Mundo negro
Corpos ao relento
Todos foram aniquilados
Suas almas foram julgadas
Restando um único ser
Sentado sobre escombros
Sua foice no chão
Com a cabeça caída
Procura um caminho pra seguir
Solitário num mundo de mortos
Seu serviço acabara
Décadas o deixara ao chão
O anjo que caíra dos céus
Acolhido pelas trevas
Em troca de um favor
Caçar almas alheias
Seu trabalho terminou
Está livre para “viver”
Dono do mundo exterior
Que agora é seu lar