Seria Amor? A Ânsia... de Estar Perto.
E Ternura na Felicidade do Encontrar.
São as ilusões do tudo vir a dar Certo.
E as angústias, nas Horas do Esperar.
Tem todo Aquele Desejo, da Saudade.
No Anseio que, ás Vezes... Fica Mudo.
Crente Angústia Louca - de Felicidade.
No Desejo Voraz de Quem Quer Tudo.
Tem tudo do romântico - do profano.
Ternura de começar beijando, a Mão.
Neste Caminho só Existem Abrolhos.
No Desejar - com Todos os Sentidos.
Com a Ternura Eu Te Beijo os Olhos.
Nesta Volúpia Crescente - sem Igual.
Já em Êxtase eu Osculo - os Ouvidos.
Para chegarmos - a um Beijo Lingual.
Agora Sim perdestes todo o Pudor.
Vamos Viver o máximo - do Prazer.
Gozarmos, o Que, chamo de Amor.
Não Creio Outro Nome. Possa Ter.
Continuo as Prévias - Sem Receios.
Seguindo Toda A Trajetória Minha.
Sugo Vorazmente Os Lindos Seios.
Desço do Umbigo... Até a Calcinha.
Depois de meia hora de Carícias.
Toda Tesão Suplicas Ainda. Mais.
Enfim. Dizes... Tudo Ser Delícias.
E Possessa Entre Gemidos e, Ais.
Confessas enfim estás realizada.
Eu Experiente me sinto é Pasmo.
Ao ver como Reagistes. Excitada.
Não Apenas és Mulher és Chama.
Doce ofegante múltiplo Orgasmo.
E Jatos de Ti Ensopando. A Cama.
Neste instante do mais doce mel.
Eu Amei esta Mulher e, Ela a Mim.
Tinha Impressão de estar no céu.
Nem Sonhei. Haver Prazer Assim.
Neste Lençol Ensopado, do Motel.
Eu me Julgava o Perito. Profundo.
E Já Saber Tudo do Sexo. Como É.
Vi Eu Sei é Muito Pouco, do Mundo.
E, Ainda, muito menos, de Mulher.
Pode Crer. Minha Amante... Irene.
És Transa Doce Deliciosa e Solene.