Poesias Etográficas
Precisamos Criar.
Mundo Novo.
Onde exista mínimo, Amor e paz.
Tola dúvida se a galinha ou ovo.
Interrogar - qual surgiu primeiro.
Pingar no molhado, não adianta.
Nem serei realmente, o pioneiro.
Sonhar a ilusão... Da esperança.
Mas pelo menos, tentar, Sonhar.
Palhaço, ainda, faz sorrir o povo.
Magia na alma, pura... da criança.
Não com pranto... Afogarei a Dor.
Precisamos Criar o Mundo Novo.
Onde exista a mínima paz e Amor.
Mas na onda - bem-aventurança.
Tentarei cantar a... Terna canção.
Embora o mundo prefira Chorar.
Não o desejo, infeliz, ainda. Mais.
Crendo o universo em expansão.
Nunca eu troquei... Por Exemplo.
Verdade alheia, por minha ilusão.
Que seja o nosso futuro o agora.
Não tempo, já perdido, no tempo.
Já foi dito: quem sabe faz a hora.
São as certezas do meu Coração.
Sonhos tu despertarás... Em mim.
Com esperança ainda Hibernante.
Viveremos nós, realmente, assim.
Eternidade. A cada lindo, instante.
A Esperança - é realmente Eterna.
Se a Ilusão é onde, nos apoiamos.
Não adianta... Viver se Lamentado.
Inúteis às lágrimas que, choramos.
São, apenas - bússolas do Inferno.
Esquecer os Pesadelos - é Preciso.
Enfim o Essencial em tudo Encerra.
A terra é o Céu o Inferno e o Paraíso.
Tudo que temos é este planeta Terra.
Assim tudo que resta minha querida.
Sonhar Amor, é grátis, nunca fará Mal.
Ainda mais quando . Véspera de Natal.
Com toda razão para ainda, ser Crente.
Envio-lhe a Ilusão - como seu presente.
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Edvaldo
Feitosa
( Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº 180859 *
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