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  Fundamentos políticos, antropológicos e operacionais para a prática de uma Economia Comunitária.

        Hoje, ontem e o futuro entrelaçado pela interpretação dos enigmas e mystique das antigas culturas.

M C Jesus Morfín Garduño.

Investigador em Antropologia Política.

      O  consommationisme matérialiste e irrationnelle praticado pela nossa civilização leva-nos a um desmoronamento ambiental que não podemos evitar, comprometendo a vida os nossos fios e de futuras gerações. Este porque qualquer política que é avaliada de ser correcta, no âmbito local ou global, deveria atacar perante este matérialisme déprédateur e ter à causa ecologista como mais prioritária. A pergunta seria, como fazer?

       Utopie é necessário, que inspira e propulsa às diversas Comunidades efectuar acções concretas e efectivas, este utopie deve ser o resultado de uma síntese das diversas culturas que tomaram parte a conformação do mundo moderno e deve ter um potencial enorme para mobilizar a toda a humanidade. O visitante poderá julgar as perspectivas utopie que se apresenta aqui e em função de aquilo procurar o que está limpo.

      Considerando  que a inteligência humana é fundamentalmente a capacidade sobrevivência e adaptação da nossa espécie às modificações do seu ambiente, bem como a capacidade de pôr em relatório diferentes conceitos ou aspectos da realidade para construir uma interpretação que lhe permite ter certo controlo sobre ela, a rigidez científica vem ocupar um segundo lugar de importância, que embora deva ser desenvolvido mais maior em grau possível, a sua falta de realizações para fundar propostas urgentes, não deve invalidar ou impedir a sua aplicação. No caso contrário ele antépose por conseguinte "idolatría pela verdade" à necessidade inerente sobrevivência e superação da nossa espécie.

      A  verdade é mais uma criação cultural que um princípio de ojectivité, qualquer investigação científica baseia-se uma preliminar hipótese de trabalho, e os seus resultados não o demonstram, mas continuam-o a basear-se nela, porque em geral poderíamos alterar de hipótese de modo que a nova versão seja também coerente com os dados obtidos. De modo que se ao visitante desta página revelam-se répulsives as minhas conjecturas e propostas, possamos tomá-lo como uma confrontação sã entre as nossas convicções, que após todo o conhecimento humano é desenvolvida através de o que é dialéctico de ideias, e à uma certa síntese útil nós devia chegar.

      Como  uma parte recompte do passado da humanidade, preliminar à o que parece ser o falecimento inevitável da nossa civilização, queira fazer alusão aos enigmas do homem pré-histórico: fontes documentais que demonstram a utilização de elevadas tecnologias num passado já esquecido. Tais enigmas foram desacreditados maniement que de eles fizeram os ventiladores ao fenómeno ovni, explicando-o como vestígios de visitas supostos de navios extraterrestres.

      Mas  que tais enigmas revelam é que em tempos pré-históricos o homo sapiens já tem desenvolvido várias civilizações mundiais com tecnologias muito vanguardas, ainda incompreensível para nós. Contudo o cepticismo dogmático e não crítico, bem como a falta de compreensão em geral, impediu estabelecer que a rigidez científica determina primeiramente que a nossa espécie construiu civilizações mundiais já pré-históricas, e em aproximado que vários deveram ter sido destruídas por desequilíbrios ecológicos provocados por eles mesmos, como faz-lhe a nossa civilização.

      Existe  uma barreira que impediu-nos compreender isto, esta barreira é a etapa na qual proliféré as religiões de sacrifícios humanos por todas as partes do mundo e à diferentes épocas: há alguns 8000 anos na Índia, à chegada do Arianos; em Egipto antes que construir-se as pirâmides; simultanéement em Stonehenge, a Inglaterra, até conquista à romana; no Médio Oriente antes de tempos Abraham e até aos tempos Jesus de Nazaret , do qual deveu ter forjado a sua convicção que devia ser sacrificado na cruz para salvação do mundo, e a partir do antropofagia ritual instaurou sacrement católico communion; ao México (como às Filipinas) estas religiões de sacrifícios humanos têm esperado finalmente, como diziam-no as suas profecias, a chegada dos homens brancos barbudos que devem vir reinar. Estas religiões de offrandes humanas fizeram-nos de pensar que antes do conhecimento História Universal, todo foi crueldade, enquadrada no fanatismo a religião e da guerra.

