Dias tempestuosos
Mais um dia que nasce
Em meio a nuvens sombrias
Tempo obscuro que não se abre
Um mundo onde vivo só
Onde os raios não penetram
E nada pode ser iluminado
Terra do exílio das sombras
Na qual, seres como eu,
Vivem isolados pela solidão
Onde procuramos a purificação
Na chuva que lava nossas almas
Em dias tão tempestuosos
Buscamos um sonho quase irreal
Ao qual visamos por um raio de sol
Que possa aquecer nossos corpos
Tão frios e obscuros
Assim como o tempo
Que nunca mudou