Sábia Natureza ... Às rosas retiram os seus perfumes do estrume.
Sorriem entre acúleos... Vivendo em paz e, na maior simplicidade.
Vermelhas não desejam ser amarelas nem se odeiam por ciúmes.
 
Aí está a sabedoria - talvez seja essa à única receita da felicidade.

  

Os homens  invejam - outros, apenas pelas aparências sem saber.
Que  por trás de um falso sorriso se esconde a mais pungente dor.
Mata-se  pelas coisas mais fúteis - torna-se o mais desprezível ser.
Segue a vida, desprezando a vida, amam o ódio, odiando ao amor.

  

Comédia  vida, parece drama sem sentido. Tragédia: rumo ao nada.
Qual será afinal o destino desse aglomerado chamada humanidade.
Náufragos sem rota ao sabor dos caprichos de um mar pleno tufão.

    

Cavalgamos milênios sem rumo, parece mesmo: erramos a estrada.
Possuímos apenas as aparências de sabedoria - falsa simplicidade.
Quantos vivem sorrindo, tentando esconder, a mais sinistra Solidão.

Edvaldo Feitosa
( Direitos autorais reservados )
  * Registro nº 180859 - F. B. N. *

 
E-mail
                        
 

Soneto Solidão 9

 
        Poema 1          
                          

  Gostou deste Soneto?
Envie para quem Você Ama 

Envie o endereço aos seus amigos (as) ou para seu Amor. Pelo MSN - ou através do seu  E-mail
http://www.geocities.com/ed_poeta/sonetos_solidao_10.htm



  

HOME PAGE - Edvaldo Feitosa
 

       A pomba levará você à Página Inicial.

Hosted by www.Geocities.ws

1