| Projeto Alfa Cruzeiro do Sul |
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| Esta pagina informa sobre as atividades de um pequeno grupo de voluntarios em Piracicaba - SP (Brasil) e as perspectivas para desenvolvimento de um grande projeto que aborda os seguintes temas: > PESQUISA ALTERNATIVA > UFOLOGIA > ASTRONAUTICA > COSMOLOGIA > FREE ENERGY > ENERGIA DE FONTES DIVERSAS > ANTIGRAVIDADE > ELETRONICA > TECNOLOGIA > ROBOTICA |
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| Minhas informa��es: | |||||||||||||||||||||||||||||||
| Nome: | Edson Zanin Barbosa | ||||||||||||||||||||||||||||||
| Nascido em 1963 na cidade paulista de Piracicaba, atua como projetista e participou da cria�ao do Projeto Alfa em 1984. Atualmente continua trabalhando para executar tal projeto e por em pratica seus programas EX RADICI e VEROASTRO. | |||||||||||||||||||||||||||||||
| O que � o Projeto Alfa Cruzeiro do Sul? (PACS*) |
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| [email protected] [email protected] [email protected] |
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| E-mail: | |||||||||||||||||||||||||||||||
| � o nome que inicialmente designava o grupo formado em 1984 para estudar eventos de natureza ufol�gica na regi�o de Piracicaba (Estado de Sao Paulo - Brasil) . Foi escolhido, entre outros fatores, por referir-se � famosa constela��o Cruzeiro do Sul, geralmente a primeira a se conhecer e distinguir na inf�ncia, destacando a estrela principal Alfa Crux que na bandeira do Brasil representa o Estado de S�o Paulo, onde o grupo surgiu. Alfa representa aquilo que vem primeiro e traz a id�ia do novo, do aprendizado. Havia uma refer�ncia tamb�m � ?Base Lunar Alfa? da famosa s�rie de TV ?Espa�o 1.999?. PACS nao � nome ou marca e sim apenas uma abrevia��o sugerida para simplificar a pron�ncia e n�o deve ser confundida com outros programas e marcas da mesma designa��o. Posteriormente, a NASA divulgou um projeto que se tornaria conhecido por Freedom, depois Alpha e hoje conhecida como Esta��o Espacial Internacional (ISS), para o pessoal do PACS bem poderia ter sido chamada ?Base Alpha?. De modo singelo, at� mesmo chegaram a adotar a m�sica ?Alpha? do Vangelis, famosa por causa do seriado ?Cosmos?, como se fosse composta para o grupo. Isso tudo ajudou a manter o nome do PACS. Ufologia, controle gravitacional, free energy, Cosmologia, Astron�utica e tecnologia eram temas constantes nas reuni�es do grupo entre uma e outra vig�lia ufol�gica na zona rural. Havia, entretanto, um assunto que era tratado de forma especial: juntar conhecimento, experi�ncia e recursos para tra�ar os planos de pesquisa, constru��o e opera��o de uma ?nave espacial? realiz�vel financeira e tecnicamente. A quem pertence o PACS? Deve pertencer �queles que por afinidade participam, enquanto realmente participem. Reservam-se os direitos de autoria e patente no caso de cria��o individual, normalmente cedida em comodato para uso n�o comercial do grupo. N�o est� prevista remunera��o de qualquer tipo, salvo contrato espec�fico. As decis�es precisam ser tomadas em comum acordo entre os que se apresentarem para discutir as id�ias. Como o PACS se desenvolveu? Pode-se dividir cronologicamente em quatro fases distintas: >1. 