Soneto platônico 5
Sorria
Quando a pior tormenta...
Dilacerar rudemente - a tua alma.
Toda a tua esperança estiver sem
horizonte e... Enfraquecida.
Sorria amigo... Somente o sorriso traz - a tão sonhada calma.
São esperanças e
sorrisos das ilusões. Que maquilam - a vida.
O sorriso sempre foi o melhor analgésico, para qualquer dor.
Se um sonho ingrato de repente... Abandonar - o teu coração.
Arranja outro
devaneio lindo... Só o amor pode curar o amor.
Sorrindo, enfim, concluirás tudo nessa vida é
apenas - ilusão!
Os prantos nos teus olhos e em tua alma farão tudo sucumbir.
Essas lágrimas são os reflexos da dor. Mas inútil e, deplorável.
Vulcão
destruidor das quimeras lindas se o sorriso, não existir.
Ele é á chave
da felicidade.
Acredite! Ele encantará o teu porvir.
Senão, será a existência um fardo pesado
demais...
Insuportável.
Para qualquer tolo que, insistir levar esta vida a sério, sem sorrir.
Edvaldo Feitosa
Direitos autorais reservados
Fundação Biblioteca Nacional - sob o nº 180859.
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