Espere carregar por favor - 45 segundos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poema - 6

O dilema

Quanto tempo...

Perdi a capacidade de contar!

Por que esta saudade não faz o mesmo?




Aonde anda a minha esperança?

 Cavalgando uma ilusão perneta?

O tempo parou faz tempo!

Hoje descobri porque.




As pulsações do meu coração são ondas digitais...

 Tentando conectá-la no infinito...

Para enviar um e-mail @passado.com.talvez...

Com apenas três palavras e uma interrogação.

As palavras...  Eu te amei!

A interrogação... 

Por que nos desencontramos sem  nos encontrarmos?



De repente um silêncio Universal...

Ouço passos reconhecidos pelos meus anseios insanos.

É a esperança patinando sobre a ilusão!




Minha alma sorrindo inútil e conscientemente...

 Devaneia -  é  Ela!

Olho pela janela e vejo uma miragem sorrindo...

Acredito somente porque preciso acreditar.




Agitam-se todas as minhas células loucas despejando,

 jatos de adrenalina...

Neste meu coração desvairado.



Nos meus sonhos (dormindo). Detesto-os...

Ela sempre aparece acenando um adeus.

Mas nos meus devaneios acordados. Amo-os...

Escuto nitidamente sua voz como uma canção - repetir...

Amar-te-ei   eternamente!



Eis o grande dilema...

Dormindo sonho e sofro. Acordo para encontrá-la...

E a realidade é um pesadelo de enlouquecer.

Edvaldo Feitosa - 2000.
(Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº180859 *
 

 E-mail

Voltar - Poema  5


Poema  7

 

Gostou deste Poema?
Envie para quem Você Ama.

Envie o endereço aos seus amigos (as) ou para seu Amor. Pelo MSN - ou através do seu  E-mail
http://www.geocities.com/ed_poeta/poemas_6.htm




 


 

Página 1

A pomba levará você à Página Inicial.

Hosted by www.Geocities.ws

1