
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE
CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS NATURAIS - CTRN
UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA CIVIL - UAEC
Av. Aprígio Veloso, 882 - Bairro Bodocongó
CEP 58429-140 CAMPINA GRANDE, PB
M E M O R I A L
Professor EDUARDO ENEAS DE FIGUEIREDO
Memorial apresentado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) como parte dos requisitos para mudança de categoria de Professor Associado nível IV para Professor Titular, para a Unidade Acadêmica de Engenharia Civil do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais (CTRN).
CAMPINA GRANDE, PB
ABRIL DE 2015
SUMÁRIO
Página
FOLHA DE ROSTO 1
AGRADECIMENTOS 4
1.INTRODUÇÃO 5
2.IDENTIFICAÇÃO 6
2.1.Dados Pessoais 6
2.2.Endereço Residencial 6
2.3.Endereço Profissional 6
2.4.Endereço Eletrônico 6
2.5.Inscrição no CREA 6
2.6.Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) 6
2.7.Cargo Atual na Carreira Universitária 7
3.INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO 8
3.1.Regime Precário 8
3.2.Enquadramento no Serviço Público 8
3.3.Inicio no Magistério Superior 9
4.FORMAÇÃO EDUCACIONAL E PROFISSIONAL 11
4.1.Graduação 11
4.2.Mestrado 11
4.3.Especialização 12
4.4.Doutorado 13
4.5.Pós-Doutorado 14
5.PROGRESSÃO ACADÊMICA 16
5.1.Professor Auxiliar 16
5.2.Professor Assistente 16
5.3.Professor Adjunto 16
5.4.Professor Associado 16
6. ENSINO 18
6.1. Graduação 18
6.2. Pós-Graduação 18
7.PESQUISA 20
7.1.Linhas de Pesquisa 20
7.2.Projetos de Pesquisa 22
7.3.Produção Técnica 28
SUMÁRIO
Página
8.PRODUÇÃO CIENTÍFICA 30
8.1.Produções Indexadas 30
8.2.Produções Não Indexadas 31
8.3.Participação e Apresentação em Eventos 41
9.ORIENTAÇÃO 44
9.1.Graduação 44
9.2.Pós-Graduação 44
10.BANCAS 47
10.1.Bancas de Mestrado 47
10.2.Trabalhos de Conclusão de Curso 50
10.3.Concursos Públicos 50
11.EXTENSÃO 51
12.GESTÃO ADMINISTRATIVA E APOIO 52
ANEXOS DOS ITENS 54
Anexos do item 2.IDENTIFICAÇÃO 54
Anexos do item 3.INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO 61
Anexos do item 4.FORMAÇÃO EDUCACIONAL E PROFISSIONAL 89
Anexos do item 5.PROGRESSÃO ACADÊMICA 122
Anexos do item 6.ENSINO 127
Anexos do item 7.PESQUISA 167
Anexos do item 8.PRODUÇÃO CIENTÍFICA 264
Anexos do item 9.ORIENTAÇÃO 455
Anexos do item 10.BANCAS 493
Anexos do item 11.EXTENSÃO 529
anexos do item 12.GESTÃO ADMINISTRATIVA E APOIO 538
AGRADECIMENTOS
Agradeço primeiramente a DEUS que sempre me iluminou nas horas difíceis da perda irrecuperável.
Agradeço a toda minha família pelo amor, carinho e apoio irrestrito.
Em especial agradeço as duas pessoas que me introduziram no serviço público, EDNALVA MARIA DE FIGUEIREDO que respondia pelo setor de contabilidade da Escola Politécnica da Universidade Federal da Paraíba (EPUFPB) e MARIA DE JESUS CASTRO LUCENA (in memória) responsável pelo Setor de Pessoal à época do meu ingresso no serviço público.
Agradeço aos meus colegas de trabalho (professores e funcionários) do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal da Paraíba e da Unidade Acadêmica de Engenharia Civil da Universidade Federal de Campina Grande, pela longa e amistosa convivência.
Em especial agradeço aos funcionários administrativos e aos técnicos do Laboratório de Hidráulica pelo apoio que sempre tive nas atividades de ensino, bem como na construção e montagem dos Laboratórios de Hidráulica, Modelo Reduzido e Bacia Escola quando estiveram sob minha responsabilidade.
Aproveito para agradecer aos novos colegas da Área de Engenharia de Recursos Hídricos pela boa companhia, comentários e críticas positivas e negativas, que muito bem vieram, mesmo que recente, contribuir para a minha visão de vida.
Finalmente, aqueles que direta ou indiretamente motivaram, estimularam e contribuíram para as minhas realizações, deixo aqui os meus sinceros agradecimentos.
1.INTRODUÇÃO
Eu, EDUARDO ENEAS DE FIGUEIREDO descrevo no presente memorial as atividades por mim desenvolvidas como servidor público, Matrícula SIAPE 332147, lotado na Unidade Acadêmica de Engenharia Civil (UAEC) do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais (CTRN) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), PB. Descrevo-o como parte do Processo 23096.010003/15-00 e seus anexos para progredir para a Categoria de Professor Titular conforme a Resolução 03/2013 do Conselho Universitário da UFCG que rege a progressão na qual me enquadro.
A descrição remonta ao ano de 1973, doze anos antes de ter prestado concurso para Professor Auxiliar, em 1985, quando, a partir de então, iniciei minhas atividades como docente do Departamento de Engenharia Civil (DEC) do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Campus II, Campina Grande, PB até 2002 e, em continuidade, da Unidade Acadêmica de Engenharia Civil (UAEC) do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais (CTRN) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), PB, após sua criação pela Lei 10.419 de 09 de Abril de 2002.
Descrevo-o em 12 itens nos quais apresento minha identificação com os meus dados pessoais, meu ingresso no serviço público, por concurso público, minha formação educacional e profissional, em níveis de graduação, especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado, minha progressão acadêmica, desde a categoria de Auxiliar I até a atual de Associado IV, minhas atividades de ensino nos cursos de graduação e pós-graduação, com as disciplinas por mim lecionadas, minhas linhas de pesquisa com projetos e produtos alcançados, minha produção científica, com artigos indexados, não indexados, participações e apresentações em eventos nacionais e internacionais, minhas orientações, com indicação dos alunos e dissertações, as bancas examinadoras, de dissertações, cursos e de concursos dos quais participei, os serviços relativos à extensão e, finalmente, minhas contribuições ligadas à gestão administrativa e apoio.
Os documentos probatórios correspondentes aos itens descritos no presente memorial encontram-se em parte neste memorial, a título de exemplificação, haja vista o grande volume de documentos desde 1973 até os dias atuais. Podem ser encontrados em diferentes fontes, na maioria principalmente na minha pasta de servidor no Setor de Recursos Humanos desta Universidade Federal de Campina Grande, PB, na Unidade Acadêmica de Engenharia Civil, onde sempre estive lotado, e em pastas avulsas do meu próprio domínio. Para alguns itens não foram encontrados documentos.
Das fontes mencionadas, disponibilizo alguns documentos neste memorial, os quais são inseridos nos anexos relativos aos itens do memorial. Particularmente os documentos sobre minhas últimas progressões constam em processos de progressão funcional pregressas, sendo os mais recentes: 23074.023772/01-14 de Adjunto III para IV, 23096.020623/06-09 de Adjunto IV para Associado I, 23096.013153/08-10 de Associado I para II, 23096.013680/10-65 de Associado II para III e o processo 23096.014745/12-76 de Associado III para Associado IV, que disponho de copias. Também podem ser encontrados no setor de Recursos Humanos da UFCG e requisitados caso sejam necessários.
2.IDENTIFICAÇÃO
Apresento a seguir meus dados pessoais, endereços residencial, profissional e eletrônico, minha inscrição no CREA, minha carteira de trabalho e previdência social (CTPS), o cargo atual que ocupo na carreira universitária.
2.1.Dados Pessoais
Nome: Eduardo Eneas de Figueiredo
Nascimento: 15/01/1957
Cidade : Fortaleza/CE
CPF: 161.393.994-91
RG: 339990 SSP/PB
Filiação: Antonio Eneas de Figueiredo (in memória)
Raimunda Ribeiro de Figueiredo
2.2.Endereço Residencial
Endereço: Rua Ana Almeida de Castro, 288
residencial Bairro de Santa Rosa
CEP 58416-330 Campina Grande, PB
Telefone: 0xx 83 3322 7285
2.3.Endereço Profissional
Endereço Av. Aprígio Veloso, 882
Profissional Bairro Bodocongó
58429-140 Campina Grande, PB
Telefones 0xx 83 2101 1156; 0xx 83 2101 1157
2.4.Endereço Eletrônico
Institucional [email protected]
Alternativo [email protected]
2.5.Inscrição no CREA
Registro No: 160837066-6
2.6.Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
Número: 27519
Série: 460
2.7.Cargo Atual na Carreira Universitária
Categoria: Professor Associado IV
Regime: T-40 com Dedicação Exclusiva
Matrícula: SIAPE 332147 (Anteriormente 6771/6)
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 2.IDENTIFICAÇÃO. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
3.INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO
Ingressei no serviço público como datilógrafo na UFPB, inicialmente em regime precário (sem vínculo empregatício).
Depois exerci a função de auxiliar de escritório na Associação Técnico e Científica Ernesto Luiz de Oliveira Júnior (ATECEL), uma empresa sediada dentro do Campus II da UFPB.
Em seguida exerci a função de assistente de vendas na HIFAN REP E ELETRICIDADE LTDA, uma empresa fora do âmbito da academia.
Fui contratado como datilógrafo 3 pela UFPB quando do meu enquadramento no serviço público, com carteira assinada e, em seguida, contratado como datilógrafo LT-SA-802A, também pela UFPB.
Prestei concurso interno de ascensão funcional na UFPB, tendo ascendido para a categoria de Agente Administrativo.
Ascendi para a categoria de Engenheiro, também por concurso interno de ascensão funcional na UFPB.
Prestei concurso para a categoria de Professor Assistente nível I quando, a partir de então, tive estabelecido meu início no magistério superior, com contrato assinado pela UFPB em 01/11/1985.
Abaixo são indicados os períodos em cada caso, com breve resumo.
3.1.Regime Precário
1973-1975. Período no qual trabalhei como datilógrafo sem vínculo empregatício (regime precário) em vários setores (Setor de Pessoal, Contabilidade, Setor Xerográfico, Protocolo) da Escola Politécnica da Universidade Federal da Paraíba (EPUFPB) em Campina Grande, PB. Fui incluído nesta época na lista de funcionários a serem enquadrados no serviço público, tendo isto se efetivado em 1977.
1976. Trabalhei um curto período de tempo neste ano com carteira assinada, um na ATECEL como auxiliar de escritório, de Setembro de 1975 a Janeiro de 1976, e outro como auxiliar de vendas na HIFAN REP E ELETRICIDADE LTDA, fora da academia, de Fevereiro a Maio de 1976.
3.2.Enquadramento no Serviço Público
1977. Ano no qual fui contratado como Datilógrafo 3 pela UFPB, com carteira assinada, em Julho de 1977, em virtude de ter sido anteriormente indicado para ser enquadrado no serviço público ao Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), órgão federal criado pelo decreto lei nº 579 de 30 de julho de 1938. Exerci esta função até Junho de 1979 no DEC/UFCG/UFPB, Campus II em Campina Grande, PB.
1979. Ano no qual fui recontratado, por motivo de reclassificação, como Datilógrafo-LT-SA-802A, tendo exercido esta função até Março de 1982 no DEC/UFCG/UFPB, Campus II em Campina Grande, PB.
1982. Ascendi neste ano para a categoria de Agente Administrativo por concurso interno exercendo esta função até Maio de 1985 no DEC/CCT/UFPB, Campus II em Campina Grande, PB.
1985. Ascendi neste ano para a categoria de Engenheiro por concurso interno exercendo esta função até Outubro de 1985 no DEC/UFCG/UFPB, Campus II em Campina Grande, PB.
3.3.Início no Magistério Superior
1985. Prestei concurso público neste ano para a categoria de Professor Auxiliar, Nível I, em Novembro, quando a partir de então iniciei minha carreira acadêmica no magistério no DEC/CCT/UFCG até 2002 e, em seguida, na UAEC/CTRN/UFCG em Campina Grande, PB, após a criação da UFCG em 2002, até os dias atuais.
O Quadro I abaixo sumariza os tempos de serviço em cada um dos itens acima listados.
