Jardim negro que fora encantado

 

Lá estava ele, perdido em algum lugar.

Em meio a destroços e escombros

O feito de uma antiga civilização

Iluminado pelas cores de arco-íris

Parecia a porta de um paraíso

Um imenso campo enfeitado por flores

Povoado por pequenos animais

Era a doce harmonia da flora e da fauna

Mas tal beleza durara pouco

O jardim fora encontrado por alguém

Que não tinha sido tocado

E o jardim fora à ruína

Tudo que era belo desapareceu

Onde havia vida, a morte levou.

Conhecido, hoje, como cemitério das flores.

É apenas um deserto de terra árida

Esperando um raio de sol

E uma gota d’água

Para que um dia tudo floresça novamente

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