| S� na capital paulista j� foram identificadas 28 pessoas contaminadas pelo parasita Difilobotr�ase, presente em peixes crus e mal cozidos, principalmente o salm�o proveniente do Chile, segundo o Centro de Vigil�ncia Epidemiol�gica em seu �ltimo of�cio, no come�o deste m�s. No estado carioca pelo menos 18 casos j� foram confirmados at� hoje. A t�nia do peixe pode chegar at� a 10 metros de comprimento, 3 mil proglotes e pode causar em quem ingere o alimento contaminado, sintomas de dores e desconforto abdominal, diarr�ia intermitente, n�useas, flatul�ncias e menos freq�entem, a perda de peso. Mas, na maioria dos casos n�o � assintom�tica. Para impedir uma epidemia regional ou at� nacional, as investiga��es sanit�rias ser�o feitas em todas as esp�cies de peixe, que pr�-determina um parasita disseminado em toda costa brasileira. O ministro da Secretaria Nacional da Pesca, Jos� Fritsch, admite que as falhas na fiscaliza��o possam ter contribu�do no surto, mas afirma que haver�o maiores cuidados com o caso. Ele defende a proibi��o por um per�odo previamente determinado para detectar a origem da contamina��o do salm�o. Cl�udio Maierovitch, presidente da Anvisa, apesar de concordar com Fritsch, negou que as falhas no Brasil possam ter ajudado. Apesar da import�ncia dada ao assunto, o ministro, em um encontro com os representantes da Associa��o Brasileira de Culin�ria Japonesa, afirma �ser uma coisa que acontece�, segundo a se��o Ultimas Not�cias do portal do Estad�o. A Secret�ria de Estado de Sa�de disponibilizar� informativos para os laborat�rios, com os procedimentos para a notifica��o de uma an�lise cl�nica correta, para que os m�dicos possam identificar com efic�cia o quadro clinico do paciente, e para os restaurantes, adotarem precau��es corretas que inativem o parasita, tais como cozer peixes e mariscos no m�nimo por 10 minutos, na temperatura de 60 graus ou congel�-los a 35 graus negativos por 15 horas, ou menos 20 graus por pelo menos sete dias. Para os restaurantes, a queda foi de 20% e 40% no movimento di�rio. Por esse motivo, os empres�rios formar�o uma associa��o para troca de experi�ncias e solu��es. �As pessoas est�o com medo, mas estamos trabalhando com o salm�o normalmente.� Disse ao jornal Estado de S�o Paulo, um gerente de restaurante japon�s do bairro Lagoa, zona sul do Rio de Janeiro, que preferiu n�o se identificar. ______________________________________________________________________________________________ Talita Matos, 21, estudante do 3�.ano de Jornalismo da Universidade Santo Amaro/SP ([email protected]) |
| T�nia do peixe causa medo em paulistanos e queda no com�rcio Casos de parasitose intestinal no munic�pio de S�o Paulo paralisam com�rcio de salm�o em restaurantes japoneses e ou mudan�as nos m�todos de preparo |
| REP�RTER MATUTO |
| Ter�a, 26 de abril de 2005 |