Quadro I – Tempos de Serviço/Empresa/Função
|
Empresa |
Função |
Início |
Término |
Anos |
Meses |
Dias |
|
UFPB |
Datilógrafo |
01/01/1973 |
09/09/1975 |
2 |
8 |
9 |
|
ATECEL |
Auxiliar de Escritório |
10/09/1975 |
26/01/1976 |
0 |
4 |
17 |
|
HIFAN REP ELET LTDA |
Auxliar de Vendas |
02/02/1976 |
31/05/1976 |
0 |
4 |
0 |
|
UFPB/UFCG |
Datilógrafo |
01/06/1976 |
30/06/1977 |
1 |
1 |
0 |
|
|
Datilógrafo-3 |
01/07/1977 |
30/06/1979 |
2 |
0 |
0 |
|
|
Dat. LT-SA-802/Ag.Adm/Eng. |
01/07/1979 |
31/10/1985 |
6 |
4 |
0 |
|
|
Professor |
01/11/1985 |
Ativo |
29 |
6 |
0 |
|
TOTAL |
|
40 |
27 |
26 |
Conforme dados no Quadro I, totalizo, até o mês de Abril de 2015, 42 anos 3 meses 26 dias de contribuição, sendo 2 anos 8 meses 9 dias como datilógrafo 3 da UFPB (1973 a 1975) em regime precário, 8 meses 17 dias (1976) como auxiliar de escritório (4 meses 17 dias na ATECEL) e auxiliar de vendas (4 meses na HIFAN) com registro na CTPS, 9 anos 5 meses (1976 a 1985) como datilógrafo3/datilógrafo LT-SA-802A/Agente Administrativo/Engenheiro da UFPB com registro na CTPS e finalmente 29 anos 6 meses (1985 até Abril de 2015) como Professor da UFPB/UFCG com registro do início na CTPS e outros documentos.
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 3.INGRESSO NO SERVIÇO PÚBLICO. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
4.FORMAÇÃO EDUCACIONAL E PROFISSIONAL
Estudei em escolas públicas durante todo o 1o Grau (Ginasial), por dois anos no 2o Grau (Científico), toda a graduação (1977 a 1982) e Mestrado (1983-1987).
Fiz primário na escola Círculo Operário de Campina Grande (extinta) de 1966 a 1969.
Prestei exame de admissão ao ginásio e galguei vaga no Colégio Anita Cabral (extinto) onde realizei todo o meu curso ginasial de 1970 a 1973.
Fiz o primeiro e o segundo anos Científicos (1974-1975) do 2o grau no Colégio Estadual da Prata (O Gigantão).
Fiz alguns meses do terceiro ano científico no Colégio Ipiranga, da rede pública, em Salvador, Bahia, em 1976.
Conclui o científico no Colégio 11 de Outubro em Campina Grande, em 1976.
Prestei exame vestibular em 1977 tendo ingressado no curso de Física, na extinta Universidade Regional do Nordeste.
Iniciei o curso de Engenharia Civil no 2º semestre de 1977, na Universidade Federal da Paraíba, Campus II, Campina Grande, PB.
Apresento nos itens seguintes, os períodos da minha formação educacional e profissional a partir do nível superior, indicando o título obtido conforme diploma emitido pela instituição de formação.
4.1.Graduação
1977-1982. Graduei-me Engenheiro Civil pelo Centro de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CCT/UFPB) em 1982 quando obtive o diploma de Engenheiro Civil pela UFPB. Documento: Diploma.
Após minha graduação em Julho de 1982, atuei em projeto ligado ao Plano de Desenvolvimento e Recursos Integrados do Nordeste (PDRI/NE) que me estimulou a continuar como pesquisador mestrando e resultou na apresentação oral de meu primeiro trabalho científico (não publicado) no II Encontro de Pesquisa e Extensão Agropecuária em 1985.
4.2.Mestrado
1983-1987 Realizei o curso de pós-graduação stritu sensu obtendo o diploma de Mestre em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Paraíba, Campus II, Campina Grande, PB, Brasil. Escrevi minha dissertação, inovadora à época, com título Erosão em Ravinas e o Mecanismo de Alargamento Lateral, através da qual desenvolvi programa computacional avançado, de simulação de cinco condições de alargamento lateral de paredes de ravinas, envolvendo conceitos de hidrologia, sedimentologia e geotecnia. Documento: Diploma.
Durante o mestrado acadêmico concebi e desenvolvi o programa computacional RAVINA (ver item produtos técnicos), em plataforma BASIC, inicialmente utilizando computadores da era SINCLAIR, depois em PC desenvolvido pela ITAUTEC com processador aritmético.
O modelo RAVINA é capaz de quantificar a erosão acelerada, por deslizamento de taludes (ravinas, voçorocas) em consequência de processo de infiltração, incremento de peso e redução de resistência interna, envolvendo assim conhecimentos específicos em Hidrologia e em Geotecnia, introduzindo ganho de conhecimento em área pouco estudada, mesmo nos dias atuais.
O modelo foi difundido através de publicações (ver item produção científica) durante final da década de 80 e início da década de 90.
Os resultados da minha formação em nível de mestrado influenciaram e estimularam de modo significativo na procura por novos conhecimentos, culminando com minhas especializações e mestrado, descritos a seguir conforme ano de suas realizações.
4.3.Especialização
1990. Me especializei em Hidrologia Superficial através de treinamento com modelos matemáticos distribuídos, desenvolvidos no Institut für Wasserwesen (ifW), Universität der Bundeswehr, München, (UniBw), Alemanha, com apoio do Projeto estabelecido entre a UFPB e o órgão alemão de fomento Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit - GTZ. Documento: Relatório de Estágio; Zeugnis.
1994. Fiz curso de especialização de curta duração em Planejamento de redes hidrometeorológicas, oferecido pela Secretaria de Recursos Hídricos do Estado da Bahia, com certificado da Université Laval, Canadá. Tive o apoio do DEC/CCT/UFPB. Documento: Certificado.
Durante minha especialização em Hidrologia Superficial, fiz treinamento com o modelo hidrológico distribuído NAVMO (Niederschlag Abfluss Verdungstung Model), desenvolvido por técnicos do Institut für Wasserwesen (ifW), Universität der Bundeswehr, München, (UniBw), Alemanha e com o modelo hidrológico distribuído FGMOD (Flussgebiets Model) que foi modificado para atender aos objetivos do projeto de desenvolvimento da bacia do rio PIRAI na Bolívia, pelo grupo do Institut für Wasserwesen (ifW), Universität der Bundeswehr, München, (UniBw), Alemanha. O NAVMO é capaz de simular, em escala de tempo diária, os processos do ciclo hidrológico (chuva, evapotranspiração, infiltração, escoamento, propagação do escoamento), além de fornecer subsídios ao planejamento do aproveitamento de recursos hídricos. O modelo FGMOD (PIRAI) é capaz de simular ondas de cheias de maneira contínua permitindo, assim, mular cheias em bacias hidrográficas naturais e/ou urbanas e os impactos do uso do solo e da urbanização sobre os escoamentos simulados.
Ambos os modelos, NAVMO e FGMOD, foram desenvolvidos em plataforma FORTRAN 77 e aplicado em bacias semiáridas da Paraíba, em estudos de simulação de vazões, regionalização hidrológica, impactos da variabilidade do clima, uso do solo e escala sobre o escoamento simulado. Adaptei ambos os modelos com apoio do pessoal técnico em Bundeswehr, München e testei-os com dados de bacias hidrográficas do semiárido nordestino. Vários trabalhos de pesquisa, publicações e produtos (ver os itens pesquisa e produção científica; produtos técnicos e orientações em nível de pós-graduação) foram desenvolvidos no Brasil com o referido modelo.
Fiz o curso de especialização em Planejamento de Redes Hidrometeorológicas, de curta duração, para me especializar em metodologias de otimização de rede de medição de chuvas, com base em similaridade entre parâmetros estatísticos e clusters. Os conhecimentos adquiridos com o curso tiveram influência na aplicação de metodologias estatísticas em diversos trabalhos de pesquisa, com a formação de alunos de pós-graduação em regionalização hidrológica e análise de incertezas (ver itens produção científica e orientações).
4.4.Doutorado
1994-1998. Fiz meu doutorado em Civil Engineering na Newcastle University, NCL, Inglaterra, tendo desenvolvido a tese Scale Effects and Land Use Change Impacts in Sediment Yield Modelling in a Semi-Arid Region of Brazil. Tive como orientador o Prof. Dr. James Charles Bathurst (reader in sediment transport) e o apoio da UFPB, através da garantia dos meus vencimentos, e do Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil, através de bolsa. Documento: Diploma.
Realizei minha pesquisa de doutoramento através de aplicações do modelo SHE (Sistème Hidrologique Europeen - SHE) desenvolvido em plataforma FORTRAN por equipes de especialistas de três países europeus (Inglaterra, Dinamarca e França), com componente de transporte de sedimento e contaminantes (SHETRAN), sendo versátil e capaz de simular o escoamento, a erosão do solo e o transporte de sedimentos e contaminantes em escala de tempo contínua, de modo distribuído, permitindo avaliar impactos do uso do solo, de mudanças climáticas sobre os processos que se desenvolvem numa bacia hidrográfica (chuva, evapotranspiração, infiltração, escoamento, erosão, transporte de sedimentos e de contaminantes).
Fiz simulações exaustivas com o modelo e desenvolvi investigações inovadoras à época do doutoramento em diferentes escalas espaciais da bacia hidrográfica, com dados de bacias hidrográficas do cariri paraibano. Avaliei impactos da variabilidade climática, uso do solo, escala e incerteza na parametrização e simulações. Vários trabalhos internacionais foram publicados pelo autor como resultado de pesquisas com o modelo SHETRAN (ver item produção científica).
A sua transferência para o Brasil não foi possível. Por razões contratuais entre as partes envolvidas, o modelo não é de domínio público e, por conseguinte sua utilização ficou limitada ao meu doutoramento.
O fato de não poder transferir o modelo SHETRAN já testado e adaptado para o Brasil, me estimulou e norteou para o desenvolvimento de modelos que proporcionaram resultados semelhantes, superando uma dificuldade na continuidade de pesquisas voltadas para a compreensão de processos na região semiárida do Nordeste do Brasil e em particular a do Estado da Paraíba.
Desenvolvi inicialmente o modelo de base física, concentrado, para pequenas escalas MOFIPE (Modelo de base Física para Pequenas Escala), depois os modelos de base física, distribuídos, MODFIPE, MODFIPE2010 e o MOSESS (versões distribuídas do MOFIPE) e, em seguida o Modelo de Simulação do Escoamento e Erosão (em inglês Model for Soil Erosion Estimation) para escalas maiores (microbacias e pequenas bacias representativas).
Esses modelos tiveram a participação de alunos em nível de mestrado com sucesso nos seus trabalhos, bem como uma série de publicações foram realizadas (ver itens produção científica, orientações, produtos técnicos) a partir dos resultados das investigações.
4.5.Pós-Doutorado
2008-2009. Realizei meu pós-doutorado em modelos hidrossedimentológicos distribuídos pela University of Sheffield, Inglaterra, com bolsa da CAPES. O trabalho tem o título MOSESS 2D, a distributed model to simulate the processes of runoff and soil erosion at the catchment scale. Foi supervisionado pelo Prof. Dr. Anthony J. Parsons do Department of Geography, University of Sheffield, UK. Documento: Relatório (em inglês). Fianciamento: Bolsa da CAPES.
Concebi e desenvolvi a versão mais avançada do MOSEE durante o meu pós-doutorado. Modifiquei o nome do modelo para MOSEE (Modelo de Simulação do Escoamento e Erosão ou Model for Soil Erosion Estimation) para adequar a sigla tanto ao Português quanto ao Inglês. Concebi o modelo para simular o Escoamento, a Erosão do solo e o Transporte de Sedimentos em bacias de porte médio, contendo metodologias alternativas para os vários processos envolvidos, sendo, assim, mais versátil. Desenvolvi o programa computacional do MOSEE em plataforma FORTRAN G77, do grupo GNU.
Testei o modelo com dados de bacias do cariri paraibano utilizando apenas uma metodologia de transporte de sedimentos. Posteriormente estendi sua aplicação utilizando dados de outras bacias hidrologicamente semelhantes. Em seguida, testei o modelo extensivamente aplicando as várias metodologias de transporte de sedimentos implantadas no seu código.
Trabalhei em conjunto com recursos humanos e sua formação em nível de mestrado e gerei publicações indexadas internacionalmente com ISSN e ISBN e produtos técnicos (ver itens produção científica, produtos técnicos e orientações).
A modificação, implantação e desenvolvimento de modelos matemáticos de simulação hidrológica, de erosão do solo e transporte de sedimentos, com impactos positivos nos cursos por mim ministrados (ver item ensino graduação e pós-graduação) e consequentemente na formação de recursos humanos (ver item orientações) foi fundamental para a melhoria tanto dos cursos de graduação, que tiveram apoio em nível de Estágio Docência dos alunos envolvidos nas pesquisas, como nos de pós-graduação pela melhoria do nível de compreensão dos processos numa bacia hidrográfica.
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 4.FORMAÇÃO EDUCACIONAL E PROFISSIONAL. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
5.PROGRESSÃO ACADÊMICA
A minha progressão acadêmica como Professor iniciou em 1985 quando do meu ingresso por concurso público na categoria de Professor Auxiliar I no Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal da Paraíba, Campina Grande, PB.
As progressões desde Auxiliar I até Associado IV encontram-se abaixo listadas.
5.1.Professor Auxiliar
Nov 1985. Professor Auxiliar I
1986-1987. Professor Auxiliar II (*)
1988. Professor Auxiliar IV (**)
(*) mudei de Auxiliar I para Auxiliar II por especialização
(**) mudei de Auxiliar II para Assistente I por titulação em nível de Mestrado (Dez/87)
5.2.Professor Assistente
1987-1989. Professor Assistente I
1989-1991. Professor Assistente II
1991-1993. Professor Assistente III
1993-1995. Professor Assistente IV
5.3.Professor Adjunto
1995-1997. Professor Adjunto I
1997-1999. Professor Adjunto II
1999-2001. Professor Adjunto III
2001-2003. Professor Adjunto IV
5.4.Professor Associado
2006-2008. Professor Associado I
2008-2010. Professor Associado II
2010-2012. Professor Associado III
2012-2014. Professor Associado IV
Conforme legislação as progressões horizontais ocorreram sempre a cada interstício de dois anos, a título de produtividade ou qualificação.
