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Dados Bibliográficos de Francisco Mazzola |
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Francisco Mazzola nasceu no dia 04 de abril de 1878, no bairro Besenello - Nova Trento/SC. Filho de Giovanni Mazzola e Carolina Boseli, oriundos da Província de Verona - Itália (1874/75) teve dois irmãos chamados Italo Mazzola e Romildo Mazzola. Foi batizado aos 23 de setembro do mesmo ano pelo padre Arcangelo Ganarini na Capela de Santa Agata.
Estudou no Colégio São Luiz, em Itu, São Paulo, em companhia de Henrique Carlos Boiteux, José Valle, Farncisco Valle e Benjamim Gallotti.
Francisco Mazzola casou-se duas vezes. Pela primeira vez com Rosa Sgrott, nascida em Nova Trento, filho de Jomenicio Sgrott e Somenica Posthinghel, oriundos de Besenello - Trento - Itália, No casamento com Rosa Sgrott nasceram sete filhos: Ricardo, Carolina, Maria Inês, Theodolina, Marcos, Julieta e Vitoriano. Só seu segundo casamento com a também viúva Adelina Piazza Gullini, teve apenas uma filha, Catarina Cecília Mazzola.
Após a morte de Rosa Sgrott, motivos particulares levaram Franciso Mazzola a mudar-se para Palmas, no Estado do Paraná, onde trabalhou como músico, contribuindo para fundação de uma banda naquela cidade.
Em nossa comunidade prestou revelantes serviços, trabalhando como professor primário, divulgante através de jornais da capital do Estado o nosso município e publicando a "Monografia do município de NT".
Além do idioma pátrio, ensinava italiano, inglês e alemão. Deu aulas na escola de Lombardia e na antiga prefeitura. Foi componente da Banda Dobrado Trilho de Morro do Bom Socorro - Acordai se Estais Dormindo - Dobrado Thiago Polli - Orquestrações etc.
Participou ativamente na reforma dos Estatutos da Sociedade filarmônica Neotrentina e foi grande admirador da Sociedade Recreativa Humaitá.
Francisco Mazzola faleceu em 11 de dezembro de 1927 com 49 anos de idade. Foi o 1º professor homem do município.
Essa é, provavelmente, a razão pela qual o colégio recebeu o seu nome. |

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Dados Biográficos do Dr. José Cândido de Lacerda Coutinho.
Dr. José Cândido de Lacerda Coutinho, nasceu no dia 15 de dezembro de 1841, em Florianópolis – Santa Catarina.
Filho de João Francisco de Souza Coutinho e Cândida Júlia Lacerda Coutinho.
Em 1860 foi colaborador da Tesoureira.
Começou a escrever versos desde pequeno, “o menino escreve versonhos, até obscenos, e os lê no saguão do Correio, nas horas em que deve fazer jus aos trinta e tantos mil réis que o amor paterno lhe reparta na Tesoureira”. (Jornal “O Cruzeiro”).
Lacerda Coutinho Brilhou entre os alunos distintos de sua terra natal.
Fez seus aprofundamento de estudos com os padres jesuítas e Lazaristas.
Em 1862 vai para o Rio, matriculando-se na faculdade de Medicina no ano seguinte. Formou-se doutor em 1868, a 03 de dezembro.
Participou da Guerra do Paraguai, como alferes, tendo estado em Corrientes. Postou sempre. Em abril de 1869, retornou a Florianópolis para servir no hospital Provisório como cirurgião.
Foi eleito deputado á Assembléia Provincial.
Morre-lhe o pai a 11 de setembro de 1869, o que motivou sua transferência para o Rio, consagrando-se a clínica e ao magistério. Casou-se em 1875 com D. Adelaide. Colaborou no jornal do Comércio, em 1875 e na Gazeta de Notícias.
Abandonou a medicina entrando para o funcionalismo público. Nomeado segundo oficial da Secretaria de instrução Pública, Correios e Telégrafos, a 9 de maio de 1890, sedo no ano seguinte promovido a diretor da primeira secção da mesma secretaria.
Em 1890 reingressou na política, sendo eleito para a Assembléia Constituinte da República.
Defendeu a separação entre a Igreja e o Estado e o Ensino Religioso.
Contrário á pena de morte, a concessão de votos aos analfabetos e ás mulheres.
Abandonou a política, retornando ao emprego público vindo a falacer a 02 de novembro de 1900.
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