eu fiz...
Já tinha feito sexo com alguns amigos que tive, mas nunca
tinha imaginado ter o anus cheio de semen de vários homens
apenas em três dias.