Galguei as mudanças de nível na Categoria de Auxiliar por especialização e obtenção do diploma de Mestre em Engenharia Civil.
Progredi posteriormente por produtividade, principalmente nas Categorias de Adjunto e de Associado, conforme legislação à época.
Minha saída para realizar doutoramento na Inglaterra, em 1994, ocorreu quando eu era Assistente IV, fato que justificou minha progressão da Categoria de Assistente IV para a Categoria de Adjunto I e, quando do meu retorno ao Brasil, em 1998, minhas progressões ocorreram conforme produtividade estabelecida em legislação vigente à época.
Progredi em 2006 para o nível I da categoria de Professor Associado depois de sua criação. Em seguida, para Associado II em 2008, Associado III em 2010 e Associado IV em 2012.
Parte da documentação probatória dessas progressões encontram-se no anexo do item 5.PROGRESSÃO ACADÊMICA. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
6. ENSINO
Ministrei diversas disciplinas a partir de 1986, tendo iniciado minha carreira no magistério superior como Professor da disciplina Fenômenos de Transporte. Embora tenha sido admitido em 1985, comecei de fato a ensinar no primeiro semestre de 1986 haja vista minha contratação ter ocorrido no final do segundo período de 1985, no mês de Novembro.
Minhas contribuições foram nos cursos de graduação e pós-graduação (em nível de mestrado) através do ensino de várias disciplinas por mim lecionadas conforme são listadas a seguir.
6.1.Graduação
1986-1989. Fenômenos de Transporte.
1990-1994. Hidráulica.
Hidrologia Aplicada.
1998-1999. Obras Hidráulicas.
1998-2008. Hidrologia Aplicada.
2010-2012. Hidrologia Aplicada.
2012-Atual. Fenômenos de Transporte.
2012-Atual. Sistemas de Drenagem Urbana.
2014-Atual. Fenômenos de Transporte Experimental.
6.2.Pós-Graduação
1998-2000. Escoamento à Superfície Livre.
Hidrologia I.
1999. Gerenciamento de Recursos Hídricos – Tópicos Avançados em Operação de Reservatórios.
2000-2012. Hidrologia I.
Hidrologia II.
Tópicos Especiais em Recursos Hídricos
2010-2012. Mecânica dos Fluidos.
Escoamento à Superfície Livre.
Tópicos Especiais em Recursos Hídricos.
Mecânica dos Fluidos.
Não realizei atividades de ensino durante os períodos de afastamento para fazer Especialização na Alemanha de Agosto a Dezembro de 1990, envolvendo o segundo período de 1990, Doutorado na Inglaterra de Novembro de 1994 a Março de 1998, envolvendo os períodos acadêmicos dos anos de 1995, 1996 e 1997, e Pós-Doutorado na Inglaterra de Outubro de 2008 a Setembro de 2009, envolvendo o segundo período acadêmico de 2008 e os de 2009.
Embora as disciplinas apareçam como ministradas ao longo dos períodos citados, não significa necessariamente que foram ministradas em todos os semestres, haja vista que, algumas, especialmente as de Pós-Graduação foram ministradas em períodos de três meses (o programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil tanto à época da UFPB quanto atual é praticado em trimestres). Ademais, nos intervalos de anos indicados, pode ter ocorrido de eu ter ministrado mais de uma turma e/ou mais de uma disciplina.
Ministrei vários tópicos especiais sobre modelos distribuídos, hidrológicos e hidrossedimentológicos, modelagem de bacias hidrográficas, regionalização hidrológica, critérios de ajustamento, análise do efeito de variabilidade climática, efeito de escala e incerteza sobre parâmetros e processos. Os tópicos especiais sempre foram voltados para formação em nível de pós-graduação (mestrado), tendo auxiliado na formação de recursos humanos de alto nível e foram inovadores para o programa de mestrado em Engenharia Civil.
Assim sendo, os alunos para quem ministrei os vários cursos anteriormente citados, mesmo os que não foram por mim orientados, se qualificaram em nível de mestrado e tiveram, posteriormente, aproveitamento em programas de doutoramento em outras instituições do Brasil, seja por escolha opcional seja porque não havia programa de doutoramento em Engenharia Civil na UFCG. A Unidade Acadêmica de Engenharia Civil, na qual estou e sempre estive lotado, ainda se encontra sem programa de doutoramento.
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 6.ENSINO. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
7.PESQUISA
Desenvolvi diversas pesquisas, dentro das várias linhas de pesquisa cadastradas no meu grupo de pesquisa no CNPq, do qual sou líder há mais de 10 anos, intitulada Modelagem do Escoamento e da Erosão do Solo Em Bacias do Nordeste Semiárido com Efeito da Variabilidade do Clima, do Uso do Solo, da Escala e Análise de Incerteza, devidamente certificada pela instituição.
Sou pesquisador de outras duas linhas de pesquisa, cadastradas no diretório de grupos do CNPq, certificadas pela instituição, denominadas Erosão e Transporte de Sedimentos em Canais e em Bacias, cujo líder é o Professor Vajapeyam S. Srinivasan (atualmente aposentado pela UFCG) e Modelagem Hidrológica em Bacias Hidrográficas Nordestinas com liderança do Prof. Ricardo de Aragão (antes Professor da Universidade Federal de Sergipe e atualmente da UFPB).
Realizei, e continuo realizando, minhas pesquisas sempre utilizando e/ou desenvolvendo modelos matemáticos para investigar e mitigar problemas do semiárido, particularmente ocorrências de secas, cheias, erosão e perda de solo, escala e incerteza, pouca disponibilidade de dados e aproveitamento de recursos hídricos entre outros.
Adquiri e transferi conhecimento em pesquisas envolvendo erosão do solo e transporte de sedimentos, especialmente com ganho de conhecimento sobre as taxas de erosão em áreas devastadas, sua relação com a escala e variabilidade climática, uso do solo, escala e incertezas, fornecendo, assim, com os seus resultados, subsídios para o uso e manejo adequado do solo.
Particularmente na linha de pesquisa sobre cheias e drenagem, pouco foi feito, embora tenha recebido aprovação pelo mérito de projeto de pesquisa abrangente sobre o tema. No entanto, não foi possível desenvolver esta linha haja vista não ter conseguido os recursos necessários. Outras pesquisas também tiveram seu mérito reconhecido, porém sem a aquisição de recursos para o seu desenvolvimento.
Dentro das linhas de pesquisa listadas abaixo, enquadram-se vários projetos de pesquisa e produtos técnicos por mim desenvolvidos, os quais são descritos nos itens seguintes.
7.1.Linhas de Pesquisa
Desenvolvi, e venho desenvolvendo, dentro das linhas de pesquisa da qual sou líder, vários projetos de pesquisa e produtos técnicos (programas computacionais dos modelos) os quais são descritos nos itens seguintes.
1.Caracterização de bacias hidrográficas do Estado da Paraíba.
2.Avaliação do escoamento superficial de pequenas e médias bacias do Estado da Paraíba.
3. Avaliação de modelos chuva x vazão para bacias do semiárido Paraibano
Efeito da variabilidade do clima e uso do solo sobre processos hidrológicos.
4.Modelagem hidrossedimentológica em bacias do NE semiárido.
5.Efeito de escala na parametrização de modelos matemáticos.
6.Análise de Incerteza devido ao efeito de escala e a variabilidade de fatores climáticos.
7.Regionalização Hidrológica com efeito da variabilidade do clima e do uso do solo.
8.Simulação Hidrológica Urbana.
Da segunda linha de pesquisa, participei como pesquisador e orientador de projetos nas seguintes linhas.
8.Influência Antrópica na Produção de Escoamento Superficial e Sedimentos em Bacias Hidrográficas Através da Modelização dos Processos Físicos e do Emprego de SIG.
9.Avaliação do Escoamento Superficial e Produção de Sedimentos em Bacias Experimentais na Região Semiárida da Paraíba
10.Avaliação dos Efeitos de Escala na Produção de Sedimentos e Escoamento Superficial na Região Semiárida Paraibana.
11.Impacto do Uso do Solo na Produção do Escoamento Superficial e de Sedimentos pela Erosão.
Da terceira linha de pesquisa, participei e venho participando como pesquisador de projetos conforme lista abaixo.
12.Avaliação dos Impactos Causados Pelos Resíduos Sólidos E Pelas Práticas Antrópicas Sobre Os Sistemas De Drenagem Urbana E De Esgotamento Sanitário
13.Influência Antrópica Na Produção De Escoamento Superficial E Sedimentos Em Bacias Hidrográficas Através Da Modelização Dos Processos Físicos E Do Emprego De Sig
14.Modelagem Do Escoamento Superficial E Da Erosão Em Bacias Hidrográficas
15.Planejamento E Gerenciamento De Sistemas De Recursos Hídricos
16.Sensoriamento Remoto Aplicado Ao Estudo De Recursos Hídricos E Meio Ambiente.
Os projetos de pesquisa por mim desenvolvidos e/ou em desenvolvimento são listados no item seguinte.
7.2.Projetos de Pesquisa
2013-2015. 1.Avaliação Espaço Temporal da Influência do Uso do Solo sobre a Produção de Água, Sedimentos e da Modelagem Hidrossedimentológica Distribuída e de Geotecnologias.
Natureza: Pesquisa
Descrição: Projeto multidisciplinar, multinstitucional (UFCG, UFS, UFPB) de avaliação da influência do uso do solo na produção de água e sedimentos utilizando ferramentas de modelagem distribuída e geotecnologia.
Integrantes: Ricardo de Aragão – Coordenador; Eduardo Eneas de Figueiredo – Pesquisador.
Financiamento: Projeto Chamada Universal MCTI/CNPq 14/2012 – Proc. 482108/2012-6 (36 meses: 2013-2015).
2008–2009. 2.MOSESS 2D, a distributed model to simulate the processes of runoff and soil erosion at the catchment scale.
Natureza: Desenvolvimento;
Descrição: Projeto de Pós-Doutoramento através do qual foi desenvolvido modelo matemático distribuído na University of Sheffield, Inglaterra.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo – Coordenador; Zacarias Caetano Vieira – Mestrado concluído; Caio César Rocha Almeida Souto – Mestrado concluído; Parsons, A. J. - Supervisor.
Financiamento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
2007-2013. 3.Projeto de Cooperação Internacional do Semiárido (CISA).
Natureza: Pesquisa
Descrição: Projeto multidisciplinar, multi-institucional (UFPE, UFRPE, UFAL, UFRN, UFBA, UFCG,UFPB, e as instituições estrangeiras Texas Tech University-USA, ISA- Cabo Verde, LNEC- Portugal, voltado para promover a cooperação entre as instituições de pesquisa envolvidas direcionada para a solução de problemas relacionados a escassez de água em regiões semiáridas, particularmente do Nordeste do Brasil e em Cabo Verde. A UFCG foi responsável pelo desenvolvimento de experimentos-piloto na Bacia Escola de São João do Cariri, pelo desenvolvimento de sistemas de informação para Cabo Verde e para as Bacias Representativas e Experimentais da REHISA e pela linha de cisternas rurais.
Integrantes Pesquisadores: Carlos de Oliveira Galvão - Integrante / Eduardo Enéas de Figueiredo - Integrante / Janiro Costa Rêgo - Integrante / Celso Augusto Guimarães Santos - Integrante / Hans Raj Gheyi - Integrante / José Almir Cirilo - Integrante / Iana Alexandra Alves Rufino - Integrante / Klécia Forte de Oliveira - Integrante / Susana Maria Gico Lima Montenegro - Integrante / Abelardo Antônio de Assunção Montenegro - Integrante / José Dantas Neto - Integrante / Jaime Joaquim da Silva Pereira Cabral - Coordenador.
Financiamento: Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro.
2007–2010. 4.Modelagem hidrossedimentológica em bacias semiáridas do Nordeste do Brasil.
Natureza: Pesquisa.
Descrição: Projeto de pesquisa, voltado para a compreensão e descrição dos processos hidrológicos e sedimentológicos em bacias semiáridas nordestinas.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador.
Financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
2007–2009. 5.Modelagem hidrológica no Estado da Paraíba com análise de incertezas para fins de regionalização.
