LÓGICA

É o uso correto e objetivo do raciocínio. O estudo da lógica se baseia na compreensão dos métodos e princípios usados para distinguir o raciocínio correto do incorreto.

RACIOCÍNIO

 Forma de pensar na qual faz-se inferências e chega-se à conclusões partindo-se de premissas.

INFERÊNCIA

Processo pelo qual se chega à uma proposição, afirmada na base de uma ou outras mais proposições aceitas como ponto de partida do processo.

PROPOSIÇÃO

Todo enunciado ou declaração que que admita apenas verdadeiro ou falso como valor de interpretação.

ARGUMENTO

Conjunto de, no mínimo duas, proposições onde uma delas é a conclusão e as outras são premissas.

PREMISSA

É a característica que uma proposição pode assumir quando se apresenta fazendo parte de um argumento. Muitas vezes pode-se identificar como sendo uma premissa, em um texto,  a proposição ou afirmação que vem antecedida de: "visto que", "tanto mais que", "pela razão de que", "porque", "desde que", "pois que", "como" ou "dado que".

CONCLUSÃO

É a característica que uma proposição pode ter quando se apresenta fazendo parte de um argumento. Muitas vezes pode-se identificar como sendo uma conclusão, em um texto,  a proposição ou afirmação que vem antecedida de: "portanto", "logo", "daí", "segue-se que", "assim", "consequentemente", "pode-se concluir" ou "podemos inferir".

 

ARGUMENTOS - Podem ser dedutivos ou indutivos.

ARGUMENTOS DEDUTIVOS

São aqueles cujas premissas fornecem provas conclusivas de modo a enquadrá-los como válidos ou inválidos. Todo argumento dedutivo é válido quando suas premissas, se verdadeiras, fornecem provas convincentes da verdade da conclusão; e as premissas e conclusão estão relacionadas de tal forma que, não sendo verdadeira a conclusão torna-se impossível serem verdadeiras suas premissas.

ARGUMENTOS INDUTIVOS

As premissas fornecem algumas provas mas que não são suficientes para o convencimento da verdade de sua conclusão. Podem ser avaliados como melhores ou piores conforme a proximidade da verdade ou a probabilidade que as premissas confiram as respectivas conclusões.

 

 

Exemplos de argumentos válidos:

 

P

Todos os homens respiram

V

P

Alguns políticos são homens

V

Q

Portanto, alguns políticos respiram

V

 

P

Todo deputado é ladrão

F

Obs.

Se suas premissas fossem verdadeiras a conclusão também seria.

P

Todo ladrão pode ser condenado à prisão

F

Q

Logo, todo deputado pode ser condenado à prisão

F

 

Exemplos de argumentos inválidos:

 

P

Se eu estivesse na praia agora estaria feliz

V

P

Não estou na praia agora

V

Q

Portanto estou infeliz

F

 

P

Posso ficar rico se ganhar sozinho na loteria

V

P

Não ganhei sozinho na loteria

V

Q

Então, não posso ficar rico

F

 

P = premissa   Q = conclusão

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