Corvos
Os raios entram pela janela
Que está entre aberta
Iluminando meu corpo
Que jaz, extenuado.
Um corvo pousa a beira da janela
E sobrevoa meu quarto
Se aconchegando em mim
Olhando fixamente em meus olhos
Transmitindo uma paz suprema
Dando-me forças para me levantar
O com ele poder voar
Uma bonança toma minha alma
E me vejo dormindo
Segurando apenas uma pena
Uma luz cega-me por um instante
Vejo corvos sobrevoando sobre mim
Chamando-me para voar com eles
Então me vejo flutuando
E voando pelos céus
Em direção à luz