Natureza: Pesquisa. Mestrado acadêmico
Descrição: O Estado da Paraíba contém duas bacias hidrográficas principais: a bacia do Rio Piranhas e a bacia do Rio Paraíba, sendo esta última totalmente Estadual. O Rio Piranhas é Federal e deságua no Estado do Rio Grande do Norte formando o sistema Piranhas Açu. As duas bacias são deficientes em termos de dados hidrológicos com as poucas estações existentes apresentando séries descontínuas e muitas vezes curtas. Ambas as bacias têm sido escolhidas como áreas de estudo, principalmente nas pesquisas hidrológicas no tocante a modelagem do escoamento utilizando modelo distribuído. Porém, os resultados desses estudos ainda não são abrangentes tendo sido realizados até uma dada seção de referência, não envolvendo a região drenada pelos rios plenamente. Além do mais, a grande finalidade da modelagem, no Estado da Paraíba, ainda não foi alcançada, que é a simulação de séries de dados confiáveis para serem utilizados pelos órgãos gestores no planejamento integrado dos recursos hídricos. Desse modo, torna-se bastante relevante realizar uma pesquisa abrangente sobre a modelagem do escoamento no Estado da Paraíba para que séries de vazões sejam simuladas com um modelo distribuído já testado previamente e considerando dados homogêneos e consistentes para uma minimização das incertezas nos resultados das simulações, viabilizando assim, por exemplo, a Regionalização de vazões, e.g., máximas, médias e com certa garantia ou permanência e a Regionalização de parâmetros dos modelos escolhidos, e.g., do tipo conceitual distribuído, das distribuições estatísticas, da relação intensidade x duração x frequência, curvas de permanência, etc. Estudos utilizando um modelo conceitual distribuído diário para gerar vazões, com análise de incertezas através de ferramentas estatísticas (testes paramétricos e não paramétricos e distribuições de probabilidade), para fins de regionalização ainda não foram realizados.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador / Thiago S. Almeida / Eduardo B. Rangel / Katiana A. Lima / Dayana C. Costa – Mestrados concluídos.
Financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
2006–2009. 6.Implantação de Bacias Experimentais e Representativas - BEER/UFCG.
Natureza: Pesquisa.
Descrição: Projeto desenvolvido para a implantação de bacias representativas, com a finalidade de se estudar processos relevantes e seus mecanismos, estabelecer o balanço hídrico e parâmetros representativos de bacias semelhantes. Projeto de caráter multidisciplinar, multi institucional (UFCG, UFPB, UFRN, UFPE, UFRPE, UFC, UFAL).
Integrantes: Pela UFCG: Eduardo Eneas de Figueiredo - Integrante / VAJAPEYAM S SRINIVASAN - Integrante / Ricardo Aragão - Integrante / Carlos de O Galvão - Coordenador.
Financiamento: Financiadora de Estudos e Projetos.
2006-2009. 7.Modelagem Hidrológica no Estado da Paraíba com Análise de Incertezas para fins de Regionalização (MODHIPB)
Natureza: Pesquisa.
Descrição: Projeto voltado para fornecer a base para estudos de regionalização hidrológica, através de aplicações estatísticas (distribuições), dando subsídios ao planejamento do aproveitamento de recursos hídricos no Estado da Paraíba, PB.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo – Coordenador; Aracy Siqueira, Andrea Crispim, Myrla de Souza Batista. Mestrados concluídos.
Financiamento: CNPq / Auxílio APQ (Proc. 474430/2006-5).
2006-2009 8.Avaliação dos impactos das ações antrópicas sobre os recursos hídricos numa bacia do Estado de Sergipe.
Natureza: Pesquisa
Descrição: Projeto multidisciplinar e multi institucional (UFCG, UFS) voltado para avaliar os impactos do uso do solo pelo homem numa bacia de Sergipe. O projeto se desenvolveu desde a implantação de equipamentos de medição, passando pela coleta de dados e estudos de modelagem.
Integrantes: Ricardo de Aragão – Coordenador / Eduardo Eneas de Figueiredo – Pesquisador.
Financiamento: CNPq (Proc. 477467/2006-7).
2005-2007 9.Modelagem do escoamento e da erosão do solo em bacias do semiárido paraibano com efeito da variabilidade de fatores climáticos e do uso do solo
Natureza: Pesquisa
Descrição: A pesquisa sobre Impactos da Variabilidade de Fatores Climáticos e do Uso do Solo sobre o Escoamento em Bacias do Semiárido Paraibano, desenvolvida pelo proponente com o apoio do CNPq (Processo 470015-01-2), avaliou o efeito de fatores do clima e uso do solo sobre o escoamento em duas grandes bacias no Estado da Paraíba, a bacia do alto rio Piranhas e a bacia do alto rio Paraíba utilizando o modelo distribuído NAVMO, bem como sobre o escoamento e a erosão nas parcelas e microbacias da bacia representativa de Sumé, no cariri paraibano, através dos modelos distribuídos WESP e KINEROS. A utilização dos modelos WESP e KINEROS norteou o desenvolvimento de um modelo contínuo, o MOFIPE - Modelo de base Física para Pequena Escala, que tem base física, porém não é distribuído, o qual foi desenvolvido com apoio do programa CT- IDRO/Bolsas e testado, também, nas áreas experimentais de Sumé. O modelo distribuído NAVMO é apropriado para simular o escoamento em grandes bacias. Foi inicialmente testado com dados da bacia do Rio Piancó - PB no semiárido paraibano. Posteriormente foram feitas aplicações práticas e estudos sobre efeitos de escala para uma melhor verificação e validação do modelo. Os modelos WESP e KINEROS2 são distribuídos também, porém orientados para a simulação de eventos do escoamento e erosão do solo em pequenas bacias. Com os modelos acima referidos, foi possível avaliar na primeira fase da pesquisa, cujo financiamento encerrou em Junho de 2004, o escoamento e a erosão do solo em diferentes escalas da bacia, de tempo, condições climáticas e uso do solo em regiões semiáridas da Paraíba.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador / Andrea M C Crispim - Integrante / Aracy Siqueira de Oliveira Nunes - Integrante / Myrla de Souza Batista - Integrante.
Financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Auxílio APQ (Proc. 474098/2004-4) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
2005–2007. 10.MODFIPE, um modelo distribuído de simulação do escoamento e erosão do solo Situação.
Natureza: Pesquisa.
Descrição: O Modelo matemático distribuído MODFIPE foi desenvolvido para ser utilizado em microbacias hidrográficas.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador / Gustavo de Souza – Mestrado concluído.
Financiamento: CT-HIDRO
2002–2004. 11.Avaliação dos impactos da variabilidade do clima e do uso do solo sobre o escoamento em bacias do semiárido paraibano
Natureza: Pesquisa.
Descrição: O Nordeste semiárido em geral, e em particular o semiárido da Paraíba, tem sofrido as consequências das variações climáticas e do uso indiscriminado do solo, notadamente pelas secas que assolam frequentemente essas regiões e pelo desmatamento acelerado que reduz a proteção natural contra a erosão e a oportunidade para a infiltração da água no solo. Como resultado da combinação desses fatores, aumentam os picos do escoamento, a erosão do solo e o grau de degradação. É comum também a construção de pequenos e médios açudes, para superar o problema da seca, que reduzem o aporte de água para mananciais maiores que atendem a várias demandas. Os efeitos sentidos nessas regiões em decorrência desses fatores são a quebra de produção agrícola, o êxodo rural e o flagelo. Os fatores acima referidos têm comprometido significativamente os sistemas dos recursos hídricos de regiões semiáridas em geral, e em particular do semiárido paraibano. Qualitativamente os efeitos causados tanto pelas variações climáticas quanto pelo uso do solo sobre a produção de água nas bacias hidrográficas já são conhecidos. Quantitativamente, os impactos causados por esses fatores sobre o escoamento ainda são, no entanto, pouco estudados e conhecidos. Essa pesquisa tem, portanto, por objetivo avaliar o comportamento do escoamento produzido em bacias hidrográficas do semiárido paraibano as quais são sujeitas as variações do clima e do uso do solo resultante do desmatamento. Para atingir os objetivos propostos, foi utilizado um modelo distribuído de simulação do escoamento, já testado para o semiárido, o modelo NAVMO, capaz de considerar as variabilidades climáticas, espacial e temporal, bem como os vários usos do solo. Espera-se com a aplicação desse modelo, avaliar a real extensão causada por esses fatores sobre o escoamento em bacias do semiárido paraibano como suporte para uma política de uso, manejo e gerenciamento dos recursos hídricos.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador / Hérbete Hálamo R C Davi - Integrante / Hildeberto B L Júnior - Integrante.
Fianciamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Auxílio APQ (Proc. 470015/01-2).
2002–2004. 12.Simulação hidrológica na bacia do alto rio Paraíba com efeito da variabilidade do clima.
Natureza: Pesquisa.
Descrição: Pesquisa voltada para simular os escoamentos em bacias do alto rio Paraíba considerando a variabilidade de fatores climáticos.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo – Coordenador / Alunos de Mestrado Acadêmico.
Financiamento: Fundo Setorial CT-HIDRO.
2002–2004. 13.Um Modelo de base física para simulação hidrossedimentológica em pequena escala
Natureza: Pesquisa.
Descrição: Pesquisa voltada para o desenvolvimento de um modelo de base física para simulação hidrológica em pequena escala.
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador.
Financiamento: Fundo Setorial CT-HIDRO.
2001–2004. 14.Implantação de bacias experimentais no semiárido IBESA Natureza: Pesquisa.
Natureza: Pesquisa multidisciplinar, multi institucional.
Descrição: Projeto de implantação de bacias experimentais envolvendo várias IFES brasileiras (UFPB, UFRN, UFPE, UFRPE, UFAL, UFC, UFCG, UFBA) com o objetivo de medir processos hidrológicos, de erosão do solo e outros.
Integrantes: Pela UFCG: Vajapeyam S Srinivasan - Coordenador / Eneas de Figueiredo / Ricardo Aragão - Integrante / Carlos de O Galvão. – Pesquisadores.
Financiamento: Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro.
2000–2003. 15.Estudo dos impactos do uso do solo e dos efeitos de escala na geração do escoamento superficial e erosão do solo na região do cariri paraibano.
Natureza: Pesquisa.
Descrição: Pesquisa voltada para estudar os efeitos de escala e do uso do solo simulados em níveis de desmatamento sobre os escoamentos e erosões do solo em bacias da região do cariri paraibano.
Integrantes: / Vajapeyam S Srinivasan – Coordenador e orientador / Eduardo Eneas de Figueiredo – Pesquisador orientador / Walszon Terllizie A Lopes – Mestrado concluído.
Fianciamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Auxílio APQ (Proc. 465865/00-0).
1999-2001. 16.Restoration and improvement of a brasilian semiarid area.
Natureza: Pesquisa multi institucional.
Descrição: O processo de desertificação no semiárido brasileiro é um problema sério a ser resolvido necessitando de monitoramento, de avaliação e de controle. Assim este projeto visa conduzir experimentos de campo, analisar e desenvolver modelos matemáticos de avaliação da erosão do solo e construir estruturas de controle da erosão reduzindo perdas de solo e melhorando condições de uso.
Integrantes: Celso A. Santos – Coordenador, Koichi Suzuki, Masahiro Watanabi e Akihiro Kadota (Universidade de Ehime Japão) / Vajapeyam S Srinivasa, Eduardo Eneas de Figueiredo e Carlos de Oliveira Galvão (UFPB).
Fianciamento: Fundação Toyota.
17.Avaliação dos Impactos do Uso do Solo e dos Efeitos de Escala na Produção de Água e Sedimentos na Região Representativa de Sumé
Natureza: Pesquisa.
Descrição: A região representativa de Sumé sofre os problemas de desmatamento que resultam em maiores picos e volumes do escoamento e, em consequência, maiores produções de sedimentos. Uma avaliação do efeito do uso do solo sobre esses processos vem trazer subsídios para um uso mais adequado dos solos da região. Nesse sentido várias unidades experimentais (parcelas e microbacias) foram instaladas, as quais permitem uma avaliação quantitativa por monitoramento bem como através do uso de modelos de simulação, tendo sido esses os principais objetivos dessa pesquisa, os quais foram plenamente alcançados.
Integrantes: / Vajapeyam S Srinivasan – Coordenador / Eduardo Eneas de Figueiredo - Pesquisador.
Financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
1998–Atual. 18.Modelagem do escoamento e erosão do solo em regiões semiáridas
Natureza: Pesquisa Cadastrada no Diretório de Grupos.
Descrição: O projeto vem sendo desenvolvido desde 1998 e objetiva a modelagem do escoamento e erosão do solo em bacias localizadas em regiões semiáridas em geral, utilizando metodologias alternativas para parametrização de modelos de base física contínuos, avaliação espaço-temporal do conteúdo de água no solo (perfil de umidade), voltados para a simulação de processos hidrológicos (intercepção, infiltração, percolação, escoamento) e sedimentológicos (erosão do solo, transporte, deposição).
Integrantes: Eduardo Eneas de Figueiredo - Coordenador / Zacarias Caetano Vieira - Integrante / Ricardo de Aragão - Integrantes.
7.3.Produção Técnica
2009-2012. 1.MOSEE versão 2012. Modelo de Simulação do Escoamento e Erosão do Solo. Modelo contínuo no tempo simula o escoamento, erosão e transporte de sedimentos em escala de tempo refinada; apropriado para bacias de porte médio com disponibilidade de dados pluviográficos. Plataforma: Fortran G77. FIGUEIREDO, E. E.
2008-2009. 2.MOSESS 2D. Modelo de Simulação do Escoamento e Erosão do Solo. Modelo contínuo no tempo simula o escoamento em duas dimensões, erosão e transporte de sedimentos em escala de tempo refinada; apropriado para bacias representativas com disponibilidade de pelo menos um pluviógrafo. Plataforma: Fortran G77. Figueiredo, E. E.
