| O pa�s vive um momento de instabilidade econ�mica ap�s a alta dos juros para 19,75% - com tend�ncia de nova eleva��o, segundo o Copom. A rea��o em cadeia mostra uma s�rie de fatores, e nos cabe mostrar as rea��es poss�veis de cada um deles, para entender melhor tantos n�meros: � O PIB cresceu apenas 0,3% de janeiro a maio de 2005. Isso significa que o Brasil cresceu pouco. Para um pa�s em desenvolvimento, esse �ndice deveria ser pelo menos dez vezes maior. � Queda do d�lar, atualmente cotado a R$ 2,47. O d�lar precisa manter um n�vel m�nimo para garantir as exporta��es e evitar que a moeda atrapalhe a nossa economia. O real precisa ser valorizado, certo. Mas n�o somos auto-suficientes, ent�o esse n�vel precisa ser mantido. Com d�lar baixo, nossa venda para outros pa�ses tem uma queda na receita e nossa competitividade cai. Com d�lar barato, nosso com�rcio se enche (ainda mais), de artigos importados. � Infla��o desacelerou (0,49% segundo o IPCA). Isso significa uma rea��o do com�rcio � queda do consumo. Se o n�mero de clientes cai (diminui a procura), cai tamb�m a oferta (j� que ningu�m compra). Diminuir a infla��o � bom, mas n�o � for�a de quebrar o com�rcio. � Juros altos. � o principal motivo da queda do consumo. Tomar dinheiro emprestado de Bancos fica muito caro para o consumidor e para o empresariado. Se n�o h� cr�dito, se o dinheiro fica caro, voc� vai adiar a compra de um bem como televis�o, geladeira, autom�vel, casa etc. O mesmo com o empres�rio. Ele n�o vai investir na amplia��o da f�brica, se as vendas dele n�o est�o crescendo. Vamos ficar atentos ao que anda acontecendo no mercado financeiro. A cobertura de tudo isso com uma an�lise das conseq��ncias de cada medida, para saber o que muda no seu bolso, voc� confere todas as semanas, em Economia F�cil. __________________________________________________________________________________ Marcos Camargo , 21, estudante do 3�.ano de Jornalismo da Universidade Santo Amaro/SP ([email protected]) |
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| Ter�a, 14 de maio de 2005 |
| Momentos de tens�o.... |