Fria madrugada
O vento faz bater as venezianas
A brisa fria entra pelas frestas
Congelando meu corpo adormecido
Que instantaneamente se acorda
2:33, o dia nem amanheceu.
A cama vazia, um único travesseiro.
A sua ausência que assombra
O escuro quarto em que durmo
Esta é mais uma fria madrugada
Em que me encontro só
Deito-me novamente
Esperando adormecer tranqüilamente
Para acordar em mais um dia
Onde dormi só, com o frio da madrugada.