Laura
Flor de espinhos aos quais me firo
Deserto em que me perco
Abismo no qual e caio
Você é a ilusão que consome a mente
Esperança que degenera o coração
Um fantasma assombrando minha alma
Uma lembrança que vaga só
Tristes recordações que me atormentam
Fria como a brisa de inverno
Tentadora como o cantar de uma sereia
Falsa como o sorriso de uma vampira
Doce desilusão que alguém pode viver
Culpada das lágrimas que nascem
Redentora da solidão que nos consome
A origem de todos sentimentos ruins
Que qualquer um pode se envolver
E no qual não conseguirá desfazer