1984 a 1995 Esta primeira fase foi dedicada ao aprendizado e estudos, incluindo a� todas as in�meras mat�rias pertinentes � ufologia, adotada como ponto de partida em busca de respostas ocultas em mil�nios de acobertamento e insipi�ncia cultural; participavam deste grupo entre 10 e 20 pessoas se reunindo normalmente na resid�ncia do Prof. Renato Louren�o Costa que mais tarde, por volta de 1997, tomou parte na cria��o de outro grupo, o UFOG�NESIS. Nenhum v�nculo h� ou houve entre as duas associa��es. O PACS foi ent�o dado como extinto, o que era praticamente verdadeiro, pois as atividades se reduziram ao m�nimo e sem divulga��o. >2. 1996 a 2007 Fase caracterizada pela busca das enormes somas de recursos financeiros necess�rios. Nesta fase, o �nimo dos integrantes do grupo esfriou e o PACS praticamente deixou de existir como tal. Entretanto, uma pessoa persistiu individualmente de forma independente e com meios pr�prios, at� encontrar o caminho para obter como pessoa f�sica os recursos que poderiam ser usados para o prop�sito de reativar o projeto. De forma mais profissional e estruturada, inde-pendente da exist�ncia ou n�o de uma associa��o de volunt�rios, o PACS passaria a ser n�o o grupo, mas um projeto com come�o, meio e fim. O grupo, seja qual fo,r receberia outro nome caso ainda n�o o tivesse. No inicio de 2007, esta mesma pessoa se apresenta livre e desimpedida propondo ser provedora desta id�ia de reativa��o do PACS, sugerindo a sua ado��o por uma organiza��o j� existente e sem fins lucrativos, ou seja, o grupo que falta. >3. 2007 a 2008 - Montagem das oficinas, laborat�rios e equipamentos necess�rios; >4. A partir de 2008 - Execu��o dos dois principais programas. Quais s�o os Programas Principais? a) Programa EX-RADICI: Constru��o e opera��o do Laborat�rio M�vel de Pesquisa Ufol�gica, ou de forma mais abrangente Laborat�rio M�vel de Pesquisas Alternativas, percorrendo toda a Am�rica Latina e gravando um document�rio, com o objetivo de compreender melhor os fen�menos naturais envolvidos no programa VEROASTRO, descrito a seguir; um projeto mais bem elaborado deve ser desenvolvido. Uma vez constru�dos os equipamentos determinados, uma equipe de aproximada-mente dez pessoas se dedicaria exclusivamente a pesquisa ufol�gica, viajando no ?comboio? do Laborat�rio M�vel pela Am�rica Latina, parando nos locais escolhidos para colher dados em sen-soriamento e entrevistas. Os dados seriam repassados ?on line? ao escrit�rio central da Associa��o de Pesquisas que auxiliaria no que fosse poss�vel. Um document�rio poderia ser gravado. b) Programa VEROASTRO: Projeto, constru��o e opera��o de uma ?nave espacial? que n�o funcione por rea��es aerodin�micas e nem foguetes, realiz�vel financeira e tecnicamente. Uma empresa comercial seria criada para execu��o tamb�m deste projeto. A parceria com a Asso-cia��o de Pesquisa a privilegia na futura opera��o dos sistemas criados, mas o provedor deter� os dados do memorial descritivo at� considerar seguro sua divulga��o. As frentes de trabalho sao tres: 1 .PROVEDOR DO PROJETO: Al�m de participar ativamente nas diversas fases do projeto, dever� possuir e dispor os recursos financeiros conforme as necessidades e quando combinados, via contratos espec�ficos. Tais recursos s�o obtidos de forma independente e s�o obrigatoriamente declarados para a Receita Federal na pessoa f�sica do provedor. 2. EMPRESA COMERCIAL: O provedor espera criar oportunamente uma empresa comercial de desenvolvimento tecnol�gico, para no futuro tentar recuperar o investimento. Projeto e constru��o de equipamentos ficariam a cargo de tal empresa e no futuro espera-se a explora��o comercial dos produtos desenvolvidos e assim reaver os recursos utilizados. Eventuais colabora��es no processo de cria��o ter�o a autoria respeitada na patente. 