Lado 1. De Lua - Elcio Lucas e Geraldo Magela Lado 2. Fogos de Artif�cio - Elcio Lucas, Geraldo Magela e Jo�o Carlos Oliveira) Lado A. Lado B. |
Elcio Lucas e Geraldo Magela *can��o t�tulo do compacto independente De Lua - Elcio Lucas/1989 retorne ao �ndice das composi��es
Elcio Lucas Pelos caminhos de Minas Onde a esperan�a � maior Onde domina a coragem, onde se planta a verdade de um amor. Pelos caminhos de Minas Onde o encontro � fatal Com a vida sofrida, l�grimas corridas que molham o ch�o. As grossas ra�zes ing�nuas e firmes Sustentam a toda can��o E seivam todo cora��o que tem f� na terra, que tem luz nas trevas, que ama o ch�o. *gravada no long-play independente Verde Grande - Elcio Lucas/1989. retorne ao �ndice das composi��es
Elcio Lucas e Jo�o Carlos Oliveira Nasce homem livre, cresce solto livre Jo�o saci de serra feito em lama e barro assobiador Jo�o de paz e guerra fruto l� do mato boca de cantor. Enfrenta com f� seu caminho, sai do ninho, vira homem Afrouxa correia do peito, corre ao leito, vira macho Vagueia cabe�a dormente, levanta p�, planta semente At� se ver preso no la�o barragem de a�o em �gua corrente. Feito tesoura cega em barravento forte Feito falar correto em terras l� do Norte Moleque pintado a m�o se lembra moleque de sorte Como se sabesse rei por tr�s da ponta vil do chicote E morre o homem fraco, homem que antes forte E morre o homem preso, homem que antes livre. Jo�o saci de serra feito em lama e barro assobiador Jo�o de paz e guerra fruto l� do mato boca de cantor. In�dita. Vers�o instrumental no long-play independente Verde Grande - Elcio Lucas/1989. retorne ao �ndice das composi��es
Elcio Lucas Verde Grande, escute a can��o que lhe fiz Imploro o teu perd�o pois � triste Um rio morrendo assim. Tantos foram saciados com �gua t�o doce Comendo do peixe t�o farto Debaixo de um p� de pequi. Verde Grande, esses caras n�o sabem o que fazem Aniquilam essa j�ia t�o rara � t�o dif�cil compreender. Oh! meninada, que brinca nestas �guas N�o sabe da minha tristeza Nem me pergunte por que choro � o velho rio que se vai Minguar como art�ria cortada Roubaram ent�o suas �guas Devastaram ent�o suas margens Oh! meninada, que brinca nestas �guas N�o sabe da minha tristeza Nem me pergunte por que choro No canto ferido do p�ssaro No olhar esquecido do gado O sertanejo inerte padece As suas m�rgens t�o perplexo fim. Oh! Verde Grande. *can��o t�tulo do long-play independente Verde Grande - Elcio Lucas/1989. retorne ao �ndice das composi��es |