2006-2008 3.MOSESS/MOSEE2010. Modelo de Simulação do Escoamento e Erosão do Solo. Modelo contínuo no tempo simula o escoamento, erosão e transporte de sedimentos em escala de tempo refinada; apropriado para pequenas bacias (microbacias) com disponibilidade de pelo menos um pluviógrafo. Plataforma: Fortran G77. Figueiredo, E. E.
2004-2006. 4.MOFIPE/MODFIPE. Modelo de Base Física para Pequena Escala. Modelo contínuo no tempo simula o escoamento e erosão em escala de tempo refinada; apropriado para parcelas com disponibilidade de pelo menos um pluviógrafo. Plataforma: EXCEL e Fortran G77. Figueiredo, E. E. ; Davi, H. H. R. C.; Souza, G.
2000. 5.SMAP instantâneo para EXCEL. 2000. Modelo de simulação da onda de cheia para bacias de porte médio com disponibilidade de dados de chuva instantânea. Plataforma: EXCEL. Figueiredo, E. E. ; Costa, C. F. L.; Braga, A. C. F. M.; Almeida, M. A. ; Barbosa, J. M. S. G. ; Barbosa, D. L.
1999. 6.SMAP diário e mensal para EXCEL. 1999. Modelo de simulação do escoamento diário e mensal para bacias de porte médio com disponibilidade de dados diários. Plataforma: EXCEL. Figueiredo, E. E. ; Barbosa, J. M. S. G.; Barbosa, D. L.; Almeida, M. A. ; Costa, C. F. L. ; Braga, A.C. F. M.
1987. 7.RAVINA. Modelo para previsão de alargamento lateral de ravinas. Modelo para previsão das condições críticas de deslizamento de paredes laterais de ravinas com base em processo de infiltração na taxa potencial, ganho de peso e perda de resistência. Plataforma Basic. Figueiredo, E. E.
Parte dos programas computacionais dos modelos acima descritos encontram-se no anexo do item 7.PESQUISA. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
8.PRODUÇÃO CIENTÍFICA
São listadas a seguir as produções científicas indexadas, em periódicos e/ou livro, bem como as produções não indexadas, como resultado do desenvolvimento das várias linhas e projetos de pesquisa anteriormente referidos. Em seguida, uma lista de articipação e apresentação em eventos como probatório das publicações.
É importante frisar que todas as publicações apresentam, independentemente de terem sido publicadas em periódico ou eventos, relevância significativa para o desenvolvimento da região semiárida nordestina, particularmente a da Paraíba.
8.1.Produções Indexadas
2014. 1.FIGUEIREDO, E. E.; SOUTO, C. C. R. A.; VIEIRA, Z. C. Investigating transport capacity equations in sediment yield modelling for the Cariri semi-arid region of Paraiba-PB/Brazil. IAHS, v. 367, p. 374-381, 2014. ISSN 0144-7815/ ISBN 978-1-907161-45-2.
2013. 2.ARAGÃO, RICARDO DE; SANTANA, GEIZON R. DE; COSTA, CLARISSA E. F.
F. DA; CRUZ, MARCUS A. S.; FIGUEIREDO,
E. E.; SRINIVASAN, VAJAPEYAM S. Chuvas intensas para o estado de Sergipe
com base em dados desagregados de chuva diária. Revista Brasileira de
Engenharia Agrícola e Ambiental (Online)
, v. 17, p. 243-252, 2013. Citações:
3 ISSN
1807-1929.
2013. 3.ARAGÃO, RICARDO DE; CRUZ, MARCUS AURÉLIO SOARES; AMORIM, JULIO
ROBERTO ARAUJO DE; MENDONÇA, LUCIANA COÊLHO; FIGUEIREDO,
E. E.; SRINIVASAN, VAJAPEYAM S. Análise de sensibilidade dos parâmetros do
modelo SWAT e simulação dos processos hidrossedimentológicos em uma bacia no
agreste nordestino. Revista Brasileira de Ciência do Solo (Impresso)
, v. 37, p. 1091-1102, 2013. Citações:
1 ISSN 0100-0683.
2011. 4.ARAGÃO, RICARDO DE; ALMEIDA, JOSÉ A. P. DE; FIGUEIREDO, E. E. SRINIVASAN,
VAJAPEYAM S. Mapeamento do potencial de erosão laminar na bacia do rio
Japaratuba, SE, via SIG. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental
(Online)
, v. 15, p. 731-740, 2011. Citações:
2 ISSN
1807-1929.
2011. 5.VIEIRA, Z. C; FIGUEIREDO, E. E. Modelagem do escoamento e erosão sob diferentes condições de chuva e uso do solo no Cariri paraibano. Revista Tecnologia (UNIFOR), v. 32, p. 73, 2011. ISSN 0101-8191.
2010. 6.FIGUEIREDO, E. E.; PARSONS, A. J. Incorporating pedrotransfer functions into the MOSEE model to simulate runoff and soil erosion at different scales. IAHS-AISH Publication, v. 337, p. 353, 2010. ISSN 0144-7815 / ISBN 978-1-907161-10-0.
2008. 7.FIGUEIREDO, E. E.; LIMA, K. A.; COSTA, D. C. O modelo NAVMO como ferramenta da hidroinformática para simulação hidrológica em grandes bacias no semiárido da Paraíba. Revista Tecnologia (UNIFOR), v. 29, p. 61-71, 2008. ISSN 0101-8191.
2008. 8.FIGUEIREDO, E. E. Sediment yield modelling at micro-basins and basin scales in semiarid regions of Brazil. IAHS-AISH Publication, v. 325, p. 157-166, 2008. ISSN 0144-7815 / ISBN 978-1-901502-84-8.
2007. 9.FIGUEIREDO, E. E.; BATHURST,
J. C. Runoff and sediment yield predictions in a semiarid region of Brazil
using SHETRAN. IAHS-AISH Pub., v. 309, p.258-266,2007. Citações:
1 ISSN 0144-7815. ISBN 978-1-901502-83-1
2006. 10.FIGUEIREDO, E. E.; DAVI, H. H. R. C. MOSESS: a model for soil erosion prediction at small scales. IAHS-AISH Publication, v. 306, p. 556-563, 2006. ISSN 0144-7815 / ISBN 1-901502-68-6.
2006. 11.FIGUEIREDO, E. E.; BATHURST, J. C. Effects of
rainfall variability and land-use change on sediment yield simulated by
SHETRAN. IAHS-AISH Publication, v. 306, p. 620-626, 2006. Citações:
1 ISSN 0144-7815 / ISBN 1-901502-68-6.
12.FIGUEIREDO, E. E.; LACERDA JÚNIOR, H. B.; FURTUNATO, O. M.; CRISPIM, A. M. C. Parameter scale analysis in runoff modelling in semi-arid regions of brazil with the model navmo. In: 7th International Conference on Hydroinformatics, 2006, Nice. Proceedings of the 7th International Conference on Hydroinformatics (ISBN 8190317032; CD-ROM ISBN 8190317067). Nice: IWA/IAHS/IAHR/Université Nice, 2006. v. 2. p. 1527-1534.
13.FIGUEIREDO, E. E.; FURTUNATO, O. M.; NUNES, A. S. O.; CRISPIM, A. M. C. Long-term runoff simulations with the model NAVMO for regional analyses in semi-arid regions of brazil. In: 7th International Conference on Hydroinformatics, 2006, Nice. Proceedings of the 7th International Conference on Hydroinformatics (Livro: ISBN 8190317032; CD-ROM: ISBN 8190317067). Nice: IWA/IAHS/IAHR/Université Nice, 2006. v. 2. p. 1535-1542.
2005. 14.FIGUEIREDO, E. E.; BATHURST, J. C. Relationship
between simulated sediment yield and scale in a semiarid region of Brazil. IAHS-AISH Publication, v. 292, p. 110-118,
2005. Citações:
1 ISSN
0144-7815 / ISBN 1-901502-92-9.
2004. 15.FIGUEIREDO, E. E.; LOPES, P. L.; BRAGA, A. C. F. M. Uncertainty in simulated runoffs using the distributed model NAVMO. In: 6th International Conference on Hydroinformatics, 2004, Singapura. Proceedings of the 6th International Conference on Hydroinformatics (ISBN 9812387870). Singapore: © 2004 World Scientific Publishing Company, 2004. v. 2. p. 1783-1790.
16.FIGUEIREDO, E. E.; BATHURST, J. C. Uncertainty analysis in up-scaling the SHETRAN model parameters. In: 6th International Conference on Hydroinformatics, 2004, Cingapura. Proceedings of the 6th International Conference on Hydroinformatics (ISBN9812387870). Singapore: © 2004 World Scientific Publishing Company, 2004. v. 2. p. 1737-1744.
17.SRINIVASAN, V. S.; LOPES, W. T. A.; FIGUEIREDO, E. E. An Investigation of the Scale Effects in Runoff-Erosion Modeling in the Semiarid Region of Brazil. In: 9th International Symposium on River Sedimentation, 2004, Yichang, China. Proceedings of the 9th International Symposium on River Sedimentation (ISBN7302096848). Beijing, China: Tsinghua University Press, 2004. v. vol. 4. p. 2296-2303.
2002. 18.FIGUEIREDO, E. E.; BATHURST, J. C. Sediment Yield Modelling at Various Basin Scales in a Semiarid Region of Brazil Using SHETRAN. In: 5th International Conference on Hydroinformatics, 2002, Cardiff, UK. Hydroinformatics 2002 (ISBN: 1843390213). Cardiff, UK: © 2002 World Scientific Publishing Company, 2002. v. 1. p. 316-321.
19.FIGUEIREDO, E. E.; BRAGA, A. C. F. M. Modelling the Rainfall-Runoff Relationship for the Piranhas River Basin in the Semiarid Region of Brazil. In: Second International Symposium on Flood Defense, 2002, Beijing, China. Proceedings of the Second International Symposium on Flood Defense (ISBN: 1880132540). New York: New York Press, 2002. v. 2. p. 1129-1136.
8.2.Produções Não Indexadas
2013. 1. ARAGAO, R.; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. . Análise Da Influência Da Mata Ciliar Na Bacia Do Rio Japaratuba-Mirim-Se Sobre O Escoamento Superficial E Produção De Sedimentos Simulados Com O Modelo Swat. In: XX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2013, Bento Gonçalves. CDROM do XX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. ABRH, 2013.
2012. 2.FIGUEIREDO, E. E.; VIEIRA, Z. C. Simulação Do Efeito Do Desmatamento No Escoamento E Erosão Do Solo No Cariri - Pb Com O Modelo MOSEE. In: XI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2012, João Pessoa. CDROM XI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. ABRH, 2012.
3.SOUTO, C. C. R. A.; FIGUEIREDO, E. E. Adequabilidade De Fórmulas De Capacidade De Transporte De Sedimentos Em Bacias Do Cariri Paraibano. In: XI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2012, JOAO PESSOA. CDROM XI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. ABRH, 2012.
2011. 4.VIEIRA, Z. C; FIGUEIREDO, E. E. Simulação Hidrossedimentológica Com O Modelo MOSEE Em Microbacias Com Diferentes Coberturas Em SUMÉ - PB. In: XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2011, Maceió. CDROM XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. ABRH, 2011.
5.VIEIRA, Z. C; FIGUEIREDO, E. E. Modelagem Hidrossedimentológica Com O Modelo MOSEE E Dados De Microbacias Em São João do Cariri - PB. In: XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2011, Maceió. CDROM XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. ABRH, 2011.
6.ARAGÃO, R.; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. Avaliação Do Desempenho Do Sistema Kineros2-Agwa Numa Bacia Hidrográfica No Estado De Sergipe. In: XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2011, Maceió. CDROM XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. ABRH, 2011.
2010. 7.ARAGÃO, R.; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. Runoff and sediment yield evaluation in the Japaratuba-mirim river basin/Brazil with the KINEROS2 model. In: 17th Congress of the Asia and Pacific Division of the International Association of Hydraulic Engineering and Research incorporating the 7th International Urban Watershed Management Conference / Feb 2010, 2010, Auckland. IAHR - APD Congress 2010 7th IUMWC ISBN: 0-86869-125-9. Auckland - Nova Zelndia: University of Auckland, 2010. v. CD-ROM.
8.VIEIRA, Z. C; FIGUEIREDO, E. E. Influência Da Cobertura Vegetal Na Geração Do Escoamento E Erosão Em Microbacias Do Semiárido Paraibano. In: X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2010, Fortaleza. X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2010. v. CD-ROM.
9.ARAGÃO, R.; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S.; SANTOS, L. L. Análise Do Escoamento E Da Erosão Do Solo Simulados Com O Modelo Kineros2 Ao Longo Da Bacia Do Rio Japaratuba-Mirim - Sergipe. In: X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2010, Fortaleza. X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Fortaleza: ABRH, 2010. v. CDROM.
10.VIEIRA, Z. C; FIGUEIREDO, E. E. Utilização do modelo MOSEE na simulação do efeito do uso do solo sobre o escoamento e erosão em microbacias bacias paraibanas. In: II encontro nac. de hidroinformática. I encontro nacional de eco hidráulica. UNIFOR, 2010, Fortaleza, 2010.
2009. 11.FIGUEIREDO, E. E. & PARSONS, A. J. Modelagem do escoamento e erosão do solo em bacias da região semiárida da Paraíba utilizando o modelo MOSEE. In: XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hidricos, 2009, Campo Grande / MS. CD-ROM XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Campo Grande: ABRH, 2009.
