Auge
A mulher está consumada.
Seu corpo
Morto veste o sorriso da realização,
A ilusão de uma necessidade grega
Flui nos arabescos de sua toga,
Seus pés
Descalços parecem dizer:
Fomos tão longe, acabou.
Cada criança morta enrolada, como uma serpente branca,
Uma em cada pequeno
Receptáculo de leite, agora vazio.
Ela os dobrou
De volta em seu corpo como pétalas
De uma rosa fechada quando o jardim
Se entorpece e os odores sangram
Da doce e profunda garganta da flor noturna.
Não há por que se entristecer pela lua,
Que olha fixamente de seu capuz ósseo.
Ela está acostumada a esse tipo de coisa.
Seu negror crepita e se arrasta.
Nota: "Palavras" e "Auge" foram escritos nos dias 1 e 5 de fevereiro de 1963, portanto, dias antes de seu suicídio, dia 11 do mesmo mês.
EDGE
The woman is perfected.
her dead
Body wears the smile of accomplishment,
The illusion of a Greek necessity
Flows in the scrolls of her toga,
Her bare
Feet seem to be saying:
We have come so far, it is over.
Each dead child coiled, a white serpent,
One at each little
Pitcher of milk, now empty.
She has folded
Them back into her body as petals
Of a rose close when the garden
Stiffens and odors bled
From the sweet, deep throats of the night flower.
The moon has nothing to be sad about,
Staring from her hood of bone.
She is used to this sort of thing.
Her blacks crackle and drag.