Parque da solidão
Caminhando sozinho à meia noite
Minha sombra, minha companhia.
Iluminado pela luz da lua
Sigo o meu triste caminho
As folhas brincam ao vento
Avisando da escuridão que ronda
As árvores estremecem à brisa fria
Que congela as veias de meu corpo
O ringido de correntes ecoa sobre o ar
Balanços abandonados pelo tempo
As crianças sumiram em meio a sombras
Os brinquedos enferrujaram solitários
Ninguém mais brinca e nem passeia
O parque fora abandonado
Ninguém o visita
Apenas eu, que vago só.
Solitário como o parque