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Na lente do jovem m�dico a morte � uma recepcionista que acompanha suas v�timas do hospital ao cemit�rio.
A morte � uma recepcionista de hotel, elegante em vestido negro, sorridente e hiperativa para atrair novos clientes.
Na ambul�ncia, doente � turista que canta um maracatu de adeus: ch� vai, ch� vai! entoa a sirene; eh vou, eh vou! responde o doente.
Embora contra o turismo levantem-se os enfermeiros, a morte ali se multiplica oferecendo paisagens l�ricas.
Contra a propaganda da morte nos barracos sem higiene h� que vacinar o indigente com espertos linf�citos m�sseis.
O Instituto Materno-Infantil (cujo nome de guerra � IMIP) disp�e de teleguiados m�sseis mais velozes que antibi�ticos. |
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