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20/04/2007 - Homens e máquinas tiram a vegetação do Rio Caverá para baixar águas. 20/04/2007 - Quando se fala tanto em preservar e que o mundo poderá sofrer com o racionamento de água. O que é que vimos? 20/04/2007 Canal retilíneo e sem mata ciliar. Agora também sem qualquer outra vegetação. Para quem será o benefício? Fev/2007 - Abandono da construção da duplicação da Rod. BR-101, no trecho 29, jogou toneladas de aterro no fundo dos rios e lagos. 20/04/2007 A situação ainda continua a mesma nas margens da Rod. BR-101, no lote 29. a erosão agride diretamente o meio ambiente.

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Canal da Barrinha, ligação entre a Lagoa do Sombrio e o Rio Mampituba. Este canal é um dos responsáveis pelo rebaixamento constante da lâmina d'água. Canal da Barrinha, antiga Sanga da Madeira, retificado para drenar os banhados. Falta de previsão nas conseqüências criou um enorme problema para a Lagoa do Sombrio. Quadras de arroz, invadem a área de preservação permanente. Que vai sendo ampliada devido a perda da lâmina d'água. Quadra de arroz, praticamente introduzidas dentro da lagoa. Ineficiência e morosidade das autoridades colaboram para a degradação. Degradação. cultivo de arroz é uma das maiores causas, pela introdução de agrotóxicos. Outro fator criminoso é a falta de saneamento básico das cidades circundantes.
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Verão do ano de 2004/2005, Lagoa do Caverá perde quase toda a sua lâmina d'água. Situação da Lagoa do Caverá é agravada devido a abertura de um segundo canal. Velocidade da saída d'água alarmou os moradores da comunidade. Marco, mostra a distância do recuo da Lagoa do Caverá nos último 10 anos. Profundidade da Lagoa do Caverá era de apenas 40 Cm de profundidade em dezembro de 2004.
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Rio da Laje agoniza pela falta da mata ciliar, o que facilita a erosão de seu leito durante as cheias. Rio da Laje - São exíguos os pontos de seu leito com a mata ciliar preservada.  Rio da Laje - A cor barrenta da água comprova a constante manipulação de seus afluentes pela atividade agrícola. Rio da Laje - Não existe nenhum projeto de preservação da mata nativa restantes.
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Escola Estadual Básica Gov. Irineu Bornhausen, Bairro São Luiz, Sombrio/SC, mantêm tradição na Semana Mundial do Meio Ambiente. Foto 2006 Crianças e adolescentes, atentos a palestra que apontava a mudança de atitude que todos deveriam ter em relação com a natureza. Colares, voluntariamente leva até as escolas seus conhecimentos em educação ambiental. E afirma que mudanças só serão efetivas quando mudarmos de atitude. Morro da Moça, no Município de Sombrio-SC, exemplo de rara beleza, ainda resiste a exploração humana. Morro da Moça, Sombrio/SC. A falta de consciência ambiental, faz visitantes deixarem lixo por onde passam. Inexistência de fiscalização por parte de proprietário e órgãos públicas degradam o resto de natureza até então intocada.
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Na comunidade de Sanga Negra, agricultor inicia cultura do plantio direto com fumo.
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Mal projetada SC-450, na altura da ponte do Rio Piritú, faz com que ocorra no local alagamento da pista, por esta estar abaixo do nível do banhado
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Limpeza a jusante da ponte sobre o Rio Piritú, causa problemas ambientais e não resolve o problema de alagamento da rodovia.
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Em Sombrio, desmatamento sem controle do restante da mata ambrófila (mata atlântica) para o plantio de arroz avança e vegetação nativa poderá desaparecer do município.
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Monocultura do arroz irrigado toma conta do litoral do extremo sul catarinense. Fotografia mostra regiões de Praia Grande e São João do Sul, tomadas pelas canchas já inundadas para a semeadura.

                    Fotografias: Edimilson Colares

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