História da Banda
Ratos de Porão - João Carlos Molina Estevez (Jão, São
Paulo/SP, 23/06/62, vocais e guitarra), Jarbas Alves (Jabá, São
Paulo/SP, 19/07/63, baixo) e Roberto Massetti (Betinho, São
Paulo/SP, 27/08/66, bateria) formam o Ratos de Porão em 1981. O
primeiro registro da banda foi no vinil da coletânea Sub, lançada
pelo selo Ataque Frontal em 1982. Em Novembro desse mesmo ano,
eles participam do festival O Começo do Fim do Mundo, no
Sesc-Pompéia (SP). Betinho sai do grupo em 1983. Jão passa para
a bateria e entram João Francisco Benedam (Gordo, 13/03/64,
vocais) e Rinaldo Oliveira Amaral (Mingau, Guitarra). Com essa
nova formação gravam o primeiro Lp, Crucificados Pelo Sistema,
pelo selo New Face Records. No ano seguinte compareceram Cólera
e Ratos de Porão Ao Vivo (85) e World Class Punk (85), uma coletânea
norte-americana. Assinam com o selo independente Baratos Afins em
1986 e lançam Descanse em Paz, já com Nelson Onófio
Evangelista Júnior (Spaghetti Junqueira, São Paulo/SP,
12/05/67) na bateria (Jão volta a guitarra e Mingau ingressa no
365). Cada Dia Mais Sujo e Agressivo, sai pela Cogumelo em 1987 e
em seguida lançram a versão em inglês, Dirty and Aggressive.
No final de 1988, firmam um contrato com a Eldorado e com o selo
holandês
RoadRunner. No seguinte , excursionam pelo circuito underground
europeu e gravam em Berlim Brasil. O disco é lançado com uma
segunda versão em inglês para o mercardo externo. Fazem uma
nova excursão pela Europa em 1990. Nesse mesmo ano gravam
Anarkophobia. Depois do lançmento do Lp, Spaghetti é substituído
por Maurício lves Fernandes (Boka, 7/04/71, bateria).
Em Novembro de 1991, comemoraram dez anos de existência com um
show no Aeroanta (SP). E em Abril de 1992, eles lançaram um álbum
ao vivo, RDP Ao Vivo, com várias músicas desde músicas já
conhecidas pelo público, como: Agressão Repressão, No Vietinã
e outras. E até umas músicas novas. O disco contou ainda com
uma cover da música Work For Never do Extreme Noise Terror. Em
1993 Jabá é substuido por Bart, baixo. E com essa mudança eles
gravam com a RoadRunner o disco Just Another Crime In ...
Massacreland. Este disco mostra que João Gordo não é um
sujeito de um berro só. Detona vocais criativos, com uma
surpeendente versatilidade.
Depois de 2 anos sem gravar, o RDP volta com toda a sua força
gravando dois discos novos. Mas com uma modificação na formação,
sai Bart e entra Rafael, (Pica-Pau , no baixo). O primeiro disco,
"Feijoada Acidente?" - Nacional, é um disco que
homenageia as principais bandas do estilo surgidas nas décadas
passadas. O disco tem covers de bandas como: Inocentes, Garotos
Podres, Olho Seco, entre outras. E em seguida lançram também
pela RoadRunner o "Feijoada Acidente - Internacional",
este disco conta com covers de bandas gringas desde Dead Kenedys
á GBH. Os Ratos no momento estão fazndo uma turnê pela Europa.
Em 1997 os Ratos lançam seu 10 cd, com nenhuma novidade na formação
eles lançam, agora pela Paradoxx, Carniceria Tropical. O CD, foi
produzido por Billy Anderson, responsável pelos álbuns do
Melvins, Neurosis e o "Disco Volante" do Mr. Bungle, é
o mais "agressivo e brutal" da carreira da banda,
segundo o próprio Gordo. O disco trás partivipações como á
de Ro$$i do Pavilhão 9. No dia 16/12/97, o baixista Pica-Pau,
perde o tesão de tocar e pediu para sair da banda e seguir a
carreira de tatuador. Que depois de algumas semanas voltou a
banda, dizendo que estava arrependido do que fez.