Vale das almas perdidas
Solidão que nos acompanha
Esperança que nos alimenta
Angustia que consome a alma
O desejo de se libertar
A desilusão que nos prendem
No Vale das Almas Perdidas
A condenação dos enforcados
O castigo dos suicidas
Aqui “vivem” almas desoladas
Que sabem de seus erros
E que não farão a passagem
Pois não há forma de concertar
Ou refazer tal erro
Desconsolada vagam pelo céu
Derramando suas lágrimas
Tentando com que notem seu sofrimento
Por permanecerem presas
No vale das almas perdidas