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Lei do Tudo ou Nada.
Teu... Próprio leme.
É Quem escreverá...
O misterioso futuro.
Uma grande parte...
Pequenas estrofes...
É a tua Consciência.
És tua... Eternidade.
PROBABILIDADE.
Algumas Trilhas...
São demarcações...
Genéticas - D.N.A.
Noventa por cento.
Os Sonhos Ilusões.
Talvez determines.
Lei. Probabilidade.
Com alguns senões.
Se não tens coragem.
Não viverás - é certo.
Serás apenas pânico...
Ou morte - no deserto.
Covardia e, heroísmo.
São faces da medalha.
Impressas - Dia-a-dia.
Nos Acertos e Falhas.
Pelas tuas - decisões...
Na luta - ou na recusa.
Do conseguir - Viver...
Portanto, não reclames.
Tivestes o quisestes Ter.
Nem clames - no
deserto.
Único torrão dos Curdos.
Do menor ao maior grão.
Eles - não têm... Coração.
Se tu tens ouvidos surdos.
Como ser feliz com
Brisa?
Sábio recomendou receita.
O Chá da Ilusão - Concisa.
Eis História quase perfeita.
Da camisa do homem Feliz.
O destino mostrou ao infeliz.
Homem Feliz não tem camisa.
O' Procure sempre a Felicidade.
Não Sofra! Nem perda a calma.
Porque Ela é a tua cumplicidade.
Só Existe se dentro da Tua Alma.
Tens medo de Amar...
Não adianta lamentar.
Única razão da Vida...
Verás tua fragilidade...
Expulsar a Felicidade.
Exala... Pura Ousadia.
Porém - se preferires...
Lenços para enxugar...
Lágrimas multiplicadas.
Pelo coeficiente dia-a-dia.
Verás como o Tudo é Nada.
Verás que sobrarão
lágrimas.
E - faltarão sempre Lenços...
Como os covardes, e, Tensos.
Morreram Antes da Alvorada.
Para quem vive lamentando.
Alimenta - sua insegurança...
Vivendo apenas para Existir.
Micros - Vírus... Proliferam.
Nas almas... Dos tristonhos.
Pois as únicas - diferenças...
São inteligência e os sonhos.
Portanto Vive não reclame.
Escreve uma bela história...
Com a ilusão de eternidade.
E, efemeridade da realidade.
Não se vive a vida em fatias.
Mulher, viver é apenas Amar.
A Vida é um todo indivisível.
O que chamamos Eternidade.
É esta Infinita ilusão incrível.
Ilusão nunca Desesperançada.
Dia-a-dia Feliz ou só Saudade.
Gota a gota - preenchem o Mar.
A
Radical Lei do Tudo ou Nada.
(Edvaldo Feitosa -
(2002)
(Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº180859 *


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