Rios de lágrimas em minha alma

 

Sou uma alma que triste vaga só

Pelos sombrios caminhos da desilusão

Onde o pranto que derramo

Nasce como vertente

São mágoas de uma alma abandonada

Sentimentos rejeitados ao passar da vida

Que nasceram num paraíso abandonado

Onde, sentado em uma pedra,

Vi as nuvens passarem

E as primeiras lágrimas caírem

Fazendo nascer, então, uma vertente.

Que transbordou a dor que nascera em mim

Que formou rios em minha alma

São águas passageiras assim como

Lágrimas de felicidade que um dia

Em minha vida pude ter

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