12.RANGEL, E. B.; FIGUEIREDO, E. E.; ALMEIDA, M. A.; COSTA, D. C.; LIMA, K. A. Regionalização de vazões no sistema Piranhas/PB - Açu/RN utilizando dados simulados com o modelo NAVMO. In: XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2009, Campo Grande - MS. CD-ROM - XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Campo Grande: ABRH, 2009.
13.ALMEIDA, T. S; RANGEL, E. B.; FIGUEIREDO, E. E.; LIMA, K. A.; COSTA, D. C. Regionalização de vazões nas regiões média e baixa do rio Paraíba/PB utilizando dados simulados com o modelo NAVMO. In: XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2009, Campo Grande - MS. CD-ROM - XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Campo Grande - MS: ABRH, 2009.
14.ARAGÃO, R.; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. ; SANTOS, L. L., PAIVA, F. Parametrização do modelo Kineros2 em uma Bacia Sergipana. In: XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2009, Campo Grande - MS. CD-ROM XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Campo Grande - MS: ABRH, 2009.
16.FIGUEIREDO, E. E. Educação em Hidroinformática. Palestra proferida no I Encontro Nacional de Hidroinformática, 2008, Fortaleza. CD-ROM do I Encontro Nacional de Hidroinformática. Fortaleza, CE: UNIFOR, 2008.
17.ALMEIDA, T. S; RANGEL, E. B.; FIGUEIREDO, E. E.; LIMA, K. A.; COSTA, D. C. Modelagem e simulação do escoamento na bacia do baixo rio Paraíba/PB com o modelo NAVMO. IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Salvador: ABRH, 2008.
18.BATISTA, M. S.; FIGUEIREDO, E. E. Efeito da divisão da bacia no escoamento simulado com o modelo distribuído NAVMO. IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Salvador: ABRH, 2008.
19.ALMEIDA, T. S; RANGEL, E. B.; FIGUEIREDO, E. E.; LIMA, K. A.; COSTA, D. C. Homogeneidade e consistência de vazões anuais obtidas com o modelo NAVMO no médio e baixo rio Paraíba/PB. In: IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste., 2008, Salvador. IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Salvador: ABRH, 2008.
20.RANGEL, E. B.; ALMEIDA, T. S; FIGUEIREDO, E. E.; COSTA, D. C.; LIMA, K. A. Análise de homogeneidade e consistência de séries de longo período simuladas na bacia Piranhas/PB-Açu/RN. In: IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste., 2008, Salvador. IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste.. Salvador: ABRH, 2008.
21.ARAGÃO, R.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E.; DALTRO FILHO; RABELO, J. L. Avaliação do processo hidrossedimentológico na bacia do rio Japaratuba-Mirim através do modelo Kineros2. In: IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste., 2008, Salvador. IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste.. Salvador: ABRH, 2008.
22.RANGEL, E. B.; ALMEIDA, T. S; FIGUEIREDO, E. E.; COSTA, D. C.; LIMA, K. A. Utilização do modelo distribuído NAVMO na simulação do escoamento no sistema hidrográfico Piranhas/PB-Açu/RN. In: IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste., 2008, Salvador. IX Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Salvador: ABRH, 2008.
2007. 23.FIGUEIREDO, E. E.; BATISTA, M. S.; ALMEIDA, T. S; RANGEL, E. B.; LIMA, K. A.; COSTA, D. C. Investigating the uncertainties in simulated runoffs at large semiarid basins with the distributed model NAVMO. In: II International Conference on Water in Arid and Semiarid Lands, 2007, Gravatá. Proceedings II International Conference on Water in Arid and Semiarid Lands. Gravatá: ABRH, 2007. v. CD-ROM.
24.SOUZA, G. DE; FIGUEIREDO, E. E. Simulação hidrossedimentológica em bacias do Nordeste semiárido com o modelo distribuído MODFIPE. In: II Conferência Internacional sobre Água em Regiões Áridas e Semiáridas, 2007, Gravatá. Anais Conferência Internacional sobre Água em Regiões Áridas e Semi-áridas. Gravatá: ABRH, 2007. v. CD-ROM.
25.FIGUEIREDO, E. E.; COSTA, D. C.; LIMA, K. A.; RANGEL, E. B.; FURTUNATO, O. M.; CRISPIM, A. M. C.; NUNES, A. S. O.; LACERDA JÚNIOR, H. B.; ALMEIDA, T. S. Utilização do modelo NAVMO na previsão do escoamento em bacias não instrumentadas do Nordeste semiárido. In: II Conferência Internacional sobre Água em Regiões Áridas e Semiáridas, 2007, Gravatá. Anais II Conferência Internacional sobre Água em Regiões Áridas e Semiáridas, 2007. v. CD-ROM.
26.SRINIVASAN, V. S.; ARAGÃO, R.; ALCÂNTARA, H. M; GALVÃO, C. O.; FIGUEIREDO, E. E.; REGO, J. C. The use of experimental basins for supporting hydrological predictions in ungauged basins. In: II International Conference on Water in Arid and Semiarid Lands, 2007, Gravatá. Proceedings, II International Conference on Water in Arid and Semiarid Lands. Gravatá: ABRH, 2007. v. CD-ROM.
27.FIGUEIREDO, E. E.; SOUZA, G. DE. Teste e validação do modelo MODFIPE de simulação hidrossedimentológica no semiárido paraibano. In: XVII Simp. Bras. Recursos Hídricos / 8o SILUSBA, 2007, São Paulo. XVII Simp. Bras. Rec. Hídricos / 8o SILUSBA. São Paulo: ABRH, 2007. v. CDROM.
28.ARAGÃO, RICARDO DE; DALTRO FILHO; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. Proposta de avaliação de efeitos do uso do solo sobre os processos hidrossedimentológicos na bacia de Japaratuba - SE. In: XVII Simp. Bras. Recursos Hídricos / 8o SILUSBA, 2007, São Paulo. XVII Simp. Bras. Recursos Hídricos / 8o SILUSBA. São Paulo: ABRH, 2007. v. CDROM.
2006. 29.FURTUNATO, O. M.; FIGUEIREDO, E. E.; BRAGA, A. C. F. M. Efeito da variabilidade de fatores climáticos sobre o escoamento em bacias do semiárido paraibano. In: VIII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2006, Gravatá - PE. CD-ROM do VIII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Gravatá: ABRH, 2006.
30.ARAGÃO, R.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E.; ALCÂNTARA, H. M; SANTOS, L. L.; MENEZES, F. A.; MAGALHÃES, M. S. Efeito de escala nos parâmetros do modelo KINEROS2 aplicado a bacias de diferentes dimensões no semiárido nordestino. In: VIII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2006, Gravatá - PE. CD-ROM do VIII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Gravatá - PE: ABRH, 2006.
31.SOUZA, G. DE; FIGUEIREDO, E. E. MODFIPE, um modelo distribuído de base física para simulação do escoamento e erosão do solo. In: VIII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2006, Gravatá - PE. CD-ROM do VIII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Gravatá - PE: ABRH, 2006.
2005. 32.LOPES, W. T. A.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E. Scale effects in modelling runoff and erosion processes in a semiarid region of Brazil. In: VII IAHS Scientific Assembly, 2005, Foz do Iguaçu - PR. VII IAHS Scientific Assembly - Papers for poster presentation - CD-ROM (ISBN: 8572700145). Foz do Iguaçu: ABGE-CES/ABRH, 2005. v. CD-ROM.
33.CRISPIM, A. M. C.; FIGUEIREDO, E. E.; NUNES, A. S. O. Regionalização de vazões na região do alto rio Piranhas utilizando dados simulados com o modelo NAVMO. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
34.BATISTA, M. S.; FIGUEIREDO, E. E.; MARTINS, E. S. P. R. Incertezas na modelagem hidrológica. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
35.CRISPIM, A. M. C.; FIGUEIREDO, E. E.; NUNES, A. S. O. Simulações de vazões na região do alto rio Piranhas, PB como suporte a realização de estudos de regionalização. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
36.FURTUNATO, O. M.; LACERDA JÚNIOR, H. B.; FIGUEIREDO, E. E. Modelagem do escoamento em bacias do cariri paraibano com análise do efeito de escala. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
37.FIGUEIREDO, E. E.; ARAGÃO, RICARDO DE; LOPES, W. T. A.; DAVI, H. H. R. C. Simulações do escoamento e erosão do solo com diferentes modelos de base física. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
38.NUNES, A. S. O.; FIGUEIREDO, E. E.; FURTUNATO, O. M.; CRISPIM, A. M. C.; BATISTA, M. S. Simulações de vazões na região do alto rio Paraíba-pb com o modelo NAVMO para fins de regionalização. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
39.FIGUEIREDO, E. E.; NUNES, A. S. O.; FURTUNATO, O. M.; CRISPIM, A. M. C.; BATISTA, M. S. Regionalização hidrológica no alto rio Paraíba utilizando dados simulados com o modelo NAVMO. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
40.ARAGÃO, R.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E.; GALVÃO, C. O.; REGO, J. C.; ALCÂNTARA, H. M; SANTOS, L. L. Modelização hidrológica em bacias experimentais no cariri paraibano. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa. CD-ROM do XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa: ABRH, 2005.
2004. 41.FURTUNATO, O. M.; FIGUEIREDO, E. E.; BATISTA, M. S. Efeito da Variabilidade de Fatores Climáticos sobre o Escoamento Simulado na Região do alto Rio Paraíba - PB. In: VII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2004, São Luís - MA. CD-ROM do VII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. São Luís - MA: ABRH, 2004.
42.FIGUEIREDO, E. E.; CRISPIM, A. M. C.; NUNES, A. S. O.; CRISPIM, A.; GUIMARÃES, A.; OLIVEIRA, K.; PEDREIRA, G.; ALCÂNTARA, H. M; PINTO, M.; Estimativa da Evapotranspiração em Cinco Bacias Representativas do Nordeste Semiárido. In: VII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2004, São Luís - MA. CD-ROM do VII Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. São Luís - MA: ABRH, 2004.
43.LOPES, W. T. A.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E. Análise do Efeito de Escala na Modelagem do Escoamento Superficial e da Produção de Sedimentos em Pequenas Bacias Hidrográficas do Semiárido da Paraíba. In: VI Encontro Nacional de Engenharia de Sedimentos - ENES, 2004, Vitória - ES. VI Encontro Nacional de Engenharia de Sedimentos - ENES. Vitória, 2004. p. 43-50.
44.SRINIVASAN, V. S.; GALVÃO, C. O.; SANTOS, C. A. G.; FIGUEIREDO, E. E.; REGO, J. C.; ALCÂNTARA, H. M; ALBUQUERQUE, J. P. T.; ARAGÃO, R.; MELO, R. T. N.; CRUZ, E.; GUEDES, G. A.; LACERDA, I.; SANTOS, L. L.; ALVES, F. M. Bacia Experimental de São João do Cariri. In: Implantação de Bacias Experimentais no Semiárido, 2004, Natal. Projeto IBESA (FINEP/FUNPEC 22010453-00). Natal: FINEP/FUNPEC 22010453-00, 2004. Volume, p. 93-126.
2003. 45.FURTUNATO, O. M.; FIGUEIREDO, E. E.; DAVI, H. H. R. C. Necessidade de avaliação hidrológica na bacia do alto rio Paraíba com feito da variabilidade do clima. In: XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003, Curitiba / PR - 23 a 27 Nov.. XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Curitiba, PR: ABRH, 2003. v. CDROM.
46.LACERDA JÚNIOR, H. B.; FIGUEIREDO, E. E.; DAVI, H. H. R. C. Efeitos de escala e uso do solo na parametrização do modelo NAVMO com dados de bacias do cariri paraibano. In: XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003, Curitiba / PR - 23 a 27 Nov. VI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003.
47.LOPES, W. T. A.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E. Modelagem hidrossedimentológica na região semiárida da Paraíba e análise do efeito de escala na parametrização. In: XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003, Curitiba / PR - 23 a 27 Nov.. XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003.
48.DAVI, H. H. R. C.; FIGUEIREDO, E. E.; FURTUNATO, O. M. Um modelo para simulação hidrossedimentológica em pequena escala. In: XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003, Curitiba / PR - 23 a 27 Nov. CD-ROM - XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2003.
2002. 49.FIGUEIREDO, E. E.; BRAGA, A. C. F. M. Effects of the climate variability on the simulated runoff in a semiarid region of Brazil. In: PUB Kick-off Workshop, 2002, Brasilia, Brasil. IAHS Decade On Prediction In Ungaged Basins, Hydrological Sciences on Mission - Communications. Brasilia: IAHS and University of Brasilia, 2002. Volume.
50.FIGUEIREDO, E. E.; BATHURST, J. C. Runoff and sediment yield predictions in a semiarid region of Brazil using SHETRAN. In: PUB Kick-off Workshop, 2002, Brasilia. IAHS Decade On Prediction In Ungaged Basins, Hydrological Sciences on Mission - Communications. Brasilia: IAHS and University of Brasilia, 2002. Volume.
