Quando Deus faz falta

                                                    

 

A minha vida parece, apenas, um mar de tédio e solidão.
Os meus sorrisos,  desbotados - são apenas desencantos.
A minha alma é como cinzas jamais lavas de um vulcão.
Tenho agora sorrisos da alma transformados em prantos.

 

 Maldita é a dor da saudade, quando perdeu - a esperança.
Minha alma vaga, entre os sonhos perdidos - e... A ilusão.
Solitária ilha! De um mar revolto... Com todas às nuanças.
Alma querendo desesperadamente uma taboa de salvação.

  

Como um hibernante, nem vivo nem morto, à vida minha.
Vai caminhando, sem saber para onde e, sem saber o cais.
Como uma pálida imagem virtual - entre Crentes e  Ateus.

  

Relembrando sonhos loucos que, minha alma sempre tinha.
Nestes momentos. É que falta tudo, quando nos falta a Paz.
Nestas horas realmente temos o nada! Se não temos - Deus

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Soneto  Religioso 8
 

Soneto Religioso 10 

Edvaldo Feitosa
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