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Um não sei quê!

 
  
Queria escrever poesias humanas! Lindas! E... Repletas de ternuras.
 
Falar só de amor e esperanças infinitas - tudo... Na maior convicção.
 
Proclamar! Só existe ilusão linda -  sonhos reais... Amizades -  puras.
  Não sei porque! Este arrocho terrível. Cruel a sufocar - meu coração.


 

 

  
   Gostaria de apenas anunciar. Felicidade existe - sonhos são possíveis.
    Os jovens terão futuro melhor e, tudo - seguirá certo ou melhor perfeito.
    Todavia. Existe um temor que essas minhas afirmações - sejam risíveis.
    Sinto não sei quê. Muito esquisito! Apertando e, atormentando - o peito.
                                     
     
    

 

   Desejava só falar de Amor! Quimeras... Fraternidade - Horizonte lindo.
     Mas minha alma meio indecisa insiste em interrogar, será isso Direito?
     Queria... Estas coisas, mas existe em mim - um ponto de interrogação! 


   Minha alma sente, falta de um não sei quê... Um sorriso, não sorrindo?
   
Existe um não sei quê esquisito! Apertando e... Atormentando - o peito.
    
Sem resposta indago incrédulo e indeciso... Seria paixão? Ou solidão? 

Edvaldo Feitosa 
(Direitos autorais reservados)
* F. B. N . sob o nº 180859 *

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