Sangria
Pobre coração doloroso
Consumido por um sentimento
Que o degenera por dentro
Sangria interrupta
Exaladas nas lágrimas
Que escorrem sobre a face
Face umedecida e espasmática
Desconsolada pela alegria
Sorrisos já não nascem mais
O coração já não palpita
Por um amor verdadeiro
Apenas bombeia um sangue impuro
Que circula dentre as veias
De um corpo mórbido
Que adormece em um sono eterno