3. ASSOCIA��O PARA PESQUISA: Em parceria e sem perder sua identidade, uma associa��o n�o governamental sem fins lucrativos a ser escolhida ou criada auxiliaria naquelas atividades do PACS que envolva a organiza��o e condu��o das pesquisas ufol�gicas e no inter-c�mbio pr�tico, din�mico e eficiente, al�m da opera��o dos equipamentos e sistemas cedidos pelo provedor. Nestas pesquisas, devem ser considerados os desdobramentos desta vasta �rea do conhecimento humano. Qual o custo de implanta��o? Ainda n�o h� or�amentos conclusivos, mas uma estimativa definiu cifras na ordem de R$4.000.000,00 s� para a implanta��o. O or�amento pr�vio se baseia numa primeira etapa com dura��o de cinco anos. Quanto � execu��o, onde e como ser� realizada? Possivelmente, a oficina e escrit�rio central do PACS ser�o numa fazenda no vale do paraiba (SP). Contratos terceirizados est�o previstos. Outro escrit�rio dever� ser montado para a Asso-cia��o de Pesquisa em sua cidade sede. Sistemas de v�deo confer�ncia ser�o instalados . Como se resolver�o as dificuldades? Um projeto h� ser elaborado e prever as poss�veis complica��es. Em casos n�o previstos, as tr�s frentes de trabalho teriam independ�ncia para encontrar e praticar solu��es pr�prias, fazen-do uso da liberdade de di�logo. O PACS apresenta lucratividade? Sim, se bem conduzido. Reuni�es, projetos e contratos detalhar�o esse aspecto. Onde mais existem sistemas similares? At� o momento, n�o se t�m not�cias de similares. Quem se beneficia com este projeto? Inicialmente seus executores. O provedor se beneficia, pois s�o �timas as chances de retorno do investimento, mesmo em m�dio prazo. A associa��o de pesquisas tamb�m, pois poder� trabalhar com maior folga financeira e certamente sair fortalecida do processo. A hist�ria mostra que toda tentativa de avan�o tecnol�gico e cultural promove evolu��o para todos, atingindo inicialmente os mais pr�ximos do evento e depois os demais. .Que efeito se espera da implanta��o deste projeto? S�o v�rios: 1. Os uf�logos sempre lastimaram a falta de recursos financeiros em suas pesquisas, com a conseq�ente falta de tempo. Este projeto permite que um grupo seleto e pequeno trabalhe sem preocupa��es financeiras importantes. 2. Tendo as ferramentas adequadas, haver� tamb�m profici�ncia e efic�cia. 3. � bem poss�vel que as novas id�ias que est�o surgindo sobre energia livre e antigravidade conduzam ao t�o esperado transporte espacial e talvez at� a transposi��o de planos com o conseq�ente contato ufol�gico. 4. Espera-se indiferen�a e depois oposi��o dos poderes pol�ticos e econ�micos, devendo ser o projeto conduzido da forma mais discreta poss�vel, at� n�o haver mais d�vidas sobre a conclus�o e divulga��o de cada etapa importante. econ�micos, devendo ser o projeto conduzido da maior forma discreta poss�vel, at� n�o haver mais d�vidas sobre a conclus�o e divulga��o de cada etapa importante. haver mais d�vidas sobre a conclus�o e divulga��o de cada etapa importante. 5. Em contrapartida, com o destaque e a di-vulga��o dos trabalhos espera-se apoio de indiv�duos que gos-tam do assunto, atraindo cada vez mais participantes. Este apoio � inst�vel. 6. Existe o compromisso de dar in�cio ao projeto, mas n�o h� nenhuma obriga��o quanto ao t�rmino. Pagina em elabora�ao. Para maiores informa�oes entre em contato por e-mail Edson Zanin Barbosa [email protected] ( * )>> PACS e apenas uma abrevia�ao valida somente neste texto, nao tendo nehuma rela�ao com outras marcas ou programas governamentais. |
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