TERCEIRO SONETO DE "LES STUPRA"
Franzida e obscura como um ilhós
Violeta,
Ela
respira, humilde,entre a relva
Rociada
Ainda do amor que desce a
branda
Rampa das
Brancas nádegas até o coração
da
Greta.
Filamentos iguais a lágrimas de leite
Choraram sob o
vento atroz que os
Arrecada
E os impele através de
marnas
Arruivadas
Até perderem-se na fenda
dos
Deleites.
Beijando-lhe a ventosa, o meu
Sonho o freqüenta.
A
minha alma, do coito material
Ciumenta,
Qual lacrimal e ninho de
soluços
Usa-a.
É a oliva esvaída e é a flauta agreste,
O tubo pelo
qual desce a amêndoa
Celeste,
Feminil Canaã em seus
orvalhos
Reclusa.