51.SRINIVASAN, V. S.; GALVÃO, C. O.; SANTOS, C. A. G.; FIGUEIREDO, E. E.; REGO, J. C.; ALBUQUERQUE, J. P. T. Experimental basin as a tool for PUB: An experience in the Northeast of Brazil. In: PUB Kick-off Workshop, 2002, Brasilia. IAHS Decade On Prediction In Ungaged Basins, Hydrological Sciences on Mission - Communications. Brasília: IAHS and University of Brasilia, 2002. v. unico.
52.LOPES, W. T. A.; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E.; COSTA, F. M. Modelagem do escoamento superficial na bacia representativa de Sumé. In: VI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2002, Maceió, AL 3 a 6 Dez 2002. Anais, CD-ROM, 2002.
53.LOPES, W. T. A; SRINIVASAN, V. S.; FIGUEIREDO, E. E.; SILVA, J. B. Modelagem hidrossedimentológica em microbacias da região semiárida da Paraíba. In: VI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2002, Maceió, AL. Anais, CD-ROM, 2002.
54.BRAGA, A. C. F. M.; FIGUEIREDO, E. E. Cenários de clima como ferramenta para gestão dos recursos hídricos. In: VI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2002, Maceió, AL. Anais, CD-ROM, 2002.
55.FIGUEIREDO, E. E.; LACERDA JÚNIOR, H. B.; DAVI, H. H. R. C. Estimativa de parâmetros do escoamento com efeito de escala e do uso do solo no cariri paraibano. In: VI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2002, Maceió. Anais, CD-ROM, 2002.
56.FIGUEIREDO, E. E.; DAVI, H. H. R. C.; ALCÂNTARA, H. M; SANTOS, A. F. Processamento e análise de dados da bacia escola da UFPB como suporte aos estudos de modelagem e ao gerenciamento. In: VI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2002, Maceió, AL. Anais, CD-ROM. Maceió: ABRH, 2002.
2001. 57.FIGUEIREDO, E. E.; BRAGA, A. C. F. M. Relação entre Fatores Climáticos na Região do Alto Piranhas, PB. In: XIV Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos, V Simpósio Países Língua oficial Portuguesa, 2001, Aracajú, SE. CD-ROM do XIV Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos, V Simpósio Países Língua oficial Portuguesa, 2001.
58.FIGUEIREDO, E. E.; LACERDA JÚNIOR, H. B. Variação da Curva Número com a Escala e Uso do Solo na Bacia Representativa de Sumé. In: XIV Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos, V Simpósio Países Língua oficial Portuguesa, 2001, Aracajú, SE. CD ROM do XIV Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos, V Simpósio Países Língua oficial Portuguesa, 2001.
2000. 59.BARBOSA, J. M. S. G.; BARBOSA, D. L.; ALMEIDA, M. A.; COSTA, C. F. L.; BRAGA, A. C. F. M.; FIGUEIREDO, E. E. Calibração e Validação do Modelo SMAP para uma Bacia do Semiárido da Paraíba. In: V Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 2000, Natal, RN. Anais do V Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2000. v. 2. p. 295-304.
60.ARAGÃO, R.; FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S.; GÓIS, R. S. S. Chuvas Intensas no Estado da Paraíba. In: V Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 2000, Natal, RN. Anais do V Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2000. v. 2. p. 74-85.
61.BRAGA, A. C. F. M.; FIGUEIREDO, E. E. Necessidade de Avaliação dos Efeitos das Variações do Clima e Uso do Solo sobre o Escoamento nas Bacias do Semiárido. In: V Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 2000, Natal, RN. Anais do V Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2000. v. 1. p. 683-689.
62.COSTA, C. F. L.; BRAGA, A. C. F. M.; ALMEIDA, M. A.; BARBOSA, J. M. S. G.; BARBOSA, D. L.; FIGUEIREDO, E. E. Simulação de Eventos de Cheia da Bacia Representativa de Sumé. In: V Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 2000, Natal, RN. Anais do V Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 2000. v. 2. p. 409-417.
1999. 63.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. Avaliação dos Impactos do Uso do Solo e da Influência dos Açudes sobre o Escoamento para o Açude Sumé, PB. In: XIII Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos, 1999, Belo Horizonte. CD-ROM do XIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 1999.
64.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S.; LOPES, P. L. Calibração e Validação de Um Modelo Distribuído para a Bacia do Rio Pancó. In: XIII Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos, 1999, Belo Horizonte, MG. CD-ROM do XIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 1999.
1998. 65.FIGUEIREDO, E. E. Estimativa de Parâmetros Físicos do Solo da Bacia Representativa de Sumé. In: IV Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 1998, Campina Grande. IV Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 1998. v. CDROM.
66.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S.; LOPES, P. L. Influência da Discretização da Bacia no Escoamento Simulado com um Modelo Distribuído. In: IV Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 1998, Campina Grande, PB. CD-ROM do IV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 1998.
1996. 67.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S.; LOPES, P. L. Avaliação do Escoamento Superficial da Bacia do Piancó Utilizando um Modelo Distribuído. In: III Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 1996, Salvador. Anais do III Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 1996. v. único. p. 431-437.
1994. 68.FIGUEIREDO, E. E. Avaliação da Capacidade de Açudes que não Dispõem de Curvas Cota x Área e Volume no Estado da Paraíba. In: II Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 1994, Fortaleza, CE. Anais do II Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 1994. v. único. p. 138-146.
1993. 69.FIGUEIREDO, E. E.; BARROS, M. G; SRINIVASAN, V. S. Análise do Problema do Enchimento do Açude Público Sumé Através do Modelo NAVMO. In: X Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos e I Simpósio de Recursos Hídricos do Cone Sul, 1993, Gramado, RS. ABRH, 1993. v. 3. p. 226-235.
1992. 70.FIGUEIREDO, E. E.; OVERLAND, H; KLEEBERG, H. B; SRINIVASAN, V. S. O Modelo PIRAI de Simulação da Onda de Cheia. In: I Simpósio Recursos Hídricos do Nordeste, 1992, Recife. Anais do I Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste, 1992. v. 2. p. 141-152.
1991. 71.FIGUEIREDO, E. E.; OVERLAND, H; KLEEBERG, H. B. O Modelo NAVMO de Simulação do Escoamento Superficial. Anais do IX Simpósio Brasileiro Recursos Hídricos e V Simpósio Luso-Brasileiro de Hidráulica e Recursos Hídricos, 1991, Rio de Janeiro, RJ, v. 1. p. 337-346.
1989. 72.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. A Influência do Lençol Freático e de Fendas de Tração na Erosão em Ravinas. In: VIII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos, 1989, Foz do Iguaçu, PR. VIII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos, 1989. v. 2. p. 450-459.
73.REGO, J. C.; FIGUEIREDO, E. E.; KOCH, U. Regionalização de Cheias numa Bacia do Nordeste do Brasil. In: VIII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos, 1989, Foz do Iguaçu, PR. Anais do VIII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos, 1989. v. 3. p. 621-632.
1988. 74.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. Previsão da Erosão em Ravinas pelo Critério da Estabilidade das Paredes Laterais. In: XIII Congresso Latino-Americano de Hidráulica, 1988, Havana, Cuba. Anais do XIII Congresso Latino-Americano de Hidráulica, 1988. v. 3. p. 025-035.
1987. 75.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S. O Processo de Erosão em Ravinas e um Modelo de Previsão para o Alargamento Lateral. In: VII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos e III Simpósio Luso Brasileiro de Hidráulica e Recursos Hídricos, 1987, Salvador, BA. 1987. v. 3. p. 311-321.
1986. 76.FIGUEIREDO, E. E.; SRINIVASAN, V. S.; BARROS, M. G. Um Estudo da Viabilidade do Uso de Pequenos Açudes para Irrigação pelo Pequeno Produtor. In: VII Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem. Brasília, DF. VII CONIRD, Anais 1986. v. III. p. 731-747.
8.3.Participação e Apresentação em Eventos
2014. 1.Sediment Dynamics from the Summit to the Sea. New Orleans, USA. 2014. (Simpósio).
2011. 2.XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Maceió, 2011. (Simpósio).
2010. 3.X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Fortaleza, 2010. (Simpósio).
2010. 4.X Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. 2010. (Simpósio).
2009. 5.XVIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Campo Grande. 2009. (Simpósio).
2008. 6.Sediment Dynamics in Changing Environments, Christchurch. Christchurch, New Zealand, 2008. (Simpósio).
2008. 6a.I Encontro Nacional de Hidroinformática. Fortaleza, CE, 2008.
2007. 7.XVII Simpósio Bras. Recursos Hídricos / 8o SILUSBA. São Paulo, 2007. (Simpósio).
2007. 8.II International Conference on Water in Arid and Semiarid Lands. Gravatá, 2007. (Simpósio).
2006. 9.Sediment Dynamics and the Hydromorphology of Fluvial Systems. Dundee, UK. 2006. (Simpósio).
2005. 10.XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. João Pessoa, 2005. (Simpósio).
2005. 11.Seventh IAHS Scientific Assembly. Foz do Iguaçu, 2005. (Simpósio).
2004. 12.VI Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. São Luiz do Maranhão, 2004. (Simpósio).
2003. 13.XV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Curitiba. 2003. (Simpósio).
2002. 14.PUB Kick-off Workshop of the IAHS Decade On Prediction In Ungaed Basins. Brasilia. 2002. (Encontro).
2001. 15.XIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, V Simpósio de Países de Língua oficial Portuguesa. Aracaju, 2001. (Simpósio).
2000. 16.V Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Natal, 2000.
1999. 17.XIII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Belo Horizonte, 1999. (Simpósio).
1998. 18.IV Simpósio de Recursos Hídricos do Nordeste. Campina Grande, 1998. (Simpósio).
1993. 19.X Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos e I Simpósio de Recursos Hídricos do Cone Sul. Gramado, RS, 1993. (Simpósio).
1989. 20.VIII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos. Foz do Iguaçu, 1989. (Simpósio).
1987. 21.VII Simpósio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hídricos e III Simpósio Luso-Brasileiro de Hidráulica e Recursos Hídricos 1987. Salvador (Simpósio).
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 8.PRODUÇÃO CIENTÍFICA. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
9.ORIENTAÇÃO
Orientei alunos dos cursos de graduação em Engenharia Civil e Engenharia Agrícola, tanto em nível de graduação (estágio supervisionado) quanto de mestrado em Engenharia Civil. Uma listagem é dada a seguir.
9.1.Graduação
Orientações em nível de Estágio Supervisionado:
1991. 1.Flávio de Queiroz Costa (Engenharia Civil)
1993. 2.Francisco Melo M. Filho (Engenharia Civil)
1993. 3.Domingos Sávio A Farias (Engenharia Civil)
4.Arthur Keichi V. Mishino (Engenharia Civil)
2003. 5.Myrla de Souza Batista (Engenharia Agrícola)
2011. 6.Stephanny Conceição F. E. Costa (Engenharia Civil)
2014. 7.Itamira Raquel Santos Virginio (Engenharia Civil)
8.Anselmo R. de Oliveira Filho (Engenheiro Civil)
9.Gustavo J. Elias Batista Oliveira (Engenheiro Civil)
9.2.Pós-Graduação
Orientações em nível de Mestrado
2013. 1.Caio César Rocha Almeida Souto. Modelagem Hidrossedimentológica Em Bacias Semiáridas Com Diferentes Fórmulas De Transporte Acopladas Ao Modelo MOSEE. 2013. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2011. 2.Zacarias Caetano Vieira. Modelagem do escoamento e erosão do solo sob diferentes condições de chuva e uso do solo em bacias do cariri paraibano com o modelo distribuído MOSEE. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2009. Eduardo Bezerra Rangel. Simulação do escoamento com o modelo NAVMO e regionalização hidrológica no sistema Pirahas/PB-Açu/RN. 2009. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2008. 3.Dayane Carvalho da Costa. Modelagem do escoamento no sistema Piranhas-Açu utilizando o modelo NAVMO. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2008. 4.Katiana de Araújo Lima. Modelagem do escoamento no baixo rio Paraíba/PB e Mamanguape para fins de regionalização hidrológica. 2008. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2008. 5.Thiago de Sousa Almeida. Regionalização Hidrológica nas Regiões do Médio e Baixo Rio Paraíba/PB Utilizando Vazões Simuladas com o Modelo Distribuído NAVMO. 2008. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2007. 6.Gustavo de Sousa. MODFIPE - Um modelo distribuído de base física para simulãção do escoamento e erosão do solo. 2007. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2006. 7.Myrla de Souza Batista. Análise de Incerteza no Escoamento Simulado com o Modelo Distribuído NAVMO. 2006. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2005. 8.Aracy Siqueira de Oliveira Nunes. Regionalização Hidrológica na Região do Alto Rio Paraíba - PB Utilizando Dados Simulados com Modelo Distribuído. 2005. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2005. 9.Andréa Motta Coelho Crispim. Regionalização Hidrológica na Região do Alto Rio Piranhas - PB Utilizando Dados Simulados com Modelo Distribuído. 2005. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2004. 10.Hérbete Hálamo R C Davi. Um modelo para simulação hidrossedimentológica em pequena escala. 2004. 130 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2004. 11.Osvalcélio Mercês Furtunato. Simulação hidrológica na bacia do alto Paraíba-PB com efeito da variabilidade do clima. 2004. 140 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2003. 12.Walszon Terllizzie A Lopes. Efeitos de Escala na Modelagem Hidrossedimentológica na Região Semi-Árida da Paraíba. 2003. 150 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2002. 13.Hildeberto B L Júnior. Um Estudo dos Efeitos de Escala e Uso do Solo na Parametrização do Modelo NAVMO com Dados de bacias do Cariri Paraibano. 2002. 104 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
2001. 14.Ana Cláudia F M Braga. Efeitos de Fatores Climáticos e Uso do Solo sobre o Escoamento em uma Região SemiÁrida da Paraíba. 2001. 0 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba,Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
1994. 15.Paulo Lima Lopes. Avaliação do Escoamento Superficial da Bacia do Rio Piancó Utilizando o Modelo NAVMO. 1994. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba, Orientador: Eduardo Eneas de Figueiredo.