      Contudo  podemos conjecturar que os sobreviventes do ecocidio mundial precedente, o qual deveu ter-se produzido no fim Pléistocène, há alguns 14000 anos de acordo com ele exprime o Códice Vaticano de que é antigos mexicanos, eles atingiu o conhecimento de uma natureza espirituala do universo físico, que levou-o à convicção que morrendo, a nossa gasolina espirituala pode réincarner de novo em novos seres humanos. E porque tivesse aparecido uma nova raça: é branco, que se desenvolve durante a geleira de Würm na Europa, decidiu que era necessário integrar-o à sua elaboração por um mestiçagem étnico e espiritual, que implicava o sacrifício cortar de corte o caule da árvore das antigas raças de cor, para transplantá-lo nele retoño da nova raça.

      De  modo que possamos encontrar naquilo um sentido biológico e espiritual para a nossa história conhecida, que explica porque esta consistiu a expansão da cultura ocidental ou europeia pela conquista do resto dos continentes. Com este entendimento poderemos retomar os valores espirituans conservados pelas religiões, as quais agora são fundadas cientificamente, constituindo além disso uma linguagem simples com a qual poderemos comunicar-se com as diferentes Comunidades, de modo que como só um ser podamos trabalhar contra o consumo déprédateur e comecemos a reconstruir a natureza que devem herdar aos nossos fios. O paraíso terrestre é um projecto ecológico do homo sapiens pré-histórico que retorna às nossas gerações que levem à realidade.

      O  mundo modernizou-se vigorosamente, o que permite-lhe agora poder escolher entre seguir esta elaboração às cegas, ou antecipar-nos ao futuro e projectar com previsão que chama uma elaboração sustentável, que implicaria em rigidez reactivar a economia comunitária ancestral que foi deslocado pela modernização mas que encontramos ainda em algumas Comunidades rurais, bem como na ajuda que damos às Comunidades que resultam vítimas de certo fenómeno natural (furacão, tremor, etc.), de modo que em coexistência com a actual economia formal, permitissem aos cidadãos transferir-nos ao domínio para tomar parte das tarefas agrícolas e reconstrução ecológica, acompanhados Comunidade, são limitados por um sistema educativo que já à excedido pelos acontecimentos.

      Apenas  com um carácter guerrier poderíamos chegar a fazer realidade os nossos sonhos de sobrevivência, inspirando-nos a guerra santa que Jesus de Nazaret veio-nos de ensinar, somos pergunta de escolher entre um mundo medíocre onde esperamos ir ela passar ou, ou um mundo que recordando o seu passado é capaz de anticiparce ao futuro de obter a superação da nossa espécie. A humanidade tem um passado milenário gloire e tragédia, e deveria ser capaz de compreender o sentido deste passado para ser herdeiros dignos da sua bagagem cultural.

      A economia  comunitária, a qual todos trabalham para o bem comum, corresponde à uma maturidade cultural na qual os actores assumem a responsabilidade da elaboração de todas as Comunidades, sem ter necessidade deixá-lo a cargo de um valor artificial como é-o o capital. Praticar de novo esta economia é a consequência da natureza do eterno regresso, atingindo a elaboração do homo sapiens pré-histórico. Tomando consciência que cada Comunidade é uma célula constitutiva da humanidade como um sistema orgânico que faz parte de este ser vivo que é o planeta terra. E que apenas esta simbiose natural permitirá obter tanto aspirado sonha do contacto com ser de outros planetas em sistemas solares afastados, porque apenas assim teremos acesso à dimensão que nos servirá de ponte, a qual não pode ser outra que a dimensão espirituala.

      Três  as grandes religiões da humanidade, que como três pilares apoiam as fundações dos valores espirituans do mundo moderno: o Islão, o Budismo e o Cristiandad, desde a óptica Católica são identificáveis com o seu conceito do Santísima Trinité, na qual o Islão é a religião do Pai, héritière directo da civilização mundial precedente que seja sacrificada para a elaboração de o que é actual; o Cristianismo é a religião dos Fios, a religião da cultura rapariga ou Cultura Ocidental; e o Budismo vem ser a religião do Espírito Santo, que está presente em mystique das culturas de Leste.

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