Os documentos probatórios encontram-se no anexo do item 9.ORIENTAÇÕES. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
10.BANCAS
Participei de bancas examinadoras de dissertações de mestrado, de trabalhos de conclusão de curso e de concursos.
Examinei diversas dissertações, principalmente na área de Hidráulica, Hidrologia e Recursos Hídricos, tanto no âmbito da UFPB/UFCG quanto fora, assim como alguns poucos trabalhos de conclusão de curso e concursos.
Estão listadas abaixo as bancas de mestrado, de conclusão de curso e de concursos públicos nas quais tomei parte como examinador.
10.1.Bancas de Mestrado
2012. 1.Figueiredo, E. E.; Aragão, Ricardo de; Lins, G. M. L.. Participação em banca de Caio César Rocha Almeida Souto. Modelagem Hidrossedimentológica Em Bacias Semiáridas Com Diferentes Fórmulas De Transporte Acopladas Ao Modelo MOSEE. 2012. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2011. 2.Srinivasan, V. S.; Rufino, I. A. A.; Santos, C. A. G.; Figueiredo, E. E. Participação em banca de José Guimarães de Carvalho Neto. Simulação hidrossedimentológica da bacia do riacho dos namorados com o modelo SWAT. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2011. 3.Figueiredo, E. E.; Barbosa, D. L.; Aragão, R.. Participação em banca de Zacarias Caetano Vieira. Modelagem do escoamento e erosão sob diferentes condições de chuva e uso do solo em bacias do cariri paraibano com o modelo distribuido MOSEE. 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2009. 4.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Aragão, R.. Participação em banca de Eduardo Bezerra Rangel. Simulação do escoamento com o modelo NAVMO e regionalização hidrológica no sistema Piranhas/PB-Açu/RN. 2009. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2008. 5.Figueiredo, E. E.; G. Junior, J. A.; Righetto, A. M.; Mattos, A. Participação em banca de Gilson Duarte de Melo. Planejamento dos Recursos Hídricos da bacia hidrográfica do rio Seridó, Rio Grande do Norte. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia Sanitária) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
2008. 6.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Santos, C. A. G.; Aragão, R.. Participação em banca de Laércio Leal dos Santos. Modelagem hidrossedimentológica e avaliação comparativa de três modelos em pequenas sub-bacias na região semi-árida paraibana. 2008. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2008. 7.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Santos, Celso; Aragão, R.. Participação em banca de Fernanda Maria de Lima Paiva. Estudo Comparativo de três modelos de base física na modelagem hidrossedimentológica em microbacias na região semi-árida paraibana. 2008. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2008. 8.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Reis Junior, D. S. Participação em banca de Katiana de Araújo Lima. Modelagem do escoamento no baixo rio Paraíba/PB e Mamanguape para fins de regionalização hidrológica. 2008. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2008. 9.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Reis Junior, D. S.. Participação em banca de Dayane Carvalho da Costa. Modelagem do escoamento no sistema Piranhas-Açu utilizando o modelo NAVMO. 2008. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2008. 10.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Aragão, R.. Participação em banca de Thiago da Silva Almeida. Regionalização Hidrológica nas Regiões do Médio e Baixo Rio Paraíba/PB Utilizando Vazões Simuladas com o Modelo Distribuído NAVMO. 2008. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) – Universidade Federal de Campina Grande.
2008. 11.Batista, M. S.; Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Fill, H. D. Participação em banca de Myrla de Souza Batista. Análise de incerteza no escoamento simjulado com o modelo distribuído NAVMO. 2006. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2006. 12.Figueiredo, E. E.; Aragão, R.; Martins, E. S. P. R.. Participação em banca de Aracy Siqueira de Oliveira Nunes.Regionalização Hidrológica na Região do Ato Rio Paraíba - PB Utilizando dados Simulados com Modelo Distribuído. 2005. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2005. 13.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Martins, E. S. P. R.. Participação em banca de Andréa Motta Coelho Crispim. Regionalização Hidrológica na Região do Ato Rio Piranhas - PB Utilizando dados Simulados com Modelo Distribuído. 2005. Dissertação (Mestrado em Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2005. 14.Figueiredo, E. E.; Ota, J. J.; Tozzi, M. J.; Fabiani, A. L.; Cunha, L. M. Participação em banca de Fábio Kazu Inoue. Modelagem Matemática em Obras Hidráulicas. 2005. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) - Universidade Federal do Paraná.
2004. 15.Figueiredo, E. E.; Santos, Celso; Srinivasan, Vajapeyam S. Participação em banca de Elton Silva Cruz. Estudo dos impactos do uso do solo através da modelagem da geração do escoamento superficial e erosão do solo na região do cariri paraibano. 2004. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
12004. 6.Figueiredo, E. E.; Guimarães Júnior, João Abner; Rao, Ramana; Srinivasan, Vajapeyam S. Participação em banca de Osvalcélio Mercês Furtunato. Simulação hidrológica na bacia do alto Paraíba-PB com efeito da variabilidade do clima. 2004. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2004. 17.Figueiredo, E. E.; Campos, Rogério; Aragão, Ricardo de; Srinivasan, Vajapeyam S. Participação em banca de Hérbete Hálamo Rodrigues Caetano Davi. Um modelo para simulação hidrossedimentológica em pequena escala. 2004. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) - Universidade Federal de Campina Grande.
2003. 18.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, V. S.; Curi, R. C.; Santos, C. A. G.. Participação em banca de Walszon Terllizzie A Lopes. Efeitos de Escala na Modelagem Hidrossedimentológica na Região do Cariri Paraibano. 2003. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
2002. 19.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, Vajapeyam S; OTA, J. J.. Participação em banca de Hildeberto B L Júnior. Um Estudo dos Efeitos de Escala e Uso do Solo na Parametrização do Modelo NAVMO com dados de Bacias do Cariri Paraibano. 2002. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
2001. 20.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, Vajapeyam S; Pimentel, L.. Participação em banca de Ana Claudia F M Braga. Efeitos de Fatores Climáticos e Uso do Solo sobre o Escoamento em Uma Região Semi-Árida da Paraíba. 2001. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
2001. 21.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, Vajapeyam S; Flávio, L.; Santos, Celso. Participação em banca de Andréa Carla Lima Rodrigues. Resistência ao Fluxo em Canais Íngremes com Leito de Cascalho e Formação de Camada Resistente. 2001. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
2000. 22.Figueiredo, E. E.; Pinto, N.; Tozzi, M. J.. Participação em banca de Paulo Henrique Povh. Avaliação Residual a Jusante de Vertedouros em Degraus com Fluxos em Regime Skimming Flow. 2000. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) - Universidade Federal do Paraná.
2000. 23.Figueiredo, E. E.; Srinivasan, Vajapeyam S; CABRAL, J.. Participação em banca de Ricardo de Aragão. Estimativa dos Parâmetros do Modelo Distribuído WESP com os Dados da Bacia Experimental de Sumé-PB. 2000. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
2000. 24.Figueiredo, E. E.; SRINIVASAN, Vajapeyam S; FLÁVIO, L.. Participação em banca de Walter Raglan. Uma Investigação de Transporte de Sedimentos de Mistura Bimodais. 2000. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
1994. 25.Figueiredo, E. E.; SRINIVASAN, Vajapeyam S; VIEIRA, C.. Participação em banca de Paulo Lima Lopes. Avaliação do Escoamento Superficial da Bacia do Rio Piancó Utilizando o Modelo NAVMO. 1994. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil [C. Grande]) - Universidade Federal da Paraíba.
10.2.Trabalhos de Conclusão de Curso
1999. Figueiredo, E. E.; Yede; Coelho, K. J. F. Participação em banca de Francisco Maia Neto. Mapeamento da Erosividade das Chuvas da Paraíba. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) – Universidade Federal da Paraíba.
10.3.Concursos Públicos
2009. Figueiredo, E. E. Concurso para Professor Adjunto. 2009. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
1992. Figueiredo, E. E.; Albuquerque, J. P. T.; MARTINS, V. Concurso Público para provimento de vaga de Professor Assistente I. 1992. Universidade Federal da Paraíba.
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 10.BANCAS. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
11.EXTENSÃO
Prestei serviços como membro de equipe técnica em trabalhos para a Secretaria de Planejamento do Estado da Paraíba (SEPLAN) bem como para a companhia hidroelétrica do São Francisco.
Nos serviços abaixo listados realizei trabalhos de medição de vazões em modelo reduzido, operação de comportas, levantamento de dados de bacias hidrográficas e sua modelagem, criação de banco de dados específicos para utilização com modelos matemáticos de simulação, modelagem do escoamento e estabelecimento do potencial hidrológico para fins de aproveitamento, cartografia.
1993-1995. Plano Estadual e Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Objeto do convênio FDE 028/1993 SEPLAN/ATECEL/UFCG.
1992-1993. Estudo técnico Integrado sobre o uso múltiplo dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio Sucurú. Objeto do convênio SEPLAN/Prefeitura Municipal de Sumé/UFPB/ATECEL.
1984-1988. Serviços técnicos especializados, Centro de Ciências e Tecnologia - Campus II, Departamento de Engenharia Civil. Estudos para Racionalização dos Recursos Hídricos Superficiais na Micro-Região de Catolé do Rocha (documentação probatória não encontrada).
1984-1986. Serviços técnicos especializados, Centro de Ciências e Tecnologia - Campus II, Departamento de Engenharia Civil. Estudo do Problema de Inundação na Região de Árvore Alta.
1982-1984. Serviços técnicos especializados, Centro de Ciências e Tecnologia - Campus II, Departamento de Engenharia Civil. Modelo Reduzido da Barragem da Pedra. Engenheiro. OBS.: Relatório final foi apresentado em 1993, bem depois de o projeto ter encerrado. Ocorreram várias interrupções por falta de recursos.
Serviços técnicos especializados, Centro de Ciências e Tecnologia - Campus II, Departamento de Engenharia Civil. Projeto Estudo da Disponibilidade de Água Superficial e Subterrânea na Região Semi-Árida da Paraíba (documentação probatória não encontrada).
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 11.EXTENSÃO. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.
12.GESTÃO ADMINISTRATIVA E APOIO
Abaixo apresento uma lista das minhas atuações junto à administração departamental.
2001. Vice-Coordenador da Área de Engenharia de Recursos Hídricos do DEC/CCT/UFCG.
1999-2001. Chefe da Bacia Escola do DEC/CCT/UFPB.
1989-1994 Chefe do Laboratório de Hidráulica e Modelo Reduzido do DEC/CCT/UFPB.
Nas minhas atuações acima listadas, realizei diferentes atividades, tanto administrativas quanto técnicas simultaneamente.
Administrei a montagem de perfis, comportas, linímetros, medições no Laboratório de Modelos Reduzidos do DEC/CCT/UFCG como Engenheiro do Estudo em Modelo Reduzido da Barragem da Pedra – Jequié – Bahia, responsável pelos experimentos com diferentes operações de comportas para controle de vazão e erosão na Barragem da Pedra.
Como vice-coordenador fui responsável, em tarefas distribuídas entre o vice-coordenador e o coordenador da Área de Recursos Hídricos, pela recuperação do Laboratório de Modelos Reduzidos, tendo instalado o sistema de recirculação de água e posto em operação vários experimentos para o corpo discente, estando em funcionamento até o presente momento.
Fui Chefe do Laboratório de Hidráulica, do Laboratório de Modelos Reduzidos e da Bacia Escola da UFPB/UFCG, tendo conduzido instalações, operação, medição e processamento de variáveis hidroclimatológicas.
Realizei tanto como técnico quanto como chefe da Bacia Escola da UFPB, juntamente com os técnicos do Laboratório de Hidráulica do DEC/CCT/UFCG, com o apoio do Projeto estabelecido entre a UFPB e o GTZ, montagem e monitoramento da Bacia Escola por quase três décadas (1980-2000), estando esta unidade, ainda hoje, prestando seu papel fundamental na formação tanto de alunos da UFCG quanto de outras instituições.
Fui responsável técnico e administrativo da remontagem dos equipamentos do Laboratório de Hidráulica do DEC/UFPB/UFCG, juntamente com os técnicos do Laboratório de Hidráulica do DEC/CCT/UFPB, estando esta unidade, ainda hoje, prestando seu papel fundamental na formação tanto de alunos da UFCG quanto de outras instituições.
Realizei várias outras atividades de apoio à administração tais como seleção de mestrado, membro de colegiado de curso, comissão de estágio probatório, comissão de avaliação departamental, comissão de sindicância, progressão funcional, projeto de monitoria, entre outras.
Os documentos probatórios deste item encontram-se no anexo do item 12.ADMINISTRAÇÃO. Os que estiverem no anexo são apenas exemplos extraídos de arquivos do meu domínio.